HERÓIS

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Mensagem por Ero Pepito em Qua Jul 28, 2010 9:32 pm

É, é, é uma fic que escrevi...
pra quem não sabe, eu sou gay, fic = fiction, são histórias.
Histórias feitas por pessoas fracassadas como eu que não sabem desenhar
mas tem histórias na cabeça
se chama Heróis e vo posta os três primeiros caps... se quiserem ver o resto, entrae: herois-bypepito.blogspot.com
Eu parei de escrever por falta de leitores, se voces lerem e comentarem eu me animo e termino. e=D
vlw galeria, la vai:
Spoiler:
A História Começa Agora

Abertura:

https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY

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- Heróis... O que faz de alguém um herói? Eu queria ser um, mas não consigo nem mesmo ajudar uma velhinha a atravessar a rua. Eu espero ser um super-herói, mas no fim sou só um cara normal... Eu queria ser mais do que isto. Queria poder mudar o mundo. Usar um símbolo e ter ele marcado em vários cantos do mundo... – Pepito
- Infelizmente, esse tipo de coisa só acontece em quadrinhos... Mas é legal sonhar, nos reconforta... – Matt

- Mas ficar aqui parado não resolverá nada...

- E o que tu planeja? Sair correndo com uma fantasia, batendo em marginais, até levar um tiro? – Gustavo

- Não... Mas se eu pudesse também...

- Nem todos podem ser heróis, Pepito – Pedro

Pepito se levantou do chão. Tirou seu capuz. Usava um casaco canguru vermelho e jeans... Coçou seus cabelos negros e seus olhos verdes. Eles estavam no terraço do prédio do apartamento de sua avó... Eles seis... Pepito, Matt, Gustavo, Amália, Pedro e Pinguin. Junto com outros amigos, eles formam um grupo de adolescentes que se autodenominam Somniun Venator, ou Caçadores de Sonhos, em latim.

- Eu queria ser um herói! Ou, melhor, algum tipo de super-herói! – Pepito

- Talvez aquelas estrelas cadentes lá atendam teu desejo – Amália

- O Pepito como super-herói... Seria interessante... – Pinguin

Sábado de manhã, Pepito lê o jornal e lá está escrito uma manchete sobre as tais "estrelas cadentes" que caíram. Não eram simples estrelas. Era uma espécie de meteorito que caia em grande velocidade e de repente se dispersou em vários pequenos e caiu em lugares específicos da Terra, como se soubessem onde caiam. Ele prestaria atenção nisso. Mas no momento, seu pão com presunto e requeijão parecia mais interessante. Escovou os dentes, usou o computador até o meio-dia, almoçou, tomou banho e saiu para seus compromissos. Após tais ocupações, andava sozinho na rua e avistou um pequeno buraco no chão. Ao chegar perto, havia uma gema de cristal com cor azul-gelo, a qual ele juntou e botou na mochila. Talvez desse um bom peso de papel. Ele realmente usou como peso de papel. No dia seguinte, ao ir ao Parque da Redenção com seus amigos, viu aparecer uma criatura realmente estranha. Uma espécie de dragão com escamas vermelhas destruía tudo. Pepito pensou que tivesse relacionado às estrelas cadentes. E a pedra também. Tirou da mochila e foi correndo em direção ao monstro.

- Preparem-se, amigos, Pepito irá salvar o dia! – Pepito ergueu a pedra e falou palavras e deu gritos aleatórios e nada aconteceu. O dragão se enfureceu e deu um soco em Pepito, que saiu voando, quase que literalmente.

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Encerramento:
https://www.youtube.com/watch?v=41VUkW6Dz1c&feature=player_embedded

Spoiler:
Trovão Vermelho

Abertura:

https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY

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Enquanto o Dragão destruía tudo, Pepito estava caído no chão, quase todo quebrado. A gema estava caída ao seu lado e o monstro veio em sua direção para pegar a pedra. Pepito rapidamente pegou-a e saiu correndo, com o monstro atrás. Seus amigos estavam assistindo tudo, sem saber o que fazer.

- PEPITO, LARGA A PEDRA! – Matt

- NÃO, É ISSO QUE ELE QUER! – Pepito

- ENTÃO DÁ ISSO PRA ELE, NÃO ARRISCA TUA VIDA ASSIM! – PEDRO

Pepito ouvia, mas estava muito ocupado para responder enquanto corria do Dragão, sempre passando por algum obstáculo que o atrapalhe.

- PRECISO DE UMA AJUDA DE VOCÊS! PRECISO DE UM ISQUEIRO, UMA GARRAFA DE CACHAÇA, DUAS FACAS E UM DESODORANTE AEROSOL! – Pepito

- ISSO É HORA DE BEBER? – Matt

- RÁPIDO!

As pessoas que estavam à volta, olhando a situação, correram atrás dos objetos, colocaram numa sacola e jogaram para Pepito. Pepito pegou no ar a sacola e, no momento que o Dragão se irritou e levantou em baixo vôo para ir mais rápido, Pepito jogou a pedra pra cima, desviando a atenção do monstro. Neste instante, jogou a garrafa de cachaça no monstro, acendeu o isqueiro e usou o aerossol para conduzir o fogo até o Dragão. Quando a cachaça entrou em combustão, Pepito jogou o isqueiro e a lata do aerossol, fazendo aumentar o fogo. Quando o Dragão, que havia caído, pois ao ser atacado, estava levantando vôo, estava quase se recuperando, visto que tinha alta tolerância ao fogo, Pepito jogou as facas em seus olhos, o fazendo-o espatifar a cara no chão. Aproveitando o momento, Pepito arrancou uma daquelas placas “limpe os dejetos de seu cão” do chão e empalou o Dragão.

Todos começaram a aplaudir, Pepito se sentia um herói. Ficaria feliz, seria lembrado por dias, semanas, meses, anos... Mas foi só durante os cinco segundos entre a primeira palma e a primeira granada de gás jogada, pois todos acordaram no outro dia com uma parte de sua memória apagada, como se nada tivesse acontecido. Porém, Pepito acordou mais cedo... Três horas depois das granadas, e com a memória intacta... Estava em uma cama nada confortável, dentro de um lugar cheio de aparelhos tensos que piscavam e faziam bip. Levantou-se com uma dor de cabeça e viu uma pílula branca em cima de uma mesa, junto a um copo d’água e um bilhete escrito: “Em caso de dor de cabeça”. Ele tomou o remédio e depois se dirigiu a uma cadeira que estava de fronte a um DVD, acoplado a um televisor de LCD. Havia a imagem de um homem com um jaleco branco. O vídeo estava pausado. Pepito pegou o controle que estava sobre a cadeira e sentou-se, enquanto apertava “play”.

- Bem vindo ao laboratório Sigma Projeto 2149. Bem, João Pedro, eu sei que deves ter muitas questões em mente, mas explicarei passo por passo. Apesar de Pepito ser teu apelido e que teus amigos assim lhe chamam, eu não tenho esta afinidade contigo, por isso usarei teu nome. Vi sua habilidade, pensamentos ágeis e síndrome de herói hoje, e me interessei por ti. Para explicar exatamente o que fiz contigo, retornarei um pouco à história.

Algumas imagens em preto e branco apareceram na televisão, com filmagens do Brasil de muitos anos atrás. Nestas imagens, aparecem bases militares, um laboratório parecido com o que ele está agora, porém mais primitivo. Aparecia também o presidente Getúlio Vargas e algumas cenas da segunda guerra mundial. Durante isso, seguia esta narração:

- Durante a Segunda Grande Guerra, foi feito um projeto sobre um soldado especial. Vários experimentos foram feitos, e não ficou concluído antes da guerra terminar. Ao invés de abandonar o projeto, deu-se continuidade, na esperança de concluir e aplicar em um super policial. – Neste ponto, as imagens mudavam para de policiais, delegacias, laboratórios mais avançados, etc. – Muitos experimentos novamente foram feitos, e as pesquisas mostraram que os recursos só permitiriam um escolhido. Várias discussões foram feitas e ninguém parecia realmente merecer. Meses atrás chegou a notícia no meio científico e militar de que cristais estavam vindo em direção da Terra e estes trariam grande destruição. Cada um deles aprisiona algum demônio ou criatura que um dia andou sobre a Terra milênios atrás, mas que, de alguma maneira, os antigos Xamãs das tribos aprisionaram em tais gemas e, o máximo que conseguiram manter longe da Terra, foi em sua órbita a quilômetros de distância – As imagens mudavam novamente, para imagens de povos antigos, de criaturas estranhas e fotos do espaço. –. Não acreditamos inicialmente, pois é difícil aceitar magia sendo um cientista. Porém, após alguns argumentos e alguns documentos, tal fato foi suficientemente comprovado. Estávamos desesperados e pensamos em usar o projeto para combater as criaturas. Após ver o Dragão que havia chegado ao parque, iríamos interferir, quando te vimos tentar agir. Pensamos em intervir apenas quando fosse lhe apresentado risco de morte, pois foi interessante tua coragem e tua atitude. Após seu feito, concluímos que tu serias nosso escolhido.

Em uma parede, abriu-se uma porta que revelou um armário, no qual tinha a roupa casual de Pepito, junto com alguns outros objetos, como facas e etc. Na TV novamente as imagens mudavam. Aparecia agora, sucessivamente, duas esferas que trocavam alguma energia, podendo se ver sempre quando uma dava um “choque” na outra, porém era uma energia estranha, de cor vermelha, uma pílula, um cérebro, fotos das roupas do Pepito com algumas observações ao lado, seguido de equipamentos como fones de ouvidos, micro-câmera, etc.

- O projeto iniciou-se quando foi criada uma variação de mais maleável e potente de eletricidade, batizada de eletricidade vermelha. Surgiu-se a idéia, então, de fazer com que um soldado fosse capaz de produzir e manipular tal energia, ao invés de usar como uma arma de fogo qualquer, a qual exige estar constantemente recarregando. Criada a idéia, várias teorias de como fazer isso foram feitas. Chegou-se então a uma pílula especial que alteraria a atividade cerebral por alguns instantes e, durante estes instantes, ao entrar em contato com a energia, o cérebro, alterado, começaria a produzir e saber manipular a energia, mantendo tal habilidade até depois de voltar ao normal. Aplicamos já a você, claro. Como não seria legal você chamar muito a atenção, precisaríamos de um disfarce. Porém tomaria muito tempo se tu tivesses que trocar de roupa sempre que algo acontecesse. Pensando assim, nós criamos uma roupa que aparentemente é sua habitual, porém com algumas alterações. A começar pelo seu casaco canguru vermelho. O capuz está mais fundo, tu podes puxar mais para que tape perfeitamente teu rosto. Dentro dele tem: fones de ouvido, um microfone e uma micro-câmera, para podermos entrar em contato contigo sempre que precisarmos e te auxiliar em tuas lutas; modificador de voz, caso tenha que falar com alguém sem poder ser identificado; um sistema de resfriamento e de aquecimento, para te ajudar em temperaturas desconfortáveis. Nas mangas há pequenos compartimentos para guardar facas e outras pequenas armas e ferramentas, além das luvas, acessório que incrementamos para ti. Sua calça de brim é especial. Possui uma elasticidade de calça de borracha, porém é bem mais confortável. Ao contrário do que aconteceu com sua calça no confronto contra o Dragão, esta não rasga – Neste momento, Pepito olhou para baixo e descobriu que o constante ventinho que sentia provinha do buraco feito na calça entre suas pernas. –. Seus All-Stars vermelhos possuem uma sola auto-adaptável a vários tipos de solo, sendo que para alguns outros terás que adicionar alguns acessórios. Os demais detalhes sobre teu equipamento, além de outras funções, e informações sobre o que fizemos também em seu quarto estão escritos no caderno em cima de sua cama. Desculpe, mas planejamos continuar com a localização do laboratório em segredo. Entraremos em contato. Até mais, Trovão Vermelho. Dr. McToy desligando.

Um gás começou a jorrar e Pepito à tossir, desmaiando em seguida e acordando em seu quarto, com um caderno em mãos...

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Encerramento:

https://www.youtube.com/watch?v=41VUkW6Dz1c& feature=player_embedded
Spoiler:
Vigilante.

Abertura:

https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY

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No canto do telhado de um prédio, parado como um gárgula, como uma coruja procurando sua presa. O vigilante percebe uma movimentação em um beco algumas ruas à frente... Ele corre e pula de prédio em prédio até chegar no local. Alguns jovens estão atormentando um mendigo, linchando-o sem dó. Pepito pula atrás deles e, com o modificador de voz, fala:

- Deixem-no em paz, arrependam-se e, talvez, eu lhes deixe impunes.

- Putz, chapeuzinho vermelho, sabe com quem ta falando? - Disse um deles

- Não quero saber.

- Hey, mano, bota o cavalinho... - Disse o outro

- So o líder do Bonde Gra -- Uma rajada de eletricidade vermelha é jogada no garoto, que voa longe até bater em umas grades e machucar todas suas costas.

- Eu disse. Não quero saber.

- Ora, disgraçado!

- Graçado. É DESgraçado, ignorante. - Pepito jogo outra rajada, desta vez neste com quem fala.

O terceiro disparou com um revólver e a bala bateu no peito de Pepito e ricocheteou com mais força.
- Manolo, cê é o superman?

- Não, mas minha barreira de energia da um efeito parecido. - Ele descarrega sua aura de eletricidade vermelha em outra rajada, acertando o terceiro. Ele prende cada um em pneus e bota na mão do líder um saquinho de pano.

- Você, vá embora. A polícia deve estar chegando. Eles não vão defender um mendigo.

- Ok, muito obrigado! O que é aquilo nas mãos daquele garoto?

- Um saquinho com diamantes que recuperei de outros bandidos. Esses filhinhos de papai não vão ser presos por bater num morador de rua. Precisa de algo grande. Vá! Trovão Vermelho cuidou das coisas por aqui.

O mendigo foi embora, gritando o nome de Deus e prometendo parar de beber. Pepito pegou uma latinha de spray vermelho que um dos garotos deixou cair e escreveu na parede "Trovão Vermelho" e depois desenhou um raio, que pintou. Ele subiu no prédio e ficou, novamente, atento ao que acontecia na volta.

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Encerramento:
https://www.youtube.com/watch?v=41VUkW6Dz1c& feature=player_embedded

Dona Edit: Então galera, apesar de eu ter colocado o blog ali em cima, o pessoal não têm notado. XD
Mas então, vou começar a postar os capítulos aqui. Isso me dá tempo para escrever um novo, pois tenho bastante la no blog...
Spoiler:
O Oráculo
Abertura:
https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY
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Heróis, versão brasileira, Herbert Richards, São Paulo.

Pouco passava do meio-dia, o sol radiava no alto céu, por entre as nuvens que pouco apareciam. Pepito estava com Matt, Pedro e Gustavo no shopping Praia de Belas. Era sexta-feira e resolveram almoçar por lá, já que à tarde encontrariam os amigos, os amigos dos amigos e pessoas que pouca ou nenhuma ligação tinha, mas encontravam todas sextas-feiras. Pepito havia acabado de comer um sanduíche de almôngedas dupla, com queijo duplo e todos tipos de molho no Subway, seguido de um biscoito e tomado um copo grande de coca-cola. Estava com o capuz, para eventuais chamadas.

- Pepito, tira esse capuz, tipo, ta calor! - Gustavo

- É que se me chamam, preciso estar à postos. - Pepito

- Chamar para quê? - Pedro

- BATATA! - Pepito roubou as batatas de Gustavo

- HEI, DEVOLVE!

Neste instante, um bipe realmente chato e alto se deu no ouvido de Pepito.

- AI!

- Eu disse pra não comer minhas batatas! - Gustavo

- Não é isso, an, tenho que ir no banheiro. Sabe, preciso...

- NÃO PRECISA DIZER! - Matt

- Ok, ok!

Pepito saiu correndo à toda, enquanto um segurança tentava pará-lo, mas teve como única resposta um salto por cima de sua cabeça e um peido.

- O banheiro não é pro outro lado? - Matt

- Dane-se, vou voltar pras minhas bata... ELE LEVOU MINHAS BATATAS!

Pepito entrou no elevador panorâmico, o qual não podia ser visto nada de fora pois haviam algumas placas de publicidade. Ele olhou de relance pra câmera e, depois, para a porta. Encostou a mão na parede metálica do elevador e descarregou uma pequena quantidade de energia, queimando a câmera e fazendo o elevador parar. Puxou o capuz mais, para esconder o rosto totalmente e criou uma pequena aura de eletricidade vermelha em torno de seu corpo. Depois, encostou na porta e a abriu. Estava no terceiro andar já. Saiu porta à fora e ligou seu fone e seu microfone.

- Trovão Vermelho, demorou por quê? - McToy

- Oh, desculpa por ter me atrasado, eu deveria ter corrido mais rápido no shopping e ter dado descargas de energia nos seguranças, aí eu me livrava deles antes. - Pepito

- Isso foi sarcasmo?

- Não, não... Que isso?

- HEI, PÁRA COM ISSO!

- Parar com o quê?

- ISSO!

- Tá, chefe, para de brincar, vamos trabalhar. Qual a missão?

- Hei, quem ta brincando aqui é... Ah, foda-se. Parece que alguém conseguiu achar uma daquelas pedras que caíram à alguns dias e controlar o monstro que há dentro. Esse alguém trabalhava aqui no laboratório e fugiu com nossas pesquisas. Mudamos o endereço por isso.

- Onde é agora?

- Ah, é na Aveni... Hei! Já disse, é um segredo. Só virá quando for preciso! Voltando ao foco. Não sabemos exatamente pra onde ele foi, pois ele bloqueou todos sinais de comunicação que pudéssemos rastrear.

- An, por acaso o monstro é algum tipo de monstro-planta-carnívora-inseto-gigante?

- Sim, por quê?

- Porque ele acabou de passar por mim. Desligando.

Um monstro-planta-carnívora-inseto-gigante passou pelo lado de Trovão Vermelho, quebrou o teto de vidro do shopping e entrou. Pepito pegou um papel que caíra do monstro, olhou para o elevador e depois para o teto de vidro quebrado.

- Vou pelo mais rápido...

Pepito pulou no teto de vidro quebrado, caindo em cima do monstro, que nem mesmo o sentiu. A criatura destruia tudo à sua volta. Pepito energizou suas mãos e deu uma sequência de socos nas costas da criatura, que pouco ou quase anda sentiu, mas muito se encomodou. Ela pegou Pepito com uma de suas patas e jogou o garoto longe, para perto de onde seus amigos estavam.

- Hey, não é o Pepito? - Matt

- Não viaja, tu é gay, não problemático mental. Não tá vendo que é o tal Trovão Vermelho que tem aparecido nos noticiários?

- Olha a roupa!

- Quantos adolescentes usam canguru vermelho, calça de brim e all star vermelho? É uma combinação comum do Pepito, mas não pode ser o único. - Gustavo

- Mas bem no dia que o Pepito ta vestido assim?

- Mas ele quase sempre ta vestido assim.

Voltando à Pepito, que tomava uma porrada do monstro-planta-carnívora-inseto-gigante, estava novamente jogado no chão, todo quebrado. A polícia tinha chegado e o exército também, mas haviam parado pois a cena parecia divertida. Pepito subiu novamente nas costas do bicho, sem que este sentisse, e pensou rapidamente num plano. O bicho estava sempre no mesmo lugar, mas se mexendo enquanto destruía tudo. Isto atrapalhava os planos do Trovão Vermelho, mas não impediam.

- Posso não fumar, mas dois meses atrás aprendi o valor de um isqueiro. - O guri tirou um isqueiro do bolso e acendeu, mas logo ele se apagou. Tentou mais algumas vezes, até se queimar e quase deixar cair.- AGORA VAI, PORRA! - Pepito acendeu e colocou perto do captador de fumaça no teto, que fez soar o alarme de incêndio e começou a cair água por tudo. Pepito ficou de pé na criatura, fechou as mãos e foi afastando-as enquanto fazia uma bola de eletricidade vermelha e disparou no monstro-planta-carnívora-inseto-gigante, fazendo ela, que estava molhada, levar um baita choque e o Trovão Vermelho, ser jogado para longe.

A criatura caiu morta no chão, ao lado de Pepito, que ali pulou e ficou de pé, observando se ela dava mais alguma reação. Os policiais e o exército apontaram as armas para Trovão Vermelho, que apenas ficou com a cabeça baixa.

- FIQUE PARADO OU IREMOS ATIRAR! DIGA SEU NOME!

- Eu já disse, é Trovão Vermelho!

- ENGRAÇADINHO, SEU NOME VERDADEIRO! OU IREMOS ATIRAR!

- Primeiro, pare de gritar, estou quase do seu lado. Se usar novamente este megafone, enfiarei em seu rabo. E, em segundo, se atirar, vai se meter em problemas.

- QUE TIPO DE PROBLEMAS? - Um homem vestindo um terno preto saiu de trás do policial, lhe mostrou o crachá e foi em direção ao garoto. - Ah, este tipo de problemas. Malditos federais.

- Trovão Vermelho, presumo. Para quem trabalhas? - Disse o homem de terno.

- Isto te responde? - Pepito tirou do bolso uma insígnia e mostrou ao homem.

- Responde. Vamos, todos indo embora!

Neste momento, um helicóptero chegou e ficou sobrevoando o teto quebrado, até parar no ar e uma escada cair ao lado de Trovão Vermelho. O garoto segurou com apenas uma mão e pisou com apenas um pé e, enquanto subia, mostrou o dedo do meio para o policial. Lá em cima, além do piloto e de Pepito, havia McToy.

- Quero um relatório sobre hoje!

- Vai se fuder! Quase morri e tu quer esta bosta ainda? Toma, isto deve servir. Seja de onde o monstro tenha vindo, este papel caiu dele. Acho até que foi proposital. Tenho certeza.

No papel, estava escrito:
"Ao meu bom professor McToy.
Aprendi muito contigo. Que pena que és tão ingênuo. Com tanto conhecimento, poderias ter o mundo em mãos. Agora tenho esta ambição, e nada me parará.
Assinado,
seu bom e velho aluno,
agora cientista e místico,
Oráculo."
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Encerramento:
https://www.youtube.com/watch?v=41VUkW6Dz1c& feature=player_embedded

Quinto capítulo:
Spoiler:
Abertura:
https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY
--------------------------------BLÁ BLÁ BLÁ, PEPITO SACHÊ--------------------------------------------

- Pepito, tem certeza que é aqui? - Matt


- Claro, gay! Olha o mapa que meu pai fez! Fica debaixo dos camelos! - Pepito


- Teu pai desenhou os camelos?


- Não. Ele escreveu camelódromo. Eu desenhei pra ficar mais exemplificado.


- Pepito, eles não vendem camelos no camelódromo.

- E como tu explica aquilo? - Pepito aponta para uns árabes carregando camelos.


- Não é que é verdade?


- HÁHÁHÁ! Aquelas pessoas tem um andar muito engraçado.


- Por quê?


- Elas vem de passo do hilário!


---------------- Um minuto de silêncio para o trocadilho sem graça. --------------


- Pepito, que ônibus a Haru e as amigas dela chegam?


- ...


- Pepito?


- Cara, olha aquela placa, diz Granja Esperança. Que tipo de lugar é esse?


- Nem quero saber... Mas cara, onde elas descem?


-Sei lá, o cara disse pra gente olha as plaquinhas suspensas e ver onde ta escrito Cachoeirinha, mas não tem nenhuma.

- Enquanto ela não chega, quero discutir algo contigo...

- FILHO DA PUTA!


- Por que isso?


- Tu não quer discutir?


- Não nesse sentido. Quero conversar. Cara, eu sei do teu segredo.


- NÃO! NÃO PODE SER! TU SABE!

- Sim, e tu não pode esconder mais de mim.


- E agora? O que posso fazer? E... Que segredo?


- Que tu é o Trovão Vermelho. - Matt cochichou perto de Pepito.


- Ah, é mesmo.


- Então, não vai negar nada?


- Não.

- Por quê?


- Sei lá, eu preciso de alguém pra dar cobertura sempre quando saio correndo para salvar o mundo.


- Enquanto diz que vai pro banheiro, mas vai pro lado contrário?


- Exato.


- Cara, isso é tenso. Quero dizer, quase todos heróis tentam manter a identidade secreta, fora aqueles que são de conhecimento público.


- Foda-se. Só não conta pra ninguém. Falando nisso, tem uma chamada pra mim. Aqui está a foto dela, se ela aparecer, diz que fui no banheiro. - Pepito sai correndo, procura um lugar escondido, liga seus equipamentos e ajeita o capuz.


-------------- Enquanto isso no ônibus Morungava----------------------------


- Trezentos e oitenta e dois patinhos foram passear, além das montanhas para brincar... -Patty


- Patty, essa música não vai ajudar a passar o tempo. -Tyff/Tyffa/Poodle


- Trezentos e oitenta e um patinhos, trezentos e oitenta, trezentos e setenta e nove... -Haru contava rápido, ansiosa.


O ônibus parou rápidamente, enquanto tentava virar e acabava derrapando. Teria capotado se uma descarga de energia não tivesse puxado-o. Todos olharam pela janela. Estavam estranhando tal visão. Trovão Vermelho só aparecera em jornais municipais, poucos fora da capital sabiam da existência do herói. Na frente dele havia uma criatura verde-transparente estranha, que a única coisa que havia dentro dela, fora um líquido transparente que percorria internamente, era algum tipo de cérebro. Ele soltou varias rajadas de eletricidade na criatura, que parecia absorver tudo. Ele iria jogar uma maior, se não tivesse que se desviar de uma quase flechada flamejante.


- Eu não vou deixar você machucar este lindo bichinho! - Pepito olhou para trás. Havia uma garota que usava saia preta, cotturno e uma mascara que cobria apenas os olhos e tinha um par de asinhas, uma de cada lado da cabeça. Seus cabelos eram vermelhos e ela segurava uma besta, que ela carregava novamente com uma flecha e fazia pegar fogo por sua vontade.


- Lindo bichinho? OLHA PRA ESSA CRIATURA! E, hey, eu sou o nice guy aqui! Ele é mau!


-------------- Enquanto isso, no ônibus ----------------


- Haru, olha isso! - Tyff


- Patty, olha isso! Patty? - Haru procurou Patty, que havia sumido do ônibus.


- Ela disse que ia no banheiro. Azar o dela, ela ta perdendo tudo isso. - Tyff


-------------- E na estação de ônibus ------------------


- Merda! O Pepito que não volta! - Matt ligou o mp3 e ficou ouvindo músicas gays.


-------------- Voltando ------------------------


- Você tentou virar o ônibus! - A garota atirou outra flecha, que jogou o capuz de Pepito para trás, mas este puxou rapidamente de volta.


- Eu estava colocando o ônibus de volta no lugar, idiota!


- Ah... Hei! Eu vi teu rosto! Tu é o Pep... - Ela tomou um choque de Pepito


- Pare de falar, aquela ameba gigante ta tentando absorver aquele ônibus!


- Deixa que eu ajudo! - A garota jogou uma flecha de fogo na criatura. Ela foi perfurada e pegou fogo por alguns segundos, até jorrar água e aquelas feridas cicatrizarem. A criatura veio na direção dos dois.


- Muito obrigado! Agora ela quer nos matar!


- Hey, isso foi ironia?


- Não! Agora ela não quer mais o ônibus, os inocentes estão salvos! E você me deu uma idéia! Atire quantas flechas conseguir na criatura.


- Por quê?


- APENAS FAÇA, ANTES QUE ELA NOS MATE!


A garota atirou uma flecha flamejante, que no meio do caminho se multiplicou em dezenas outras. Abriu vários buracos na grande criatura. Logo em seguida, Pepito descarregou uma grande quantidade de eletricidade vermelha na criatura, que pegou no cérebro e esta morreu, explodindo.


- Ué, não entendi.


- Ele era feito de alguma substância, provavelmente borracha, à julgar pelo que vi, e isto absorvia minha eletricidade. Internamente, havia praticamente só água. Você abriu espaço para eu atacar e eu finalizei. Por sinal, quem és tu? Como sabes meu nome?


- Adivinha! Der! Meu nome de alter-ego é Patty BiruBiru.


- Ok, por enquanto, me chame de Trovão Vermelho. Se tu és a Patty, então lá dentro...


- Vai lá, Romeu...


Pepito corre em direção ao ônibus, arranca a porta. Todos estão espantados com a súbita entrada do herói de vermelho. Ele correu até o banco de Haru, e a olhou de frente. Esta conseguiu olhar por dentro do capuz e reconheceu o garoto. Beijam-se, mas são interrompidos por um "caham"

- Patty, tu voltou do banheiro! - Haru

- É. Acabei de receber uma mensagem da tua mãe. Ela acabou de ver na TV sobre o que aconteceu aqui. É pra tu volta com o ônibus, pois ele vai dar meia volta, devido ao que ocorreu aqui. E... - Patty foi interrompida por um "tum".

- O que foi isso? - Tyff

- Ele tropeçou, enquanto tentava fazer uma saída fodônica e discreta daqui.

Pepito se levantou, olhou para elas, olhou para todos e saiu correndo.

---------------------- FIM DO CAPÍTULO! -----------------------

- HEY, E EU? - Matt

---------------------- Hm... FIM DO CAPÍTULO! -----------------
Encerramento:https://www.youtube.com/watch?v=41VUkW6Dz1c& feature=player_embedded
6º capítulo
Spoiler:
Abertura:
https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY

------------------------------------ Joguinho!----------------------------------------
Ache pizza e a Lady Gaga neste capítulo.
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- Diga tchau, idiota! - O minotauro deu um soco em Pepito, que foi arremessado para cima. O monstro pulou em sua direção, porém este já tinha se virado para ele.

- Tchau, idiota! - Pepito soltou uma desarga de energia na direção do monstro que o alcançava, fazendo-o cair no chão e caindo de pé e ao lado depois.

- Pelo jeito o trabalho está pronto. - McToy, pelos fones...

- Espera. - Pepito chuta a cabeça do minotauro - Agora sim. Quantas dessas pedras existem no mundo? - O monstro retornou à forma de gema e Pepito a destruiu - Por sinal, ja destruí este, não perca seu tempo vindo até aqui...

- Não reclame, temos equipes no mundo todo caçando-os. Tu só precisas se preocupar com esses que aparecem na tua cidade.

- Ok, ok. Agora quero ir para casa dormir...

-------------- Quebra de espaço-tempo ("Enquanto isso"; "Ali perto"; "Mais tarde"; etc) ------------------

- Laska, Dyska, Gaskiy, Gashbergh! - Grande carvalho! Que sua alma seja transferida para alguma consciência! - (Traduzido do idioma indo-hebraico chinês, pelo Google Translator)

- ZASKA! - MERDA!

- NAURENBANGUER? - QUE FOI?

- ABVU! - TU TROCOU AS PALAVRAS, RETARDADO! TU É MUITO IMBECIL!

- Grashgarbararg? Pinaco ZZasco! "Laska, Dyska, Gaskiy, Gashbergh." - An? Fiz tudo certo! "Grande carvalho! Que sua alma seja transferida para alguma consciência!"

- Vacano, Setano, Fuano, Derano: "Me Chank Upany Arcani." - Era para ser: "Ganhe consciência!"

- ZASKAS! - FODA-SE!

----------------------------- Quebra de espaço-tempo -----------------------------------

Estava indo dar uma volta, o tédio tinha batido em sua porta e resolveu sair. Todos seus amigos algo estavam fazendo, e ele nada... Foi ao shopping para tomar algum sorvete e quando chegou na praça de alimentação, lembrou que ela estava toda destruída e estava em obras, por causa do que havia acontecido algum tempo atrás. Ele foi até o outro lado do shopping e finalmente entendeu a verdadeira razão para haver um quiosque de sorvetes na frente de uma livraria, onde não se pode entrar comendo.

Na verdade pode. Se estiver usando roupa de marca. Aí os seguranças não enchem o saco. Mas iriam encher dele, sendo que estava apenas com uma camiseta do ABBA. Seria capaz até de acharem que é metal, pois a camiseta era preta e eles só conhecem pagode e funk. Que merda... O garoto não notou, mas um grupo de adolescentes o seguia atentos à cada passo seu. Ao sair do shopping, foi cercado.

- Hei, garoto, passa tudo! - falou um deles

- Cara, eu não trouxe meu celular, minha calça comprei na Renner e meus All Stars tão fudidos.

- E a camiseta?

- É do ABBA.

- An?

- Não é funk nem pagode.

- Então, an... Cara, não tem nada pra levar de ti. Vamo ti da em ti!

Poderes são tão bons. Com eles se pode defender de idiotas como estes. Uma descarga de eletricidade e puf, foram-se. Mas este garoto não tem poderes. Este garoto não tem um alter-ego chamado Trovão Vermelho, nem um apelido Pepito, muito menos o nome João Pedro. Fudeu. Quase. Cinco segundos. Um para um feixe de luz vir em sua direção e ser absorvido, um para tomar total e rapida consciência do que acontecera, um para o txuntxá dar-lhe um soco e mais um para gritar ai. O garoto tinha transformado todo seu corpo em madeira. Em madeira de carvalho. Não caralho, carvalho. Em sua cabeça, ao invés de cabelo, agora tinham galhos com folhas. Ele parecia uma árvore. Ele, de certa forma, era uma árvore. Ele parou de filosofar e quebrou os garotos "à pau".

- É assim que vocês, frutinhas filhinhos de papai, deveriam ser punidos. Florzinhas. - ( Ta, prometo parar de trocadilhos... )

Os garotos saíram correndo...

--------------------------- Momento para explicação ---------------------------------

Por que ele já tinha consciência de tudo que havia acontecido? Fail do autor? WRONG!
Plantas, minha gente, tem vida e alma também. Tudo que ela presenciou, incluindo o ritual ( para os lentos: aquilo lá em cima era um ritual ), foi transferído junto com tudo para o garoto.

---------------------------------------------------------------------------------------

- Hey, tu! Pega no meu pau!

- An? Trovão Vermelho? Aquele herói que tem aparecido no jornal? Cara, eu sou teu fã!

- Pare de bobagem, seu delinquente! Não puxe meu saco, monstro! Que tipo te monstro tu és? Um brócolis gigante? Chocante! - ( Ta bem, foi o último. Desculpa pela rima também. )

- Cara, que que eu fiz? Eu tava só... - o garoto de madeira levou uma descarga de energia e foi arremessado longe.

O garoto se levantou, correu em direção do Trovão Vermelho e deu-lhe um soco de longe, pois seu braço esticou. Pepito não conseguiu escapar e levou em cheio na barriga. Vomitou sangue e seu almoço. Tocou no braço do carvalho humano e soltou uma alta carga de eletricidade vermelha. Os dois caíram no chão. O fone de Pepito tocou e ele atendeu.

- AI! Saco! Esse toque dói! Que foi?

- Pára de brincar e vai lutar! -McToy

- Eu to no meio da luta aqui!

- Não minta. O monstro está perto de ti, mas não tanto para estar numa luta!

Pepito levantou a cabeça. Olhou o garoto estranho. Olhou à volta e avistou ao longe uma lagarta gigante. Ele desligou o fone, levantou-se e foi até perto do garoto.

- Se tu não és o monstro, quem és?

- Eu... sou... - O garoto pensou um pouco. Ele poderia inventar um alter-ego. Afinal, feito de madeira fica irreconhecível. - o Carvalho. Ganhei meus poderes à pouco. Sabe, eu tava sendo assaltado e...

- Foda-se a tua história. Ainda tem energia pra levantar e lutar? Acabei de achar o monstro que eu estava procurando.

- E tu achou que era eu?

- Foco, cara! Foco! Vamos-lá!

Os dois levantaram, cansados, e foram em direção à larva gigante e, em meio em combos em dupla e ataques fodônicos, eles derrotaram o monstro. Como ocorreu a luta não é importante, esse não é o enfoque do capítulo!
------------------------- Quebra de espaço-tempo -------------------------------------


- AI, CARALHO! DOR NO OUVIDO

- Que foi, Pepito? - Matt

- Renite...

- Trovão Vermelho! Tem um monstro gigante indo em sua direção, acho que foi mandado pelo Oráculo! -McToy

Neste instante, apareceu um golem de pedra gigante ali perto.

- PRECISO IR NO BANHEIRO! - Pepito e Gustavo
--------------------------------------------------------------------------------
Encerramento: https://www.youtube.com/watch?v=41VUkW6Dz1c& feature=player_embedded
7º capítulo
Spoiler:

Abertura: https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY
----------------------------------------------------------------------------

- Não! Eu quero pudim!

- Seu idiota! Isso lá é cor?

- Tá bem. Bota vermelho e preto, então!

- Que modelo?

- Eu quero um Hovercraft!

- Um carro de verdade!

- Não! Eu sou o herói, eu sacrifico minha vida, eu escolho o meu veículo!

- Mas como tu espera não ser notado num Hovercraft?

- Ora, discrição já não posso fazer mais, né. Além do mais, vocês tem esconderijos em todos pontos da cidade. Eu posso muito bem fugir com ele pra um deles. E o Matt dirige.

- Como? Ele vai ser visto!

- Sei lá, oras. O doutor aqui não sou eu! E trate de arranjar logo o meu Hovercraft e as aulas do Matt de direção.

- Saco... No meio de tantos adolescentes, tinha que ser este?

- O senhor que me escolheu!

- Errado, só fiz o experimento. A outra parte da equipe que te escolheu!

- Dane-se. To saindo. Bye.

- Pra onde ta indo?

- Para Little Waterfall, oras!

- Onde?

- Cachoeirinha!


-----------------------------------PANPANPAN!---------------------------------------

- Amor, que droga que tua mãe não quer que tu va para Porto Alegre por um tempo... - Pepito

- E tu acha que ela ia deixar, depois dum monstro estranho gigante tentar engolir o ônibus que eu tava? - Haru

- Mas eu te protejo!

- Posso dizer pra ela que tu é um experimento do governo que tem a habilidade de controlar um tipo mais poderoso de eletricidade e que todo dia luta contra monstros gigantes e delinquentes que tentam dominar o mundo?

- Não.

- Então?

------------------ Quebra de espaço/tempo, Pate Birubiru ( Ela me mandou trocar) ------------

- Ronda diurna. São nove horas da manhã e estou fraca. Acabou o Neston. Essa é minha missão! ACHAR NESTON!

Pate Birubiru, em sua roupa comum do dia-a-dia, andava dentro do supermercado tentando achar o tal Neston, enquanto segura uma bolsa pesada pra... ( Pode fala palavrão aqui? Ah, foda-se. ) ...caralho. Sua atenção foi voltada à um tumulto na rua de fronte ao super. Mas ela não conseguiria fazer nada. Não sem Neston! Comprou uma garrafa de 300 ml de Neston. Não era muito, porém era o suficiente. Tomou tudo rápido e saiu correndo ao banheiro, para se trocar.

------------------ Quebra de espaço/tempo, Pepito e Haru -------------------------------------

- CARALHO!

- Que foi, amor?

- Meu ouvido...

- Tão te chamando?

- É!

- Vai lá, então!

- Mas, mas... E tu? E o filme? E o chocolate?

- O mundo é mais importante! Mas, pera, tu vai ter que ir até Porto Alegre?

- Não, é aqui mesmo...

- Melhor, é mais rápido. Vai lá!

- Tá bem...

--------------------------- Quebra de espaço/tempo, Pate Birubiru ----------------------------

- AH! BICHOS MALDITOS! MORRE! MORRE! MORRE! - Pate atirava flechas flamejantes em esqueletos vivos que estavam atacando a cidade, matando pessoas e destruindo tudo. Ela tentava procurar a fonte daquilo. Um ia cravar um machado em suas costas, mas ele levou uma descarga elétrica e caiu.

- Hei, precisa de alguma ajuda? - Trovão Vermelho estava de pé em cima de um carro. Pulou no meio dos esqueletos e começou a meter porrada. Mas, por mais que tentasse, não estava conseguindo vencer total. Quanto mais esqueletos eles destruiam, mais apareciam.

- Que inferno essas criaturas! Algo ou alguém deve estar controlando estas coisas. Mortos não ganham vida assim do nada! - Pate

- Se essa confusão toda parasse, eu podia parar para pensar e tentar solucionar o problema.

- Sim! Estes gritos, os barulhos de ossos rangendo e essa música!

- Música? Que mú... - Pepito calou-se, pulou em cima de um pequeno edifício, dando descargas elétricas para se pulsonar e conseguir. Parou, fechou os olhos e ouviu uma melodia que vinha de longe. Ele olhou em direção da fonte e viu um homem vestido de roxo tocando uma flauta.

Pepito olhou para um monte de policiais que estavam encurralados dentro do supermercado. Pulou de prédio em prédio até chegar lá. Entrou pelo telhado, pelo duto de ventilação. Olhou pra um deles e falou:

- Hey, maricón. Corre lá e pega quantos cd's diferentes do Tequila Baby tu conseguires. E os outros, quero a maior caixa de som que conseguirem e um aparelho de som bem grande também.

Quinze minutos depois, tudo estava em mãos. Pepito levou tudo pro teto. Botou o cd dentro do aparelho, conectou as caixas de som e deu uma descarga elétrica para que o aparelho funcionasse sem estar na tomada. Começou a tocar Bienvenido à Roda Punk. O som mega-alto atrapalhou o som da flauta e os esqueletos ficaram confusos. Pate BiruBiru, que estava toda machucada à essa altura, começava a conseguir se recuperar e ganhar território. Pepito pulou na multidão enlouquecida e começou a meter porrada e abrir caminho até o homem de roxo.

- Beleza, galerinha. Sei que vocês me amam, mas sou um garoto comprometido. Som eletrizante, festa chocante, mas vai ter que acabar. - Pepito chegou no homem de roxo e disparou um baita trovão vermelho nele.

O homem voou longe, parando de tocar e fazendo os esqueletos ficarem inanimados e desmancharem, mas rapidamente o homem recuperou. A música que Pepito colocara acabara, pois a energia toda no aparelho havia se ido. O homem começou a tocar outra melodia, porém esta hipnotizante. Vários dele se formaram em volta de Pepito.

- Aff, caramba. Da direita, da esquerda, da frente, de traz... Qual? Já sei! Todos! - Pepito juntou uma grande quantidade de eletricidade e jogou em todas direções, acertando o necromancer. - Escuta aqui, Sr. Necromancer metido à músico. Tu acabou com o meu dia dos namorados.

- Mas é de manhã ainda...

- Cale-se! Acabou com a minha música...

- Nem sem da onde vinha aquele som!

- Cale-se novamente, to falando! E ainda por cima, tu... tu...

- Acabou minhas compras de Neston! - Pate

- É! Isso mesmo! Então, pelos poderes à mim conferidos, tu estás...

- Preso?

- Fudido! - Pepito energizou sua mão no máximo que conseguia e deu um socão no homem, que voou longe, batendo num prédio.


--------------------------- Quebra de espaço/tempo -----------------------------------

- Amor, cheguei de volta. Vamos ver o filme?

- Já terminei de ver.

- O chocolate?

- Comi tudo. E tu tá fedendo à carniça. Onde tava? Num cemitério? Vai tomar banho e trocar de roupa, depois vem falar comigo!

- POR QUÊÊÊ?
----------------------------------------------------------------------------
Encerramento: https://www.youtube.com/watch?v=41VUkW6Dz1c& feature=player_embedded
8º capítulo
Spoiler:

Abertura: https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY
------------------------ Primeiro spin-off – ou não – de Heróis! ---------------------
12/06/10

Dia dos namorados.
Pepito está preso em Cachoeirinha, numa batalha para decidir se conseguirá chegar a tempo para comer chocolate ou não;
Gustavo está preso no banheiro, enquanto lia uma carta que recebera de um tal Dr. McToy . Ele sabia que não deveria ter comido mais um pastel cheio de óleo.
E apenas duas pessoas poderão ajudar no que aguarda Happy Harbor... Fudeu!

Amália e Pedro estão passeando no Marinha ( No sábado? Coisa de txuntxá... Que decepção... Mas pelo menos é de manhã e os filhinhos de mamãe estão esperando a mamadeira -q ) e então Mauro, ops, ele não aparece ainda, esquece o Mauro. Eles passam por um monumento totalmente pichado e vandalizado. Pedro olhou aquilo e começou a raciocinar sobre a obra de arte moderna e chegou à seguinte conclusão:

As pessoas que entendessem arte moderna tentariam apreciá-la, mas não conseguiriam. Então, olhariam para o lado e veriam a natureza, a bela natureza, e a apreciariam. A moral daquilo era ensinar a apreciar a natureza, que é a melhor arte, porque não foi feita por humanos, foi simplesmente, criada.

Porém a natureza ali não era tão bonita também... A menos que uma árvore cortada, uma pomba morta, grama mal cortada e pequenos pés de maconha escondidos sejam belos pra você. Aí filho, cê tem problemas. Enfim, aquilo parecia uma chave gigante, com uma fechadura no canto. Eles andaram mais um pouco e Pedro notou um mendigo caído fedendo a bebida. Não que isto seja raro. O mendigo estava no meio de uma plantação de maconha. Não que isto seja raro também. Tinha uma chave de forma estranha, igual à do monumento, em cima dele. Isso é raro, não? Pedro olhou a chave e se interessou, mas ao chegar perto para pegar, o mendigo balbucia umas palavras em indo-hebraico chinês com sotaque russo. E como o Google translator num ta funfando. Então não vou traduzir. O que importa é que o mendigo levantou um dedo. Pedro levantou dois. Amália levantou três. O mendigo levantou quatro. Pedro cinco. Amália levantou o dedo do meio, deu um soco no mendigo, pegou a chave e saiu correndo. Pedro correu atrás e tropeçou. O mendigo tentou correr também, tropeçou no Pedro, caiu em cima dele, vomitou e desmaiou.

- AAH! QUE NOJO!

- Só não chega perto de mim por uma semana!

- Mas amor...

- E troca a camiseta!

Amália colocou a chave na fechadura e girou. E girou. E girou. E girou. E girou. Pedro ficou cantarolando na cabeça “ You spin me round “. Amália ouviu um click e puxou a chave. Ela tinha quebrado. Pedro se irritou, pegou um clips e arrombou a fechadura. O monumento começou a girar brilhar, piscar e dançar num ritmo parecido com rebolation. Então ele virou uma porta. Amália girou a maçaneta e eles passaram por um portal intra-dimensional do espaço-tempo e foram parar dentro de umas ruínas estranhas. Na parede tinham desenhos de homens no meio de raios, árvores-gigantes com roupas humanas e robôs com aparência de pingüins, entre outras figuras estranhas. Viram um altar onde tinha um frasco de vidro. Nesse frasco continham um líquido estranho e a imagem de uma caveira. Eles tomaram cada um metade e começaram a se retorcer como uma lagartixa com câimbras. Desmaiaram e acordaram meia hora depois. Eles param pra pensar que tipo de impulso retardado fez eles beberem aquilo. Pensaram “foda-se” e começaram a olhar os desenhos nas paredes. Pedro viu uma pedra vermelha em cima dum altar e ao tocá-la sentiu absorver uma energia, enquanto a pedra ficava incolor.



- Pedro! Olhe! Nas suas costas! - Amália ficou assustada com as asas flamejantes de pássaro que cresceram nas costas de Pedro.



- Olha, isto está fazendo sentido. Aquelas imagens na parede!



- Como assim?



- Vou ler para ti. Quer dizer, interpretar as imagens. Monstros antigos faziam terror à muito tempo na Terra. Magos transformam ou aprisionam eles em pedras e mandam para o espaço. As pedras caem denovo. Monstros se manifestam.



- Por exemplo aquele cara com raios?



- Não. Veja. Ele está lutando com os monstros. Assim como outros. Deve ser aquele tal de Trovão Vermelho. E aqueles ali somos nós, aquela imagem ali. Mas tem um erro. Ali é apenas uma pessoa que toma a poção, talvez essas profecias estejam um pouco erradas. Enfim, segundo a imagem, quem toma a poção ganha a habilidade de absorver o poder dessas pedras. Talvez, como não tomei toda, eu não consiga absorver todo o poder. - Pedro recolheu as asas e estas desapareceram. Ele andou até um outro altar e pegou um pergaminho - Aqui está. A localização dos prováveis locais onde cairão as pedras.



- Nossa. Tu tem tanta inteligência pra isso tudo?



O local começou a desmoronar. Pedro foi até onde estava a pedra vermelha, agora incolor, e pegou uma outra que havia do lado. Eles começaram a correr para fora das ruínas. Quando saíram, o portal desapareceu. Pedro jogou a pedra verde para Amália, que absorveu a energia e ficou com os olhos brancos. Ao longe, viram um escorpião gigante que destruia umas casas e matava algumas pessoas. Pedro ativou suas asas, pegou Amália pelas mãos e foram em direção do monstro. Ao chegar lá, Amália tentou de inúmeras formas soltar algum tipo de poder com os olhos, mas nada acontecia. Pedro pegou uma placa de pare e começou a espancar o bixo, enquanto voava e tentava desviar do ferrão.

Num ataque a Amália, o escorpião usou suas garras, mas a garota fugiu, tendo apenas seu cabelo cortado. A garota entrou numa pillha de nervos, criando a distração perfeita na criatura para Pedro cravar a placa na cauda da criatura, prendendo no chão. Amália olhou com fúria a criatura nos olhos, que ficou petrificada. Finalmente ela entendeu seu poder. Pedro ganhou as asas da Fênix e Amália os olhos da Medusa. Pedro subiu o máximo que podia, depois desceu com toda velocidade, quebrando a criatura de pedra. E se quebrando também. As rochas brilharam e se juntaram, virando uma gema verde. Pedro juntou e absorveu a energia, depois quebrou a pedra incolor. Um helicóptero pairava sobre eles. Uma escada caiu dele e um homem de jaleco branco desceu.

- Olá, eu sou o Dr. McToy.
----------------------------------------------------------------------------
Encerramento: https://www.youtube.com/watch?v=41VUkW6Dz1c& feature=player_embedded
9º capítulo
Spoiler:
Abertura:https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY

-------------------------------------------------------------------------------------

Em uma caverna antiga, no meio de ruínas, restauradas e modificadas em algumas partes, Oráculo trabalha para tentar dominar o mundo.


- Muhuhuhuhuahuahuahua cof, cof - Oráculo

- Nossa, quer um vita-c, mestre ? - Algum capanga qualquer.

- Não, seu idiota. E não me atrapalhe. Estou trabalhando no meu grande plano!


- E qual é o grande plano?


- Enfim, consegui uma maneira de derrotar Trovão Vermelho e qualquer amiguinho feliz dele.


- Ele não tem amiguinho feliz.

- Tem o Caralho.

- Carvalho!

- Que seja! Eu irei derrotá-los e ponto final.

- E qual seu plano, mestre?

- Eu finalmente conclui o trabalho de construção dos meus Robôs-Peões.

- E um simples peão vai ganhar daqueles caras?

- Idiota! Um apenas não, são vários. Além do mais, servem só para cansá-los. Pois, ao mesmo tempo, mandarei alguma criatura vinda dessas gemas.

- E se não der certo?

- Aí, tenho uma arma secreta...

----------------------------- Quebra de espaço/tempo, Presídio Carandiroosevelt--------------------

- Ração de aluno sabor polenta com galinha.

- Como?


- A merenda de hoje. Vai querer ou não? - A mulher do refeitório olhava fixamente para Pepito - Vamos, apresse-se. Tem mais gente na fila.

- Não, an... Hoje não vou querer...

- Tem bolachinha de água e sal também.

- Sério, to sem fome. - Pepito pegou um copo de suco com cor laranja, cheiro de morango e gosto de uva, mas que na verdade era de pêra, e sentou-se junto com seus amigos do colégio.

- Blábláblábláblábláblábláblá. Blábláblá? - Disse Mauro ao Gustavo

- Oi? Desculpa, eu tava distraído.

- Perguntei se tu ia no tupã.

- Não dá, ele vai arrumar meu quarto. - Amália

- Vou? - Gustavo

- Sim. Tu prometeu, ontem de noite, quando eu te perguntei: "Gustavo, arruma amanhã a cama da tua irmãzinha querida?". Óbvio, o "irmãzinha querida" foi deboche. - Amália

- Mas eu tava dormindo, provavelmente disse aquilo pra tu cala a boca.

- AI - Pepito, Amália e Gustavo gritaram ao mesmo tempo.

- LOL. Sincronizado. - Mauro

- Eu tenho que ir no banheiro. - Gustavo e Pepito saíram correndo.

- Again, só a Amália que ficou de fora.

- Tô com preguiça de salvar a cidade.

- Como assim?

- Nada não...

------------ Quebra de espaço/tempo, algum lugar da cidade, perto da escola --------------

- Carvalho. Tu também ta aqui? - Trovão Vermelho falou com o outro, enquanto quebrava alguns Robôs-Peões

- Dae, cara. Beleza? Recebi um chamado do chefia lá, que me mandou pra cá quebrar esses robozinhos da porra. - Dizia o garoto.

- Esses merdas são fáceis demais, oras. To é gastando tempo e fôlego. - Trovão Vermelho

- Digo o mesmo, dude. - Carvalho

- Porra, aquele la escapou. Já volto! - Trovão Vermelho seguiu o robô até um galpão abandonado. Lá dentro, começou a procurar pelo peão lá dentro.

Olhou para o lado, viu o ser inorgânico e desferiu uma descarga de eletricidade, porém o robô ficou parado no lugar. Uma risada foi ouvida e Pepito começou a procurar pela origem. Olhou novamente para o robô e viu que era só uma pintura na parede. Olhou para o lado e viu um cara estranho em cima de um contâiner, com uma roupa de artista e segurando um pincel gigante ( Hm... ). O homem movimentou o pincel rápido, como se desenhasse alguma criatura. Um pequeno demônio surgiu da pintura e atacou Pepito. Muitos outros foram desenhados e Pepito estava com dificuldade em ganhar de todos. Gustavo chegou à tempo de ajudar.

- E os robôs lá fora?

- Acabaram. Vai atrás do cara, eu abro caminho.

Carvalho deu golpes rápidos e definitivos nos demônios que estavam na frente do Trovão Vermelho, que pulou em cima do braço do companheiro e o ousou como "degrau" para pular mais alto. No meio do pulo, o pintor fez várias flechas com tinta marrom, que foram na direção de Pepito, que as bloqueou usando a aura vermelha. Chegando perto do homem, concentrou uma grande quantidade de energia no punho e deu um soco no pintor, que caiu do contâiner. Pepito pulou no chão, carregou uma bola de eletricidade e soltou no inimigo, eletrocutando-o e fazendo-o ficar na forma de gema, sua forma anterior. Pepito ia em direção da pedra, mas duas coisas aconteceram.

Primeira coisa: Ele tomou uma voadora nas costas.

Segunda coisa: Enquanto ele tomava o golpe, alguém apareceu voando e pegou a pedra.

Ele não usava camiseta, mas tinha um colar maneiro de dentes de leopardo-das-neves. Usava uma bermuda feita de pêlo branco, assim como braceiras e caneleiras. Estava descalço, tinha o cabelo branco, comprido e usava pintura de guerra feita com tinta azul. Com sua aura azul, pulou na direção do outro que tinha asas flamejantes de pássaro, chifres de touro na cabeça, escamas ao invés de pele e uma cauda de escorpião, no lugar de um braço. Ao tentar chegar no ser alado, tomou uma ferroada e caiu no chão. Pepito tentou soltar rajadas de energia no que voava, mas este desviava. Ao ver que ele já havia atravessado a janela e nada mais era possível fazer, mandou Carvalho, que havia acabado de se livrar do resto dos demôniozinhos, atrás daquele. Trovão Vermelho se virou para o que estava caído, este que já se levantava.

- Quem és tu? Por que me atacas, e qual tua intenção com a pedra?

- Sou Aron. Da aldeia Guerreiros do Gelo. Fui selecionado para ser o representante do semi-deus Glacius, o urso-polar, e defender meu mundo de homens maus. Ao completar meu objetivo em meu planeta, o Sr. Oráculo me pediu ajuda, para me livrar de malfeitores como tu! - Aron jogou uma bola de neve em Pepito.

- Não entendi nada. Mas se tu acha que essa bolinha de neve vai me derrotar, ta enganado.

- Estacas de gelo! - Estacas geladas de gelo ( der ) , pontiagudas e afiadas, materializaram-se diante das mãos de Aron e foram disparados em direção a Trovão Vermelho, que desviou da grande maioria, levando uns raspões e sendo acertado no ombro.

Na adrenalina do momento, despercebeu o machucado. Carregou as mãos e os pés com eletricidade e saiu correndo na direção de Aron. O garoto do gelo lançou uma enorme estaca, porém Pepito se abaixou e rolou, se levantando rapidamente após ter passado e pulando na direção do outro com o pulo aumentado graças as pulsões de eletricidade. Aron jogou dezenas de estacas para cima e algumas pegaram de raspão em Pepito. Trovão Vermelho estava no fim da queda, pronto para dar um soco no outro garoto, mas sentiu a estaca que havia sido desferida em seu ombro. Se embolou no ar e caiu no chão. Olhou para o pedaço de gelo, arrancou e olhou com muita raiva para Aron.

- Trovão Vermelho, cheguei! Já acabou com ele? - Carvalho chegava correndo. - Não consegui seguir o outro.

- Não ta vendo que to lutando ainda? - Pepito se vira novamente para Aron, porém ele já havia sumido. - Ué? Onde ele tá?

------------------------------ Quebra de espaço-tempo, base do Oráculo ----------------------------

- Por que me chamaste? Eu já estava com ele em mãos!

- Não. Ele é forte. Mesmo que tu tenhas capacidade para enfrentá-lo, seria difícil. Com o Carvalho junto? Impossível.

------------------------------ BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEP --------------------------------------
Encerramento: https://www.youtube.com/watch?v=41VUkW6Dz1c& feature=player_embedded


Última edição por Pepito em Seg Ago 30, 2010 3:51 pm, editado 4 vez(es)
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Mensagem por Ero Baacky em Qui Jul 29, 2010 4:09 pm

Ahhh,ñ ta ruim, por que ficou muito uma coisa do USA
o cara quer ser um heroi e tal e o negocio dos meteoritos(talvez esteja bom, mas n Faz meu estilo de estoria)
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Mensagem por Convidad em Sex Jul 30, 2010 10:38 pm

ficou muito kick-ass

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Mensagem por Ero Pepito em Sex Jul 30, 2010 11:35 pm

eu nem conhecia kick-ass aindaqndo comecei u.u
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Mensagem por Ero.KirakO. em Dom Ago 01, 2010 11:48 pm

Eros & Ecchis

Só lee os dois primeiros Cap. ^^.

Mias gostei batante.

amanhã vou terminar de ler,e vou dar um dona Edit no meu post,falando sobre oqeu eu achei.

Continue fazendo,eu vou ler e póstar oq que eu gotei e oque eu não gostei.

Cara gostei do seu mangá,continue escrevendo cara Very Happy

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Mensagem por Ero Pepito em Qua Ago 18, 2010 10:05 pm

CAPÍTULOS NOVOS DE HERÓIS:
10º Capítulo
Spoiler:

Abertura:
https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY

-------------------------------------------------------------------------------------

- Deixa ver se eu entendi... Tu convidou ELES para fazer um grupo? - Pepito, a bordo do McCóptero.

- Sim - McToy

- Aham! - Gustavo, se revelava-se como Carvalho

- Yupi! - Pedro

-Weba! - Amália. Ela e o namorado se autodenominavam o casal Amálgama

- Abvu! - Matt

- Mas por que ELES? Tipo, não tinha gente melhor?

- Eu ainda questiono meus superiores por que te escolheram, então não reclame.

- Tá pessoal, salvar o mundo não é tão simples assim. Não pode sair correndo pela cidade, com um controle de wii, lutando contra a Google.

- Mas, por que o Matt tá aqui? Ele não tem poderes! - Gustavo

- Eu vou dirigir o hovercraft dele! - Matt

- Hover-o-quê? - Amália

- Isto! - Matt mostra uma foto de um hovercraft preto e vermelho.

---------- Ruptura espaço-temporal (é mais bonito que quebra no espaço/tempo) -------------

- Conseguimos localizar a posição dos garotos, senhor. Parece que estão reunidos à bordo de um helicóptero, junto com McToy. - disse o capanga

- Parece que esses jovens unindo oficialmente. Bom! Já tinha um plano de captura. Agora isso só precisará de uma improvisação. Aron, derrube aquele helicóptero. Leve consigo estes monstros da gema e os Robôs-Peões e capture Trovão Vermelho. Os outros, mate-os.

- O que fará com ele? - disse denovo o subordinado, enquanto Aron saia do local.

- Está vendo aquele cão? - Oráculo aponta para um daschund marrom preso numa cerca e que chorava sem parar.

- O que tem?

- É isso que acontecerá com nosso "querido" herói: - O Oráculo apitou um apito ( an? ) e o cão virou um cérbero de 1,68 m de altura. O vilão colocou um pedaço de carne dentro das calças do capanga e o jogou dentro da área cercada.

-------------------------------- Ruptura espaço/temporal -----------------------------------

- É por isso que precisamos nos concentrar, será uma luta muito difícil! - Matt

- Mas com essa tensão, será difícil o confronto. - Gustavo

- Existe um traidor entre nós! - Amália

- Concordo! E acho que é tu mesma! - Pedro

- Eu sabia! Tu que tentou me envenenar! - Pepito

- Da pra pararem de jogar RPG e se concentrar no que é mais importante? - McToy

- Somnium Venator. - Pepito

- O quê? - McToy fez uma cara de tipo, que merda random é essa?

- O nome do grupo.

Neste momento, Aron jogou dardos de gelo no helicóptero, porém este desviou, mas sem querer, pois estava balançando devido ao retardado do Pepito tentando chegar no banco do co-piloto, pra ficar apertando os botões que piscavam com luzinhas coloridas. Num desses botões, ele ejetou as hélices....

---------------------------------- Ruptura espaço/temporal ---------------------------------

- Um botão de ejetar hélices?

- Vai que tu cai numa ilha e precisa de um ventilador de teto?

- Faz sentido... Quer amendoim?

---------------------------------- Ruptura espaço/temporal ---------------------------------

- Hahá! Derrubei essa joça! Flecha-metálica, pegue Pepito e volte para a base. - Aron ordenou o monstro da gema, que tinha o corpo humanóide, revestido por ferro, e tinha poderes de atingir velocidades surpreendentes. Ele pulou, pegou Pepito e foi embora.

Durante a queda, Carvalho pulou fora e esticou suas pernas de madeira até elas chegarem no chão, parando a caída. Depois, ele foi recolhendo até botar o helicóptero no chão. Este foi o primeiro atacado.

Levou uma voadora de um homem que vestia uma túnica e estava encapuzado. Ele tirou a vestimenta e mostrou seu corpo feito de aço puro. Eles começaram a briga, e a cada golpe do homem de metal era mais danoso que os do Carvalho. Carvalho estava perdendo a luta, mas se abaixou na hora exata de um soco e deu uma rasteira no monstro. A criatura estava se levantando, mas levou um soco de Carvalho, que apartir daí não parou mais de bater. A princípio, nada tinha efeito, mas após tantos socos no mesmo lugar, ele amaçou o ser metálico, destroçando seu cérebro e fazendo-o voltar a forma de pedra. Carvalho recolheu-a.

Amália ativou o poder de todas as pedras que havia absorvido. Seu braço esquerdo virara uma afiada espada, seus olhos estavam brancos, suas pernas estavam como de felino e seu braço direito era uma bazooka grande pra Carvalho. Ela começou a lutar com os robôs, que eram inúmeros e incontáveis. Quanto mais derrotava, mais apareciam.

Pedro estava engajado na luta com Aron...

- Seu demônio! Não vê que ta pondo em risco vidas inocentes, estando com este homem?

- Cale-se, Aron. Pepito me contou seu nome. Caso não saiba, NÓS somos os bonzinhos. Se as palavras não bastarem, meus punhos irão bastar.

Pedro levantou voo, com a facilidade que suas escamas lhe davam. Aron jogou vários de gelo, mas não conseguiu acertar nenhum em Pedro, já acostumado a voar com obstáculos. Pedro desseu rasante, passando por Aron e fincando nele o punho onde no lugar estava a cauda de escorpião. Aron foi atravessado pelo braço de Pedro, que tirou rapidamente do corpo deste. Ele olhou para McToy, que falou algo num walk-talk e um helicóptero chegou em cinco minutos. Pedro subiu no aeromóvel carregando o corpo de Aron. Carvalho ajudou Amália com os robôs e depois todos subiram no helicóptero e partiram, imaginando uma forma de salvar Trovão Vermelho.

----------------------- Ruptura espaço/temporal -----------------------------------------

Pepito estava imobilizado, em uma parede, preso por umas algemas de borracha. Várias pessoas, capangas do Oráculo, estavam ali perto. Pepito gritava com eles e xingava, porém nada adiantava. Um balde de carne crua e fresca foi despejada em cima do garoto.

- Então, finalmente nos encontramos, meu jovem.

- VAI SE FUDER, SEU VELHO BROXA! ME TIRA DESSA MERDA AGORA OU VO COME TUA FILHA! OPS, TU NÃO TEM FILHA, É BROXA! ME TIRA, VIADO DE BOSTA, E ME ENCARA PESSOALMENTE, AO INVÉS DE FICAR MANDANDO TEUS NAMORADINHOS E TEUS BICHINHOS. NÃO TEM CORAGEM? VIADO!

- AH! EU TAVA TENTANDO SER CORDIAL, VO TE MATA RÁPIDO! TRAGAM O CÃO!

- Senhor, temos um problema. Um pouco depois do guri chegar, o cachorro começou a chorar mais ainda.

- AH, NÃO ACREDITO! EU MESMO VO BUSCA! - O Oráculo saiu daquele grande pavilhão, entrando num portão. Minutos depois, ele voltou com o Cérberus. - Aqui está seu destino! Este cão alterado magicamente te matará!

O cachorro demoníaco saiu correndo na direção de Pepito, porém ao invés de comer, morder ou estraçalhar o garoto, ele simplesmente lambeu a cara de Trovão Vermelho.

- An, mas o quê? Para, para... Pateta? Meu cão?

- PATETA? MEU CÃO? QUEM FOI O IDIOTA QUE PEGOU ESSE CACHORRO?

- O senhor mesmo... - disse um capanga

- Hey, seu idiota! Da próxima vez que for alterar algum animal de extimação de algum herói, tome cuidado para não escolher o dele mesmo! Pateta, me solte!

- Não vai adiantar, ele é só um cachorro. Eu estava controlando-o só pela fome e... - Com cada uma das três cabeças, Pateta arrebentou uma algema. Duas das mãos, uma da perna. A última, Trovão Vermelho abriu sozinho.

- Senhor, ele foi alterado geneticamente para poder receber os poderes, isso deu um pouco mais de inteligência a ele.

- SEUS IDIOTAS! ABORTAR MISSÃO! - O Oráculo saiu correndo do local, com alguns capangas. Outros ficaram para impedir Pepito e Pateta de sair do local. Foram devorados ou tostados. Ou tostados E devorados. Não necessariamente nessa ordem.

O monstro da gema com poderes de alta velocidade tentou fazer algo... Mas eletricidade + ferro = imã. E Pepito gosta de imãs. O monstro de metal virou um imã vivo. Vivo até o cachorro devorar ele. Após a carnificina, Pepito saiu, explodindo o local, dando um curto circuito de grandes proporções no sistema elétrico do prédio. Pediu para Pateta voltar ao normal e este obedeceu. Mas voltou a lamber a carne que estava em Pepito.
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Encerramento:
https://www.youtube.com/watch?v=41VUkW6Dz1c& feature=player_embedded
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NÃO ESQUEÇAM DE COMENTAR. NÃO CUSTA NADA, INCENTIVA O FICCER E ALEGRA MEU CORAÇÃO -Q

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11º Cap
Spoiler:

Abertura:
https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY

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- E como vamos resgatar o Pepito? - Pedro

- Eu não sei. Não pediram o corpo de Aron de volta... Se tivessem com Pepito, pediriam resgate ou algo do tipo, mesmo que fossem tentar aplicar algum golpe. - Gustavo

--------------------- PAUSA PARA PIADA IDIOTA ------------------------------------

TRIRIRIRIRIRIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM

- Alô? - Gustavo

- Nós estamos com o Trovão Vermelho. - Oráculo

- Como?

- FALCONPUNCH!

( Trocadilho, golpe/falconpunch, an,an )

----------------------- PODEM RIR AGORA --------------------------------------------

- Senhor, Aron está pronto... - Um homem de jaleco branco adentra o laboratório e fala com McToy. Todos saem e seguem pelo corredor em direção à uma porta de outra parte do laboratório e entram.

- Ele está pronto para falar? - McToy

- Sim, senhor, inclusive já iniciamos a conversa, como foi de sua ordem, e já colhemos algumas informações. - Aron dentro de um tubo, junto com um líquido verde que o mantinha suspenso. Respirava por uma máscara de oxigênio. O homem foi a um painel de controle e pressionou um botão vermelho.

- Oh, meus caros. Me desculpem por tudo... Nós haviamos sido enganados pelo Oráculo esse tempo todo. Nós pertencemos à uma outra dimensão, na qual somos considerados grandes heróis... Infelizmente, não poderemos fazer mais nada. - Uma voz saia de uma caixa de som.

- Como? Quem? - Pedro

- Apesar de ter sido morto, nós conseguimos manter o corpo de Aron "vivo" para tentarmos conversar com seu espírito... Mas outra pessoa respondeu no lugar. Este que vos fala é Glacius. Ele é um semi-deus da dimensão deles, que de tempos em tempos, se manifesta no mundo humano para ajudá-los. Sempre escolhe um da aldeia Guerreiros do Gelos, e recentemente escolheu Aron como intermediário. De alguma forma o Oráculo os trouxe para cá, e os convenceu de que era o bonzinho... Após tudo que aconteceu e chegarmos nesse ponto, conversamos e mostramos à Glacius as horríveis coisas que aquele cara fez. - Disse o assistente de McToy.

- Hey, Aron, está aí? Desculpe por ter quase te matado cara! - Pedro

- Você o matou. E não o culpo. Estava apenas se defendendo. Porém, agora, estou preso neste corpo... Eu fico no mundo humano até minha presença não ser mais útil ou meu guerreiro morrer, mas Aron morreu cedo demais e o mundo ainda precisa de mim. Além do mais, eu não tenho para onde ir, se não ficar neste corpo. Minhas terras sagradas não estão nesta dimensão. Estarei preso neste corpo até achar outro.

-------------------------------- Ruptura espaço/temporal ------------------------------------

- Ajudar à derrotar gigantes de gelo? Como assim? - Pepito

- Teus poderes semelham-se aos meus em questão de natureza, mero mortal. Há muito procuro alguém com poderes assim, alguém que eu tenha grande conhecimento sobre as limitações. Tu me impressionaste com tuas lutas. Gostarias de trabalhar comigo? Apenas por alguns anos. - O viking loiro olhava com firmeza para o garoto.

- Não posso ficar tanto tempo fora de casa, afinal, sou menor de idade ainda.

- Seriam só alguns meses no tempo de Midgard.

- Ainda sim, fica foda, tiu.

- Entendo-te, nobre guerreiro. Mas podes tu ficar tranquilo, pois sou um deus, e posso facilmente manipular a mente de teus responsáveis, com a ajuda de meus amigos deuses claro.

- Posso levar meu cão?

- Pode.

- Supimpa, loirão.

--------------- Ruptura espaço-temporal, meses depois (WTF? SUPIMPA?) -------------------

- Esta foi a última pedra, chefinho. - Carvalho

- Muito bem, garotos... Voltem ao laboratório. - McToy

Carvalho e Amália entraram no helicóptero com destino ao laboratório. Ao descerem lá, McToy convidou-os todos para irem à uma sala de desenvolvimento da repartição, mostrando-os o hovercraft que havia prometido à Pepito. Infelizmente, ele não estava mais lá. Porém o grupo poderia então utilizar o transporte, ainda sim pilotado por Matt. O cientista os mostrou algumas ferramentas bélicas do aparelho. Entregou um relógio vermelho ao garoto que auxiliava o grupo. Este ficou feliz, era o relógio de controle do veículo. Não seria apenas mais um apoio moral no grupo. Agora podia ter uma participação mais ativa nas missões. Missões que ainda estavam por vir e o veículo seria muito útil. Como no momento.

- Ok, ok. Parece que alguém anda aprontando pela cidade. Para essa missão quero Pedro e Matt. Mateus, se o Pedro precisar de reforços, aperte este botão vermelho no relógio que diz "EMERGÊNCIA!". A ajuda chegará rapidamente. A missão é enfrentar um capanga do Oráculo, que ganhou poder de alguma forma além das pedras. A contagem foi feita e parece que todas estão destruídas ou sob nossa posse.

- Estamos indo, Doutor. - Pedro e Matt
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Encerramento:
https://www.youtube.com/watch?v=41VUkW6Dz1c& feature=player_embedded
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E NO PRÓXIMO CAPÍTULO, A PRIMEIRA PARTE DA SEASON FINALE DE HERÓIS!

NÃO ESQUEÇAM DE COMENTAR. NÃO CUSTA NADA, INCENTIVA O FICCER E ALEGRA MEU CORAÇÃO -Q

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12º capítulo
Spoiler:

Abertura:

https://www.youtube.com/watch?v=OBwS66EBUcY

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ADIÓS, AMIGOS.

- Por que tu ta levando essa pedra incolor? - Matt, que estava de frente para Pedro, dentro do helicóptero.

- Aquela poção que tomei, deveria ser para uma pessoa só. Se eu e a Amália tomamos, talvez o poder tenha sido reduzido pela metade. Após absorver tantas pedras, vai que dá uma sobrecarga de poder? Opa, parece que chegamos. - Pedro.

Pedro abriu suas asas, Matt se segurou nele e eles saltaram no estacionamento do Barra Shopping. Lá, tinha um homem gordo, com uma roupa de inverno preta com detalhes em branco. Ele tinha um gorro preto e uma longa barba negra.

- Primeiro: não é Natal; Segundo: a roupa não deveria ser vermelha? - Pedro

- Ohohohoh! Sou Leonn Iappap, e ao invés de trazer amor, trago terror.

- Ah, ta querendo rimar? Fale mais alguma coisa e sua boca vou socar!

- Mas que muleque atre... - Pedro levantou võo e acertou um soco na boca do adversário, usando uma mão de gorila adquirida com os poderes das pedras.

Leonn tirou do saco de presentes negro um robô gigante. =D Ele começou a atirar em Pedro. Pedro desviou e destruiu todas balas. Estava uma luta parelha. Uma aberração mística contra uma criação poderosa humana. Pedro estava começando a ficar em desvantagem. A luta estava calorosa, quando Pedro sentiu que iria morrer. Porém um grito o salvou. "EMERGÊNCIA!". Matt apertou o botão de seu pulso e o Hovercraft apareceu ao longe. A máquina se desmontou e remontou-se em seu corpo, como uma armadura. "Cool.". A luta robótica começou. Metal contra metal. Bala contra bala. Míssel contra míssel. Bomba nuclear contra bomba nuclear. Porém, nosso gayrói venceu a luta, apesar de sair dela todo desmontado. O problema é que Leonn tirou outra coisa do saco de presentes negro. Um golem de pedra enorme, que terminou de desmontar Matt...

- Pedro, passe seus poderes para a pedra. - Uma voz vinha em sua mente. - Sou eu, Glacius. Passe seus poderes para a pedra, para que eu possa ir lhe ajudar.

Pedro imediatamente fez o mandado. Ao fazer isso, um espírito de urso polar veio em sua direção e entrou no seu peito. Seu cabelo ficou branco e pinturas azuis de guerra apareceram em sua face. Ele era o novo Guerreiro do Gelo. O novo Polar Bearman. A luta foi difícil, Pedro já estava machucado. Mais alguns golpes, e ele já estava no chão denovo. Após causar um bom estrago no golem. A criatura de pedra estava pronta para finalizá-lo, mas um outro grito marcou aquele dia.

- BANZAIIIIIIIIII! - Um martelo eletrificado com a energia de trezentos trovões acertou a criatura, que ficou completamente destruída. - HÁ!HÁ!HÁ! EXPERIMENTE O PODER DO TROVÃO VERMELHO!

- PEPITO! - Matt e Pedro.

- TOMA DESGRAÇADO! - Pepito solta uma de suas famosas rajadas de eletricidade vermelha no Noel das Trevas, seguido de um mega chute carregado de energia. Mais alguns golpes e o inimigo estava no chão.

- Onde estava esse tempo todo? - Matt se levantando, com uma certa dificuldade.y

- Ajudando Thor.

- Como? - Pedro

- Nada não.

- Au au. - Pateta.

O helicóptero logo chegou e nossos heróis embarcaram. A condução os levou para a base, onde Pepito contou sobre sua aventura e todos contaram o que havia acontecido enquanto ele estava fora. McToy interrogou Leonn e descobriu que este nada estava vinculado ao Oráculo, apesar do que todos pensavam. Todos bebiam, comiam e se divertiam. Até que um telefonema abalou o Doutor.

- Pepito, prepare suas malas. Partirás denovo. - McToy.

- Como assim? - Pepito

- Te mandarei a outra dimensão, tens uma missão muito importante para fazer lá. Apenas tu podes resolver. É para lá que o Oráculo foi. É para lá que irás.

- Tá. Então vo lá, do um pau nele e volto. Simples.

- Não é tão simples. Há poucos estudos sobre viajem intradimensional. Todos que foram, não voltaram. Mas é preciso que vás. Se não, o que ele está preste à fazer, destruirá todas as dimensões. Te dou até amanhã para arrumar tuas coisas.

Pepito arrumou suas malas em casa e voltou para a base. Deixara o cão sob cuidados de seus amigos. Fizeram uma festa de despedida aquela noite. Beberam até não poder mais. No dia posterior, com suas malas em mãos e seu Mjonir nas costas, ele deu o último tchau e esperou pela explicação de McToy.

- Te mandarei para um outro mundo. Um mundo especial. Aquele que é o mundo entre mundos, dimensão entre dimensões, pois existe entre todas estas fendas dimensionais. Neste mundo, tu estarás ainda na nossa dimensão. Vá até um santuário de transporte intradimensional, que estará descrito na folha com instruções que te passei. Use as coordenadas e boa aventura. Não se preocupe com este mundo, ele está bem guardado pelos seus amigos aqui.

- Adiós, amigos. - Pepito

E assim, Pepito se parte, assim como a season finale de Heróis...
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Encerramento:
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Mensagem por Ero Diego em Qui Out 07, 2010 11:06 am

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