Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama)

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Mensagem por Ero Diego em Qui Nov 25, 2010 3:13 pm

[quote]Muito bem, essa é uma fic que já tenho a uns 3-4 meses, eu parei de escrevê-la um pouco e agora continuei. Estarei tentando manter o ritmo de um capítulo por semana. Agora nas férias tenho mais tempo para essas coisas Razz
Enfim, é isso, divirtam-se o/



Armor VI




1-
Spoiler:
Índice dos Personagens:
Nome: Daniel Heardnett
Idade: 15 anos
Sexo: Masculino.
Aparência: Cabelos pretos, curtos e um pouco bagunçados. Tem um rosto forte e alegre. Usa uma camisa branca com uma pequena jaqueta azul. Calça Jeans e sapatos pretos.
O que gosta: De perturbar sua irmã, salgados, e de pessoas honestas
O que odeia: Comida azeda, ser tratado como criança e que machuquem seus amigos.
Hobby: Ler contos de mistério.


Nome: Dayane Heardnett
Idade: 14 anos
Sexo: Feminino
Aparência: Cabelos castanhos até o meio das costas, com uma tiara roxa simples na frente. Rosto gentil e suave. Usa camiseta azul clara, com short até o joelhos, sandálias bege.
O que gosta: Roupas, doces e música de rock e pop e coisas fofas
O que odeia: Que o irmão a perturbe, peixe e que peguem suas coisas sem permissão.
Hobby: Ouvir músicas



Capítulo 1: O Início de um novo começo



-Vamos logo Day! Vamos nos atrasar!!

Naquele momento tudo o que importava a Dan era chegar logo no colégio. Naquele dia haveria uma importante competição e ele prometera ir ver os colegas, mesmo que não participasse. Mas Day estava atrasada se arrumando, como sempre nos últimos três anos:

Day: Calma aê!! Já estou indo, só falta achar meu iPod.

Dan: Ah meu Deus! Vamos chegar atrasados outra vez...

Três anos atrás os pais dos dois haviam morrido em um acidente de carro. Só restavam eles desde então. Tinham ido parar em outra cidade e em outro estado. Foram colocados em uma casa no subúrbio, onde teriam que se virarem sozinhos. Tinham entrado na escola do bairro e tiveram que se sustentar com a renda mensal que vinha todo mês, do que seus pais haviam deixado. Era uma vida difícil, mas não insuportável. Eles haviam feito vários amigos desde então, e estavam pensando em trabalhar em algum lugar e ganhar um dinheiro extra. Não era algo prazeroso, mas algo que tinham que fazer se quisessem melhorar de vida. Dan está no Ensino Médio enquanto Day está no último ano do Ensino Fundamental.

Day: Pronto achei – aperecendo do lado de fora – Vamos logo!

Dan: Agora você diz isso....

Eram três kilômetros até a escola, Dan ia de bicicleta, um modelo moderno e esportivo, seu maior orgulho. Day ia de patinete, uma modelo simples, mas muito confortável de se andar.

Day: Ei Dan, hoje de noite nó temos que fazer o trabalho comunitário se lembra? ‘-‘

Dan: Ih! Tinha me esquecido! Por que nós é que temos que limpar o gramado hoje? u.u

Day: Porque fomos inscritos no programa voluntário pra termos uma boa nota em trabalhos sociais. ‘-‘

Dan: Aff! ¬¬

Day: Deixa de reclamar e vamos logo, a Bia me disse que vai me passar a nova música do Justin Bieber! *-*

Dan: Deixa de ser viciada garota!! Ele não te quer!

Day: Cala a boca! – deixando Dan com um galo na cabeça.

Atrás de um prédio, algo está olhando os irmãos. Observa os dois chegando na rua e se afastando rapidamente até não podê-los ver mais. Depois de alguns segundos calados, diz em uma silenciosa voz sibilante:

- Achei....Finalmente achei....
.............................................
Professora: Daniel e Dayane, ficarão aqui para limpar o gramado, creio que isso lhe dará pontos extras na minha matéria.

Day: Claro, faremos com prazer... - dá uma cotovelada nas costelas de Dan, que estava aéreo.

Dan: Ai! Porque voc.....Quero dizer, sim, com prazer.

Professora: Vamos lá então.

A professora deixou os dois sós no campo enquanto limpavam as folhas caídas. Day estava muito feliz ouvindo a nova música que consegui, enquanto Dan só estava pensando em quando sairia dali e como conseguir passar da última fase de God of War.

Durou bastante tempo aquele serviço tinha começado, à tardinha e estava de noite. Juntaram todas as folhas e as colocaram em um saco. Deixaram na lixeira perto do campo e saíram do colégio. Estava completamente vazio lá fora. Embora a cidade não fosse violenta, poucas pessoas saiam de suas casas por aqueles lados. Ainda que parecesse tudo normal, Dan não se sentia bem. Aquela sensação ruim estava com ele desde aquela tarde. Se sentia ainda pior quando via aquela rua escura e vazia. Parecia até algo anormal, um colégio tão cheio de dia poderia ficar tão solitário de noite. Pensou que seria melhor se apressar logo para casa antes que algo de ruim acontecesse.

Infelizmente era muito tarde.

A bicicleta foi totalmente destruída em um segundo, não pode ver nada. Por um momento parecia que ele estava flutuando no ar, mas essa sensação durou pouco, logo caiu duramente no chão, rolando alguns metros de distância.

Day: Dan! O que houv...- O patinete de Day foi destruído do mesmo jeito, ela também rolou no asfalto , chegando perto do irmão.

Dan: Droga!- se levantando e ajudando a sua irmã- o que foi isso?

Então ele viu um ser, um ser que ele nunca teria imaginado existir de verdade. Algo que possuía uns dois
metros de altura, corpulento e com mãos incrivelmente longas, com pernas curtas, o que faziam com que as mãos tocassem o chão. Ou melhor, as garras, possuía três em cada com um animal selvagem, o rosto era junto ao corpo, parecia não haver pescoço os separando, e a cara em forma de ovo com um rosto com olhos esbugalhados, juntos com um nariz tordo e dentes podres formando um sorriso grotesco, Nunca imaginaria que algo assim pudesse existir.

Dan: Quem é você? O que você quer?

????: Não precisam saber disso, não vai ser útil quando estiverem mortos!

Aquele ser avançou contra ele, usando suas garras para lhe dar um golpe lateral, mas Dan foi mais rápido e saltou, esquivando do golpe, e avançando em cima do oponente.

Dan: Me desculpe, mas morrer não está em meus planos! – Desferiu um direto de direita em sua queda, mas ele permaneceu impassível, e lhe bateu com as costas das garras, o que fez Dan rolar mais alguns metros.

Day: Dan!!! – mas antes que pudesse correr até o irmão foi atingida por um soco por aquele ser, que a fez cair mais alguns metros de distância, inconsciente no chão.

Dan: Mana!!!

Ele nunca havia ficado tão furioso em sua vida, se levantou ignorando os ferimentos e avançou pra cima daquele monstro que havia machucado a sua irmã. Ele só pensava em socá-lo até a morte por ter machucado a irmã que tanto amava.

Dan: Idiota!

O ser deu um direto de direita, ma que teve um efeito muito diferente do que havia sido levado por ele. Dan sentiu como se cada osso do seu corpo estivesse sendo comprimido por aquele golpe, que o jogou novamente longe, mais longe do que o último o havia levado.

????: Hehe, parece que sem muito trabalho por aqui, não foi nada divertido, vocês são muito fracos....acho melhor terminar tudo e voltar logo.

“Droga! É assim que vai acabar? – Dan via o ser se aproximando com aquelas monstruosas garras vindas em sua direção. - É assim que vou terminar? Como alguém que nem pode proteger o que lhe importava? Nem pode proteger sua própria irmã? – O sorriso cruel do rosto do ser que havia lhes abordado só lhe fez sentir mais raiva – Que droga! Eu não quero que isso acabe assim, mas não tenho mais forças.....acho que o destino não sorriu pra mim – Agora o ser só estava a poucos metros dele, já estava se preparando para dar o golpe final – Eu não consegui fazer nada....eu...eu.....falhei....

????: Me parece que já está conformado, pois não se preocupe, só vai doer um pouq....

Um movimento que aconteceu tão rapido quanto o primeiro golpe daquele ser destruindo sua bicicleta, mas agora o que se via era um movimento tão rápido que era um borrão. O ser foi lançado a vários metros de distância, ainda conseguiu se levantar atordoado, mas outro golpe veio de cima e esmagou-o por completo. Dan não tinha mais força suficiente para entender o que estava acontecendo, somente conseguiu ver um homem alto, que segurava uma gigante marreta, que havia feito aquilo com o monstro.

E então tudo ficou escuro.






Próximo capítulo: O que é um Humúnculo?

2-
Spoiler:
Capítulo 2: O que é um homúnculo?


-Onde... Estou?...

Dan se sentia zonzo, abria os olhos devagar, as imagens estavam todas embaçadas, não havia foco em nada que olhasse. Tentou se levantar, mas acabou caindo no chão. Tentou novamente e percebeu que havia uma cama ao seu lado, onde ele estava e acabou caindo. Com um pouco e calma conseguiu distinguir as formas embaçadas que estavam começando a tomar forma definida. O guarda roupa, o som, a cômoda, tudo estranhamente familiar... Com algum esforço, Dan conseguiu se levantar depois de a tonteira melhorar um pouco, e percebeu com alegria e surpresa ao mesmo tempo:

Dan: Estou no meu quarto.

Ainda tinha lembranças confusas da noite anterior, se lembrava de alguém os atacando.... Alguém grande... forte... Muito forte...

Não sabia o que tinha acontecido depois disso, estava tudo branco para ele naquele momento... Então como teria chegado a casa? Foi ao banheiro e passou uma água no rosto, para tentar esclarecer as idéias, mas nada. Quando se olhou no espelho, percebeu que estava com as mesmas roupas do dia anterior. Será que tinha chegado tão chapado ao ponto de nem trocar de roupa? O estranho é que por mais que estivesse com as mesmas roupas, percebia alguma diferença. Nunca foi bom em reparar em roupas, mas ficou ali olhando para descobrir o que estava lhe chamando atenção, percebeu que havia uma pequena insígnia em sua roupa, uma insígnia em forma de raio, completamente dourada. Nunca tinha visto algo parecido antes, foi tirá-la para observar melhor, quando ouviu um barulho dentro de casa. Correu procurando o local. Ouviu uns gemidos e foi diretamente para o quarto de sua irmã, ela estava caída no chão perto da cama, igual a ele 5 minutos antes:

Dan: Day, você está bem?

Day: Dan... É você?...Sim, eu estou bem, mas... tudo parece tão confuso....

Dan: Não se preocupe isso irá passar. Aqui deixe eu te ajudar.

Depois de Day estar recuperada, eles conversaram sobre o que tinha acontecido, concordaram que tinham sido atacados, mas não se lembravam por quem ou o que acontecera depois disso. Estavam com várias dúvidas em sua cabeça, mas não tinham como resolvê-las agora, decidiram esperar um pouco para refrescarem as mentes e pensarem nisso depois:

Dan: Day, você por acaso acordou com algum acessório que você não tinha antes?

Day: Sim... Eu acordei com essa pulseira, olha.

E mostrou uma pulseira prateada de corrente bem fina, com uma cruz pendurada, que possuía um circulo vermelho no centro.

Dan: Nossa... Quando eu acordei tinha essa insígnia que nunca vi na vida – e mostrou o raio dourado que estava preso em sua camisa.

Day: Parece a cicatriz no Harry Potter. =D

Dan: Quer parar? ¬¬
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Em um lugar distante dali, um homem andava disfarçadamente pelas ruas. Olhava para todos os lados, como quem poderia estar sendo perseguido. Ao chegar a um local, entrou em um beco e desapareceu.
O mesmo homem agora estava em uma grande sala. Um local bem grande, onde estavam reunidas várias pessoas, sentadas, formando um círculo. A frente estava uma cadeira em um local mais alto, onde uma pessoa estava sentada. Ao seu lado estavam dois outros, um de cada lado. A escuridão do local deixava seus rostos e seus corpos imperceptíveis, só podendo se distinguir a forma de um ser humano e nada mais. O homem que havia entrado se deslocou até o centro do círculo e se ajoelhou, o que o deixou apenas um pouco mais baixo que o homem sentado na cadeira em sua frente, devido a sua elevada estatura. O homem abaixou a cabeça e o da cadeira, que parecia o chefe, começou a falar:

Chefe: Como foi a sua missão?

Homem: Bem sucedida senhor. O inimigo naquele local foi eliminado.

Chefe: Muito bem. Algum problema?

Homem: Bem... Ele atacou dois adolescentes que estavam na rua tarde da noite, quando eu o encontrei.

Chefe: ... Eles ficaram bem?

Homem: Sim senhor, eu os ajudei a voltarem para casa. Mas...

Chefe: Diga.

Homem: Acho que eles foram atacados por que...... Eles tinham uma grande quantidade de Anima.

Todos na sala se movimentam, e se olham entre si, parece que algo perturbador foi dito. O homem da cadeira, entretanto nem se move, só fica em silencio por alguns instantes:

Chefe: Quanto aproximadamente?

Homem: Não sei precisar senhor... Mas muita para um ser humano normal.

Chefe: O que você fez?

Homem: Bem... Como eu percebi que estavam muito feridos e talvez não tivesse tempo de chegar a um hospital.... Eu deixei os SHIELD com eles, para que se recuperassem.

Os outros começaram então a sussurrar, mas o da cadeira foi enérgico e levantou a mão rapidamente. Todos ficaram em silêncio.

Chefe: Normalmente isso não seria o certo... Mas se eles estavam tão feridos assim você agiu bem. Não se preocupe.

Homem: Obrigado senhor.

Chefe: Agora é sua missão entrar em contato com eles, eles não devem ficar assim desprotegidos desse jeito.

Explique a situação e os traga até nós.

Homem: Certo.

????: Eu irei também senhor.

Uma voz aguda e jovem soou, e a forma de uma pequena garota apareceu perto do homem ao centro. Perto dele, sua altura parecia ainda mais baixa pela grande diferença.

Garota: Nós somos uma dupla não? – ela falou com o que estava à frente – Então eu irei também para ajudá-lo, certo?

Por mais que estivesse escuro, se conseguiu perceber que o homem na cadeira deu um leve sorriso.

Chefe: Mas é claro! Vocês dois, vão e tragam esses dois garotos até nós! Essa é sua nova missão.

Garota e Homem: Sim senhor.

E então os dois saíram para a missão.
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Day: Vamos brincar ali! – e corre

Dan: Espera!!!

Dan e Day agora estavam no parque de diversões, que chegara a pouco na cidade. Day correu para o carrinho bate-bate, brinquedo preferido dos dois. Depois de irem ao brinquedo, foram ao banheiro do local.
Era em o local mais afastado, escuro do parque.

Day: E então não deu problema maninho? xD

Dan: Claro que não ¬¬

De repente, Dan percebeu uma respiração atrás deles e mal teve tempo de pular pra trás antes que viesse uma lâmina que rachou o chão onde ele estava décimos de segundo antes.

Day: Dan! Vocês está bem!?

Dan: Sim... Eu acho

Eles viram um mostro, era da altura deles e não era muito forte, mas possuía um rosto de um rato e seus braços pareciam lâminas afiadas. Quando Dan viu isso, teve um choque. Lembrara-se da noite anterior, se lembrou daquele que os atacara. Um monstro como o daquele momento. Agora ele sabia de tudo, ou melhor, quase. Ainda não se lembrava como haviam escapado, mas não havia tempo para isso, o mostro vinha em sua direção e eles precisavam fugir rápido...

Tão rápido quanto o ataque do monstro, outro golpe veio de cima, o esmagando por completo. Os dois ficaram petrificados quando viram os restos do monstro virar pó e ser levado pelo vento enquanto estavam debaixo de uma grande arma parecida com uma grande marreta. Olharam para cima e perceberam um dono tão grande quando o instrumento. Sentada no ombro dele estava uma pequena garota de cabelos escuros. Dan então percebeu como haviam escapado no dia anterior.
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Dan: É O QUÊ????

Dan, Day e as duas pessoas misteriosas estavam agora na lanchonete no parque. Depois de um tempo haviam conversado levemente sobre o que estava acontecendo. Day estava incrédula, mas muito animada.
Dan estava bem desconfiado. Os outros dois estavam agindo como se nada tivesse acontecido , comendo batata frita.

Dan: Recapitulando. Vocês são Alex Rock e Lillyan Lioness?

Alex e Lillyan: Sim

Dan: E vocês combatem esses monstros?

Alex e Lillyan: Sim

Dan: E não são só vocês, existem outros que fazem parte de uma organização mundial secreta que
persegue a mata esses monstros? Da qual vocês fazem parte?

Alex e Lillyan: Sim

Dan: E VOCÊS QUEREM QUE EU ACREDITE NISSO ASSIM, DE UMA HORA PRA OUTRA? ÒÓ

Alex: Considerando o fato de que vocês já foram atacados duas vezes e saíram vivos. Sim

Lillyan: Tem que admitir que não é uma coisa absurda para a situação atual não acha?

Dan: Bem...

Day: Eu acredito! – Falando confiantemente.

Dan: Day... Mas...

Day: Ora essa Dan! Fomos atacados ontem de noite e agora a pouco por monstros horríveis. E fomos salvos
duas vezes pela mesma pessoa. Temos que acreditar nela, é o mínimo que devemos fazer!

Dan: ........certo......

Day: Então –diz se virando para os outros dois – O que são aqueles monstros?

Lillyan: Eles são conhecidos como Homúnculos.

Dan: O que é um Homúnculo?

Alex: Um Homúnculo é um ser criado artificialmente. Eles possuem aquela aparência disforme que vocês viram porque eles são incompletos. Os homúnculos foram criados para terem aparência de humanos, mas com melhor físico e psicológico. No entanto, as tentativas que não deram certo se transformam naquilo que vocês viram seres sem consciência que se alimentam da carne que encontram. E de preferência, carne humana.

Day: Quem tentou criar esses homúnculos?

Alex: Cientistas tentaram há muito tempo na época da alquimia ainda. Alguns queriam mostrar seus avanços aos colegas, outros queriam até mesmo criar um exército próprio com esses seres. Várias pessoas tentaram, no entanto o conhecimento de como criá-los está esquecido há muito tempo.

Dan: Entendo... Então, que organização secreta é essa que vocês participam?

Lillyan: é uma organização fundada há muito tempo atrás, com o objetivo de exterminar os homúnculos e proteger as pessoas de todo o mundo de sua voracidade. Ela tem se espalhado pelos quatro cantos do mundo e hoje abrange praticamente todos os países. No entanto continua tão secreta como era ah séculos atrás.

Alex: Ela é conhecida como: ARMOR SHIELD






Próximo capítulo: Desperte Trovão!

3-
Spoiler:
Capítulo 3: Desperte Trovão



As falas com * significam pensamento


Dan: ARMOR SHIELD...

Os quatro tinham saído da lanchonete estavam andando pelo parque. Dan e Alex comiam um sorvete cada, enquanto Day e Lillyan, um picolé. Estavam andando por entre os brinquedos, tentando se misturar a multidão faziam um grupo meio esquisito: Dois adolescentes junto com um Cara alto e parrudo de aparência séria, de curtos cabelos pretos e olhos, que usava um leve sobretudo preto, que combinava com as calças também pretas, e por baixo uma camisa branca. Além de uma menininha baixinha e magra de cabelos castanho escuro ondulados e olhos também castanhos,com camiseta azul e um short jeans claro. Mesmo assim tentavam ignorar os olhares das pessoas e a conversa anterior ainda continuava...

Dan: Então vocês protegem as pessoas desses monstros... Mas espera aí! Se vocês são uma organização secreta, então por que estão nos contando tudo?

Lillyan e Alex se entreolharam, como se estivessem pondo em pauta que deviam falar naquele momento. No final Lillyan balançou a cabeça afirmativamente e Alex concordou e se virou para Dan e Day.

Alex: Vocês por acaso sabem o que é o Anima

Dan e Day: nunca ouvi falar

Alex: Foi o que pensei... O Anima é a energia que existe dentro de cada ser vivo. Em cada um de nós existe uma grande energia que não pode ser percebida ou usada por pessoas normais. É a energia acumulada em todo o nosso corpo, em cada uma de nossas células, tanto na mente, na alma e no corpo. Ela é conhecida com vários nomes ao redor do mundo, que vocês já devem ter ouvido muito falarem, principalmente em relação aos povos orientais, que mais o conhecem e o estudaram: Chi, Ki, Chakra...

Lillyan: Como já dissemos, os homúnculos foram criados na época da Alquimia ainda. Com técnicas muito rudimentares, alguns dos que podiam usar o Anima também eram alquimistas. E usaram esse conhecimento para avançar em suas pesquisas, com o fim de criar um homúnculo. Por mais que você tenha matéria necessária e conhecimentos químicos avançados, não se pode criar uma vida apenas com isso. Ainda mais uma tão complexa quanto à humana.

Alex: Então os alquimistas que podiam usar o Anima canalizaram parte dessa energia para os homúnculos enquanto os experimentos aconteciam, assim introduziriam a energia entre os corpos deles e forneceriam a energia que faltava para que a tentativa pudesse dar certo.

Lillyan: Mas como nós explicamos, não deu exatamente como eles queriam. A parte de fornecer a energia necessária para criar a vida deu certo, mas o resultado não saiu como eles desejavam. Se tornaram isso que vocês viram. E para sobreviver como qualquer ser vivo, precisa se alimentar, e eles procuram principalmente os seres que tem o que é mais necessário para eles, mais Anima. E esses seríamos nós, humanos.

Alex: No entanto, se humanos tiverem níveis de Anima acima do normal, ele correm um risco muito maior de serem atacados por homúnculos. Eles são seres instáveis e precisam dessa energia para continuar existindo. Quanto mais energia sua presa tiver, melhor ele irá sobreviver. No entanto é muito raro alguém ser atacado por homúnculos mesmo assim, além disso, alguns que mesmo possuem um Anima mais elevado, muitas vezes nunca se encontram com um até o final de sua vida.

Dan: Espere um pouco! Alguns não encontram até o final de sua vida? Mas nós fomos atacados duas vezes em dois dias seguidos... O que isso quer dizer?

Lyllian: Justamente Dan. Mesmo que vocês tivessem o azar de serem atacados por um homúnculo uma vez, isso nunca aconteceria duas vezes seguidas se vocês não tivessem algo de diferente.

Day: Você quer dizer que... Nós...

Alex: Sim. Vocês têm uma quantidade de Anima muito além do normal.

Um silêncio ficou durante alguns segundos durante os quatro, os irmãos não acreditavam, agora que os homúnculos os acharam, teriam que sobreviver a esses monstros pelo resto da vida? Será que não tinha uma repelente, ou algo que escondesse a energia que eles nem sabiam que emanavam de seus corpos? O que iria acontecer com eles agora então?

Dan: Mas... O que nós...

Lillyan: Eu e Alex também tínhamos uma quantidade anormal de Anima, os monstros logo começaram a vir atrás de nós. Mas então fomos protegidos e acolhidos pela ARMOR SHIELD.

Alex: Nós sabemos que vocês não têm mais pais. Apenas um ao outro. Mas desse jeito não irão conseguir se defender, e não podem esperar alguém como nós sempre apareça para salvá-los. Já foi uma grande sorte eu termos aparecido.

Day: Então vocês querem que nós...

Lillyan: sim. Convidados vocês a se juntar a ARMOR SHIELD conosco.

Mais um silêncio percorreu aquela conversa. Mudar assim, tão de repente? Parecia muito irreal. Eles teriam
que se mudar, e deixar a vida que tinham reconstruído para trás por causa de monstros seculares que se alimentavam se gente. E que estavam especialmente interessados neles por causa de seu Anima? Que a 5 minutos atrás nem sabiam que existia. Aquilo não podia estar acontecendo...

Dan: Se nós nos juntarmos a vocês...

Alex: O quê?

Dan: .....Nós ganharemos armas maneiras também? \o/

Todos caíram para trás de surpresa.

Alex: Sim.... Se você quiser participar das batalhas... - -‘

Dan: Incrível!!!!!!!!!!!! *--*

Day: Não fique tão feliz! Você pode morrer nisso! Ò.Ó

Lillyan: Na verdade... Vocês já as possuem.

Dan: O quê? O.o

Alex: Como vocês acham que guardamos nossas armas? Elas são transformadas em insígnias.

E então mostrou a parte interna do, sobretudo e mostrou uma pequena insígnia cinza em forma de hexágono, com um contorno em preto de outro hexágono dentro.

Lillyan: Elas só mostram a forma de armas quando a ativamos com nosso Anima e dizemos uma invocação, que depende de cada pessoa. Nós a chamamos de SHIELD.

E tirou do bolso uma pequena corrente que formava círculos como uma mola, mas com círculos menores na parte de baixo, dando a aparência ao conjunto de um tornado.

Day: Incrível... Então quer dizer que isso é minha SHIELD?

Perguntou-se tocando na pulseira de corrente prateada fina, que no final tinha uma cruz pendurada, que no centro possuía um pequeno círculo vermelho.

Dan: O que você acha que a minha faz Dan?....Dan?

Dan estava segurando a sua insígnia dourada em forma de relâmpago em suas mãos e a apertava com força, como se concentrando muito e então...

Dan: LIBERAR PODER!

*Alex, Lillyan e Day: ...(ele está tentando invocá-la?) - -‘

Dan: TRANFORMAR!

Alex, Lillyan e Day: ... - -‘

Dan: Já sei! HORA DE MORFAR!

Day: Não me envergonhe!! - E dá um soco na cabeça dele.
.........................................

????: Senhor! Temos problemas!

O local em que o desconhecido estava era o mesmo em que Alex estava algumas horas antes. À frente dele estava a mesma cadeira no local mais alto, com um homem sentado, junto com duas outras pessoas atrás dele, cada uma de uma lado. No entanto, não havia nenhum circulo formado. Apenas os quatro estavam na sala.

Chefe: O que houve?

????: Bem... Eu nem sei por onde começar...

Chefe: Comece pelo começo. Pode falar.

E o desconhecido começou a falar.
............................................

BIP!BIP!BIP!

Day: Que barulho é esse?

Lillyan: Nosso celular pra contato com a base. Recebemos uma mensagem.

Ela tirou um celular branco do bolso e leu o que estava escrito, suas sobrancelhas se cerraram, mostrando que não era coisa boa.

Lillyan: Existe outro homúnculo aqui por perto, a dois quilômetros a oeste daqui. Precisamos ir agora Alex.

Alex: Certo. Vocês dois tomem muito cuidado, pode ocorre um ataque a qualquer momento. Já sabemos onde vocês moram então amanhã de manhã nos falaremos e explicaremos melhor as coisas ok?

Dan: Tá legal...

Os dois saíram correndo, deixando Day e Dan sozinhos no parque de diversões, os dois concordaram que já tinha acontecido muita coisa para ma noite e resolveram voltar para casa.

A rua estava escura e sombria. Lembrava muito o dia anterior, em que eles foram atacados quase no mesmo lugar. Não queriam se lembrar daquilo, e a sensação de algo os observando era intensa. Decidiram apressar o passo. Mas a sensação parecia apenas aumentar, decidiram então começar a correr, mas antes que pudessem fazer algo vários monstros apareceram de todos os lugares e o cercaram por todos os lados. Eram 10, 15, 20 monstros. Todos eles pareciam ter um objetivo em comum, os matar.

Dan: Mas que droga... Malditos homúnculos.... bem que deveríamos ter sido escoltados na volta pra casa.

Day: Isso não importa agora! Estamos cercados e mesmo com esse nossos “grandes poderes” não sabemos fazer nada para detê-los.

Dan: Mas que droga...
.........................................................
Lillyan e Alex estavam vendo os últimos restos do corpo de um homúnculo se transformar em pó. Tinha sido uma vitória fácil e rápida... Até demais.

Lillyan: Que estranho... Porque um homúnculo viria até aqui? Onde não tem alma viva por perto?...Literalmente.

Olhou em volta para o cemitério em que estava não havia nem mesmo um zelador rondando, ninguém estava perto daquele local, e não convinha dizer que o homúnculo estava lá pra dormir, já que eles são mais ativos a noite.

Alex: Realmente não é algo comum.... Será que...

BIP!BIP!BIP! Alex foi interrompido pelo barulho do celular, Lillyan o pegou e fez novamente a mesma cara.
Mas que coisa, três vezes numa mesma noite, o que será que... Mas o que é isso!?

Alex: O que foi?

Lillyan: São muitos! Uns vinte no mínimo, e todos concentrados em um só lugar!

Alex: O quê!? Impossível! Não é do feitio dos homúnculos andarem em grupo, ainda mais tão grande

Lillyan: Acha que eu não sei! Mas é isso que está mostrando aqui...há não!

Alex: O que foi agora?

Lillyan: Eles estão...perto da casa do Dan e da Day.

Alex: Mas que droga! Vamos rápido agora!

Enquanto os dois estavam correndo não puderam deixar de pensar o quão estranho era essa situação.

*Alex: Impossível, isso só pode ser uma armadilha! Mas os homúnculos não são tão inteligentes assim, além disso, um deles iria se sacrificar? E os outros ainda iriam aceitar dividir o alimento? Isso era impossível, simplesmente não fazia parte da natureza deles. O que está acontecendo?...
............................................................
Dan: Toma!!

O homúnculo que havia saltado em cima deles foi arremessado longe pelo soco de Dan. E acabou caindo em cima de outro homúnculo do bando.

*Dan: Como? Eu nem conseguia fazer um monstro sentir meu golpe, e agora ele cai com ele? O que está acontecendo?

Dan: Day! Esses parecem mais fracos do que o da última vez, o ouro nem sentiu meu soco.

Day: E daí! São muitos, não dá pra você derrotar todos? Aliás, mesmo eles sentido o golpe, você nem sabe se pode derrotar um!

Dan: Não seja tão pessimista...

Outro homúnculo atacou, mas pelas costas. Dan acabou sendo jogado contra os outros homúnculos, que impiedosamente se atracaram com ele no chão

Dan: Droga...Day!

Day viu que Dan estava sozinho contra três monstros e ela não sabia o que fazer. Ela estava desarmada enquanto os outros homúnculos se aproximavam dela rapidamente. Não importa se disseram que ela havia uma grande energia dentro de si. Ela não tinha como lutar contra eles.

Dan: Malditos!

Tentou se soltar, mas três deles eram demais, prenderam todos os movimentos de seu corpo, só conseguia ver um deles se aproximando de sua irmã e levantando a mão, ou melhor, a garra para cima, de preparando para um movimento de corte que seria fatal.

Dan: Não! Day! DAAAAAAAAAAAAAAAY!!!!!!!!!!

O tempo pareceu correr em câmera lenta, muito lenta. Aquela lâmina se aproximando de sua irmã pouco a pouco, pronto para tirar-lhe a vida assim que a tocasse. Dan sentiu um desespero que nunca tinha sentido antes. Mesmo na morte de seus pais, ele pelo menos tinha a irmã para se apoiar agora se ela fosse embora também, ele não saberia o que fazer, como iria continuar vivendo?

A lâmina continuava a se aproximar, o rosto cruel daquele homúnculo pronto para tirar uma vida sem misericórdia era a coisa mais horrenda que já tinha visto. Não podia deixar que tudo acabasse daquele jeito, simplesmente não podia.

Foi então que se lembrou de uma conversa que tivera com o pai pouco antes do acidentes que os matara. Ele havia pulado na rua para salvar Doop, o filhote de labrador da família, ele quase havia sido atropelado para poder salvar o cachorro. Quando chegara a casa, todo machucado do impacto com o asfalto. Contou o pai o que ocorrera e pediu desculpas, mas que não podia ter deixado o Doop morrer. O pai não demonstrou nenhuma raiva. Se abaixou e olhou nos olhos do filho com a ternura e o carinho que sempre tinha quando cuidava dos filhos.

Pai: Não se preocupe Dan. Você fez o que devia fazer. Lembre-se que quando algo for importante para você, você sempre a...

As palavras ágoras ressoavam alto, algo se mechia em seu peito, uma sensação que nunca teve. Algo que brilhava muito, muito.

Você sempre a...

Agora sabia, o que fazer...Obrigado pai...

Você sempre a....

Dan: PROTEJA!!!

Um clarão azul acedeu o ambiente de forma repentina. Cegou todos os homúnculos que estavam ao redor, junto com Day. Os seus olhos já estavam aterrorizados quando viu aquela garra descendo para lhe causar um último ferimento. A luz que brilhou tão forte. Perguntou-se se era assim a morte. Mas quando a luz diminuiu, estava lá no mesmo lugar, intacta. O mesmo lugar, com os mesmos monstros, tudo igual...
Ou nem tudo.

Dan estava na sua frente, segurando uma espada que ela nunca vira. Era prateada nas bordas, como uma espada comum. Mas na parte interior, era azul, um azul forte brilhante, como nunca tinha visto. Um azul que parecia... Vivo. Embutido na parte azul havia um circulo azul escuro que parecia girar no próprio eixo. O punho da arma era um prateado normal, comum formato normal também. Mas aquela arma emanava energia, faíscas se soltavam dela, e de Dan também, como se fossem um só. Embora nunca tivesse visto algo parecido, ela sentia... Era energia.... Energia pura.

A frente de seu irmão o homúnculo que estava prestes a lhe matar estava se desintegrando. Apenas a cabeça restava, e já estava se transformando em pó. Olhou para trás e viu que aquela poeira também perto de onde Dan estava antes. Ele tinha saído dela, e derrotado todos, mas isso era...

Dan: Não.....cheguem....perto....DA MINHA IRMÂ!!!

E então atacou a espada, fazendo um movimento de corte horizontal, lançou uma descarga elétrica azul que pegou todo os homúnculos a sua frente, eles tiveram vários cortes, e das feridas ainda saia uma descarga azul quando eram desintegrados, Dan conseguiu vencer 5 homúnculos com esse ataque.

Dan: MORRAM!!!!

Lançou outro raio, ainda maior e mais forte para o lado que restara, 10 homúnculos foram cobertos pela energia que fora lançada, e seus corpos de desfaziam instantaneamente com tamanho poder. A rua tinha sido destruída pela energia lançada, agora tinha dois enormes cortes de cada lado, com o asfalto totalmente devido aos ataques furiosos de Dan.

Day: Irmão...

Dan continuou parado no mesmo lugar, olhando o local onde o pó dos monstros sumiam quando o vento os levava.Se fez um silêncio longo entre eles, aquilo tudo havia sido tão rápido...e tão forte....

Dan: Nada....Nada irá te machucar Day...eu....prometo...

E então desmaiou, caindo lentamente nos braços de Day.

Day: Irmão acorda! Acorda!

A silhueta de duas pessoas correndo aparece atrás de Day.






Próximo capítulo: Quero voar com minhas asas

4-
Spoiler:
Capítulo 4: Quero voar com minhas próprias asas.


As falas com * significam pensamento.

-Ai! Isso dói!!!

Alex e Lillyan haviam aparecido logo depois de Dan ter derrotado os homúnculos na noite anterior. Eles ajudaram a levá-lo para casa e a cuidar de seus ferimentos. Eram machucados leves, mas Dan estava exausto.

- Não deveríamos levá-lo ao hospital?- falou Day, olhando com uma cara preocupada para o irmão da porta do quarto.

- Não se preocupem, os ferimentos deles não são nada. – Alex estava sentado ao lado da cama onde Dan estava colocando uma atadura em seu braço direito - O mais grave foi à grande perda de energia que ele teve.

- Usar a Shield gasta muita energia. - Lillyan estava ao lado de Day na porta do quarto - Dependendo de quanto se usa e o preparo do dono dela, pode levar a inconsciência por drenar muita energia. Como ocorreu com seu irmão.

-Por isso somos treinados especialmente na organização, para nossos corpos agüentarem toda a força que as Shields usam, nós temos que tornar nosso corpo tão forte quanto elas. – Ele falou apertando a atadura de Dan com força.

- Ai! Ai! Ai!! Vai com calma. Os ferimentos leves são os que mais doem sabia?

- Se quer sobreviver terá que agüentar muito mais do que esses simples machucadinhos. – disse se levantando da cadeira – Aquilo foi bem impressionante para uma primeira vez. Mas não vai conseguir se safar assim pelo o resto da vida se não tiver treinado o bastante.

- Eu nem disse que queria isso =T

- Eu sei, mas é a única chance de vocês sobreviverem. Não estaremos aqui para salvá-los o tempo todo.

- Que nem vocês fizeram ontem quando todos eles apareceram e quase morremos?

- Ei! Não comecem a brigar! Por favor!

- Realmente aquilo foi uma grande falha nossa – falou Alex abaixando a cabeça – Mas – continuou,
levantando -a – Isso não ocorrerá de novo, eu prometo. No entanto um dia isso ocorrerá sem nós aqui. Então é melhor que estejam preparados. – e saiu do quarto, com Lillyan o seguindo.

- Mano... – Quando viu que eles já tinham deixado a casa – O que vamos fazer?

- .......... Eu não sei...
======================================

BIP! BIP! BIP!

- Outro sinal de Homúnculo? – flou Alex olhando para Lillyan
- ...Não.....Dessa vez é uma ligação do Comandante

- Do Comandante?.....Deixa-me falar então. – E pegou o celular que Lillyan lhe entregou.

-Comandante?

- Alex, infelizmente você terá que ficar com os irmãos mais tempo do que o previsto. – A voz firme e forte do Comandante fazia muitos inimigos sentirem medo ante mesmo da batalha.

- Mas por que senhor?

- Terei que sair durante um tempo por causa de aviso sobre um acontecimento inesperado. Enquanto eu não voltar, quero que fique com os dois até eu voltar.

- Sim, pode deixar...

- Conto com você, até. – E desligou

- O que foi que ele disse? – Perguntou Lillyan

- Parece que nossa estada aqui terá que se estender um pouco mais...
===============================================

Day saiu de casa para poder comprar comida. Ela estava preocupada com Dan, mas tinha que deixá-lo sozinho por um tempo. Só queria terminar aquilo o mais rápido possível, antes que alguns daqueles homúnculos fossem a casa atacá-los de novo. Ela sabia que eles não iriam atacar durante o dia a vista de todos. Mas aquelas lembranças ruins a causavam muito medo. Não podiam arriscar mais a sua segurança. Precisavam de um jeito de se proteger rápido.

A rua estava movimentada aquele dia, carros de policia passaram com a sirene ligada, como se tivesse havido um assalto por perto. Day comprou a comida necessária, pegou as sacolas e começou a voltar para a casa. Estava com o pensamento muito distraído para perceber o carro parando perto dela e um homem saindo de dentro dele. Seus pensamentos corriam longe sobre o que fazer no almoço, se não fosse o esbarrão que o homem deu em uma passante, Day não teria olhado para trás.

*- Um policial?

Ela viu o carro da polícia parado a poucos metros dali e um policial vindo em sua direção. Na rua, outros carros de polícia apareciam e paravam daquele lado da rua. Será que ela tinha feito algo errado?

- Er... Seu policial... Algo errado...

O policial a ignorou e continuou avançando, ela tentou se afastar, mas o guarda agarrou seu ombro com e a
empurrou com força sobre o muro que estava atrás. Ela tentou resistir, mas ele segurou uma de suas de suas mãos, deixando as compras caírem, e a apertou e pressionou contra a parede, de modo a não deixá-la fugir. Day ficou com medo do que estava acontecendo, porque o guarda a estava machucando?

- Devolva...

- Devolver... O quê? Do que você está falando? – Será que a tinham confundido com alguma ladra? Já tido problemas demais e parecia que só ia piorar.

- Devolva agora mesmo!

- Devolver o quê? Eu não sei do que você está falando! Me solta, você está me machucando!

Mas o policial não largava. Ao contrário, apenas apertava mais forte. Day viu que outros policiais estavam saindo dos outros carros e também estavam vindo para perto dela. Não podia ser presa naquele momento. O medo foi tão grande que chutou o guarda no meio nas pernas. Quando o sentiu gemer e afrouxar a pressão em sua mão, se soltou e deu uma tapa em seu rosto. O policial caiu no chão com suas mãos entre as pernas, mas Day não viu essa cena, pois já estava correndo desesperadamente para o outro lado. Correu e se sentindo idiota por ter feito tamanha besteira, então olhou para trás e viu todos os outros policiais a perseguindo também. Ela sabia que não devia ter agredido um guarda, mas tinha um forte pressentimento de que devia continuar correndo. Foi pela direita em um cruzamento, entrando uma rua mais vazia, percebeu que tinha feito a escolha errada, mas não tinha tempo de voltar. Continuou correndo e forçando as suas pernas já doloridas para continuar o esforço, o barulho dos policiais atrás dela ainda não havia passado, e ela sabia que se fosse pega teria graves conseqüências. Virou pela esquerda em uma pequena viela, já sem fôlego para continuar. De repente uma mão a puxou para o lado e ela caiu no chão frio. Ouviu um barulho de porta se fechando enquanto se levantava rapidamente e percebia onde estava.

Era um quarto pequeno, com as paredes sem tintura, apenas o cinza do cimento colocado como acabamento. Havia prateleiras do lado esquerdo, todas com pequenos quadros dispostos perfeitamente em ordem. Quadros lindos, pinturas que mostravam famílias se divertindo, no campo, na praia, no parque, tão perfeitos que pareciam fotos. Na parte da frente havia uma tela branca, ainda sem pintura, ao chão, várias latas de tintas com cores diferentes Na frente da tela havia um banco, onde o pintor provavelmente ficava. Do lado direito havia uma porta que devia dar ao interior da casa, enquanto do lado de trás havia a porta pela qual ela havia entrado e a pessoa que a tinha puxado para dentro.

- Parece que aqueles guardas já foram embora. Você teve muita sorte. – falou saindo das sombras da porta - Eu estava para começar a pintar quando ouvi o barulho de você correndo vindo do lado de fora, e tive tempo de pegá-la antes que eles vissem. Quando eu começo a pintar, nada tiraria minha concentração e você estaria perdida. Ah! Desculpe-me a falta de educação, meu nome é Percival, mas pode me chamar de Percy.

Day então viu que quem havia lhe salvado era um garoto da sua idade. Seus cabelos eram cinza-claros, e seus olhos eram verdes. Seu rosto era muito meigo e doce, e tinha uma pele clara. Estava vestido com uma camiseta cor cinza com algumas gravuras. Usava um short marrom com listras pretas nas laterais. Viam-se algumas manchas de tintas em seu rosto. Parecia muito simpático a primeira vista.

- Meu nome é....espera um pouco, porque você me escondeu aqui? Eu nem te conheço! E a polícia estava atrás de mim! Você não deveria ter colaborado com eles?

- Bem, até que você tem razão....mas não gosto de policiais. Já vivi muito e sei que alguns são fantásticos, mas outros, principalmente os daqui, não são o que se pode chamar de “exemplar”...

- Então você já teve problemas com a polícia daqui?

- Pode se disser que sim, mas não tive tanta sorte quanto você....Mas, isso não vem ao caso. O que foi que você fez?

- Eu não fiz nada! Eu estava fazendo minhas compras quando um policial me agarrou e me mandou devolver algo só que eu não tinha pegado nada então eu fiquei desesperada e dei uma tapa no guarda e comecei a correr aí e eles começaram a me perseguir aí eu fiquei desesperada e corri ainda mais e eu virei para a direita e depois para a esquerda e entrei em uma viela e quando eu percebi você já tinha me puxado pra dentro e fechado a porta e agora eu estou aqui e...

- Calma! Você está muito nervosa, está falando muito rápido. Se acalme, aqui eles não vão te encontrar.

- ...

- Mas tenho que admitir que esta história é incrível. Realmente seria meio difícil de acreditar nisso tudo...

- Não tem problema se você não acredita. Obrigado pela ajuda, eu vou-me embora, meu irmão está esperando por mim e...

- Calma você ainda está nervosa, nem me deixou terminar minha frase. Como eu ia dizendo: Realmente seria difícil de acreditar nisso tudo se eu não conhecesse essas pessoas. Pode acreditar, dependendo da situação, eles fazem isso sim.

- Ah.... Me desculpe....me desculpe mesmo mas eu realmente preciso ir agora.

- Tem certeza mesmo de que precisa ir agora? Aqueles caras são dessa área, isso quer dizer que perseguindo você ou não, eles vão estar por perto. É melhor você ficar um pouco mais.

- Hunm....- Não lhe agradava a idéia de ficar sozinha dentro de um quarto com um estranho, mas era melhor do que ser pega por aqueles guardas – Está bem, vou ficar um pouco por aqui, mas só mais um pouco, depois preciso mesmo ir.

- Claro, sem problema. - E deu um sorriso que desconcertou Day por um segundo – Ei, você quer ver como pinto os meus quadros?

- Cl...Claro! *o*

Percy começou a mostrar os quadros que tinha nas prateleiras, todos foram feitos por ele mesmo. Cada um representava um lugar diferente que tinha passado com sua família. Ele descrevia as suas lembranças com tanta felicidade que Day não conseguida deixar de olhar para ele. Os seus olhos brilhavam quando ele falava sobre isso, ela pensou que ele deveria amar muito sua família, embora ele fosse filho único, parecia que era uma grande família. Depois ele mostrou tintas e os pinceis, as suas telas, seus rascunhos. Day nunca tinha visto algo parecido e ficou fascinada com todas essas coisas. Começaram a conversar sobre várias coisas, e o tempo começou a passar rápido, depois de se conversar com Percy, Day achou que ele era uma pessoa incrível. Ela percebeu então, mais no fundo da prateleira, um pequeno quadro, em que a família estava reunida em uma situação bastante incomum: Todos estavam voando nas costas de pássaros. Cada um tinha o seu e voava pelo céu, com grandes montanhas ao fundo.

- Que quadro é esse?

- Ah, esse foi um dos primeiros quadros que pintei, é um pouco infantil não é? Pessoas voando em pássaros gigantes...

- Não, é incrível! Com quantos anos você o pintou?

- Nove.

- E que o que fez você o pintar? Você queria viajar com sua família pelo mundo?

- Não... Não foi isso...

- o quê então?

-Bem... Eu acho que queria saber se poderia voar... Voar sozinho... Com minhas próprias asas...

Day não entendeu o que ele quis dizer, antes que pudesse perguntar mais percebeu que podia ser muito tarde, olhou para o relógio em seu pulso e viu que já havia se passado duas horas desde que havia chegado lá. O tempo tinha passado voando.

- Ah que droga! Me desculpa, mas acabei passando tempo demais aqui. Preciso ir embora agora mesmo.

- Ah! Sem problema, eu que tenho que pedir desculpa por te prender tanto tempo aqui.

- Não! Imagina, fui eu que acabei ficando tempo te perturbando, muito obrigado por ter me ajudado e ficado aqui comigo, obrigado por tudo.

- Obrigado você, eu não me lembro da última vez que passei meu tempo com uma garota tão simpática e
bonita.

- Ah....brigada.

Ela saiu do quarto não sem antes olhar para os dois lados para verificar se nenhum guarda estava por perto saiu na ponta dos pés, embora não soubesse o porquê disso. Foi até o final da rua e se virou para trás. Percy a estava observando da porta com um sorriso enorme no rosto. Só então ela percebeu que ela não tinha dito o seu nome.

- Eu ainda não te falei meu nome, é Dayane.

- Dayane....vou me lembrar, espero te encontrar novamente um dia Dayane!

- Eu também....tchau.

- Tchau.

Day voltou para casa pensando no que tinha ocorrido aquele com certeza não fora um dia normal. Ela tinha sido perseguida por policiais malucos, sendo salva por um garoto pintor e tinha passado à tarde de conversa com ele. Mas apesar disso tudo não tinha descoberto o porquê de ser perseguida. Bem, só esperava que isso nunca mais acontecesse, já que não tinha feito nada errado.

Entrou em sua casa com cautela, foi olhar no quarto de Dan e o viu dormindo com um prato ao lado com restos de miojo. Embora tenha ficado aliviada por ele não ter passado fome no tempo em que ficou fora, ficou chateada por ter perdido todas as compras para fugir dos policiais. No dia seguinte teria que comprar tudo de novo, em outro local é claro.

Estava tão preocupada com isso que não percebeu a televisão ligada, ontem estava passando o telejornal:

“Fomos informados de que houve um grande roubo no banco, os ladrões entraram sutilmente e despistaram a segurança, conseguindo entrar em cofre de segurança máxima. No entanto por motivos desconhecidos saíram sem se preocupar em se esconder, arrombando a parede e saindo pelos fundos. Não se sabe o quê tinha no cofre ou qual o seu proprietário. A polícia só conseguiu a foto de uma pessoa pelas câmeras de segurança, mas o ladrão estava vestido com um casaco preto e um gorro da mesma cor. Pedimos que qualquer um que tenha informações comunique as autoridades imediatamente.”








Próximo Capítulo: Black


Última edição por Ero Diego em Seg Nov 29, 2010 6:51 pm, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Ero K. Brock em Sex Nov 26, 2010 5:19 pm

Caramba que fic loca, é incrivel como você consegue colocar tudo na medida certa.

O que eu mais gostei foram as partes engraçadas muito loca, fic bem brasilera mesmo.
Quando o Dan liberou sua arma foi fuck, "HORA DE MORFAR" lol!, to doido para ver o Alex em ação de novo com a sua marreta.

Agora eu to curioso com a parad dos policiais e a noticia na televisão, será que um homúnculo que muda de forma que assalto o banco com a aparencia da Day?

E aquele garoto o Percy sera que ele tera alguma importância na historia, um novo parcero.

Então é isso espero ansioso pelo próximo cap e que você continue com o ótimo trabalho. Fui Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama) 501112
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Mensagem por Ero [z] Killua em Sab Nov 27, 2010 12:58 am

Nossa cara, gostei muito.

Apenas algumas palavras que faltam letras, mas de obra completa ta muito bom.

Espero pelos próximos capítulos!

Parabéns. + creditado




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Mensagem por Ero Sensei em Sab Nov 27, 2010 2:13 pm

Ae man gostei da iniciativa! Uma pergunta eu fiquei com preguiça de ler o inicio essa historia foi vc que criou ou vc se baseou em algum mangá/historia?
Agora só falta desenhar o mangá, eu to pesnando em criar um mangá e já estou a duas semanas treinando o meu traço todo dia!
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Mensagem por Ero Diego em Seg Nov 29, 2010 6:55 pm

Muito obrigado pelos comments de todos! Espero que gostem desse capítulo também, tenho que admititr que demorei uns 3 dias a mais que uma semana pa postar pois ele é quase-duplo XD
Leiam e divirtam-se:


5-
Spoiler:


Capítulo 5: Black

"falas com * significam pensamento"


-Muito bem, já estou recuperado!!!

Dois dias depois do incidente com os homúnculos e no dia seguinte da estranha perseguição de Day, Dan tinha voltado ao estado normal e parecia ter toda a velha energia de volta. Enquanto tomavam seu café da manhã! Ouviram o barulho de alguém batendo na porta. Dan se levantou e foi atendê-la, e deu de cara com Alex e Lillyan.

- Como vai Dan? Parece que já se recuperou da batalha hein? – Perguntou Alex

- Sim, sim, já estou completamente recuperado, os ferimentos sararam e o cansaço passou... Aquilo foi bem assustador...

- É por isso que queremos que você se junte a nós, terá mais chance se estiver em grupo não acha?

- Talvez... Mas não quero decidir nada por enquanto...

- Bem, então você tem sorte! – Falou Lillyan – Porque parece que vamos ficar mais tempo do que o previsto aqui.

- O que você quer dizer com is... – Dan olhou para detrás dos dois – O QUE SÃO ESSAS MALAS ATRÁS DE VOCÊS!?

- Ah, é que como vamos ter que passar um tempo indeterminado com vocês, pensamos em pedir para ficarmos aqui – Falou Alex com um sorriso desconcertado.

- MAS COMO ASSIM VOCÊS PENS....

- Por favor! Por favorzinhooooo!!!! – Disse Lillyan usando seu olhar de cachorrinho abandonado.

- Hm...bem....

- Dan! O que está acontec... – Day chega perto e olha para os dois e para as malas no chão - PORQUE VOCÊ NÃO SE OFEREÇEU PRA CARREGAR AS MALAS DELES AINDA!?

==========================================

- Muito bem, vamos indo para a escola vocês vão ficar aí? – Dan e Day estavam de uniforme e saindo para o colégio. O uniforme era uma camisa branca com uma listra azul no final da manga e a gola azul. Alex e Lillyan estavam sentados no sofá da sala. Day e Dan haviam acolhido eles até terminarem a missão e voltarem. Como ia levar algum tempo, ficou acertado que os dois irmãos iriam decidir se aceitavam a proposta de se juntar a Armor Shield ou não.

- Sim. Prometemos não fazer nenhuma bagunça. Muito obrigado por nos ajudarem.

- Sem problema! Fiquem a vontade está certo? – Disse Day com um sorriso simpático – Agora vamos indo, até mais!

Os dois andaram até a escola, que ficava a três quilômetros de sua casa. Agora que não tinham mais bicicleta teriam que passar um tempo daquele modo. Chegaram à portaria principal e subiram as escadas que davam direto para os corredores, que era onde ficava a entrada das salas. Antes de entrarem foram abordados por outros alunos.

- Bom tarde aê! Dan, o que aconteceu com você? Tava doente? – Quem disse isso era um garoto magro um pouco mais alto que Dan, ele era bem branco, que usava óculos, tinha cabelo curto loiro e olhos verdes. Tinha um jeito meio tímido com os desconhecidos. Ele se chamava Ronald New Town, mas todos os chamavam de Ron.

- Que pena que não morreu, assim ia ficar com seus ps2 kkk – Quem falou foi um garoto da mesma altura que Dan, de cabelo liso, um pouco mais comprido de cor preta. Seus olhos eram castanhos e era um pouco mais gordo que Dan, às vezes era bastante excêntrico, também usava óculos. Seu nome era Kout Grantbacker

- Day! – Quem chamava era uma garota de cabelos pretos levemente cacheados jogados para trás. Tinha olhos pretos e usava uns óculos quadrado. No entanto tinha um rosto um pouco redondo e uma aparência muito meiga. Seu nome era Valquíria Sussen, mas a chamavam de Val – Por onde você andou?

- Não some assim fofa! – Quem apareceu abraçando Day foi uma garota morena de cabelos lisos e olhos castanho-escuros. Ela era magra e baixinha, e possuía uma grande simpatia. Seu nome era Lindsay London, mas a chamavam de Lind – O que aconteceu?

- É que meu irmão ficou muito doente e eu tive que ficar em casa cuidando dele...

- Ah! Então foi você que a fez perder as aulas seu malvado! – Disse Lind para Dan, mas com tom de brincadeira.

- É culpa sua então que eu e o Ron tivemos que passar dois dias só jogando Magic e sem ter ninguém pra falar? – Reclamou Kout.

- Isso aí já é problema de vocês. .-.

- Muito bem, vamos Day, temos muita coisa pra te contar, tchau meninos – Falou Val levando Day e Lind para a sala do 9° ano.

- Tchau garotas – Respondeu Dan – Bem, vamos lá para a sala.

- Beleza... Ei, hoje depois da aula vai sair à classificação das notas dos alunos da etapa passada. Você vai ficar pra ver? – Perguntou Ron.

- Hunm... Não, vou embora mesmo, não posso sair muito tarde, amanhã eu vejo isso.

E então entraram na sala do 1° ano.

======================================================

- Ahhhhhhhhh! Finalmente terminou a aula!

Dan espreguiçou os braços pro alto enquanto se sentia aliviado por aquele suplício ter acabado. Day tava o último tchau para as amigas enquanto eles caminhavam de volta para a casa. Ainda era cedo, nem havia escurecido ainda, então o risco de serem atacados no caminho eram muito poucas, pois segundo Alex e Lillyan, os homúnculos atacavam a noite para não serem descobertos.

- Vamos logo pra casa Dan, aqueles dois devem estar se sentindo sozinhos...

- Que nada! Só espero que não tenham bagunçado a casa e olhado debaixo da minha cama...

- O que tem debaixo de sua cama?

- N.. Nada não...

- Ah, sei... O que é isso aí na sua mochila?

Dan percebeu então que havia uma roupa com um pedaço de fora dentro de sua mochila. Abriu a mochila e viu que era um pequeno colete cinza-claro, com as letras “VI” do lado direito, em preto. Ao lado estava um bilhete escrito:

“É uma das roupas legais de quem faz parte da organização! Se você participar vai ganhar também ;D

Lillyan”

- O que é isso? Agora querem nos subornar com roupas?

- Hahahahahaha! Não sei, mas eu gostei, coloca aí!

- Hunm... - Dan colocou o colete e olhou bem – Até que não fica tão mal...

“I need somebody, I-I need somebody I need somebody, I-I need somebody (Somebody to love)…”

-Ops! Meu celular!

- Justin Bieber Day?

- É sim ora! Eu amo ele! Ah... É o Alex!

- Atende e coloca no viva-voz.

- Certo... Alô!

- Alô, Day – A voz de Alex era clara, mas no fundo vários barulhos confusos – Eu e Lillyan tivemos que sair, fomos alertados de que vários homúnculo estão por perto. Estamos agora indo para o local designados, estamos ligando para avisar que não vamos estar em casa até...

- Day! Olha ali!

Day se virou e percebeu que havia várias pessoas correndo nas ruas, dava pra ouvir as sirenes da polícia se aproximando e o barulho de vários carros saindo de perto. Os carros de polícia apareceram na esquina onde os dois estavam, pararam e os policiais começaram a descer dos carros havia aproximadamente, havia uns cinco carros e aproximadamente 30 policiais apareceram.

- O que está acont... Day o que foi?

- Esses... Policiais... - Day começou a se afastar, e falou com uma voz completamente assustada – são os mesmo....de ontem...

- De ontem? Como assim?...

- DEVOLVAM! – Gritou o policial que estava na frente de todos, eles estavam pálidos e estavam agindo de modo estranho, pareciam não conseguir andar direito, mas estavam se aproximando com um ar nada gentil.

- Devolver... Do que diabos você estão falando?

Os policiais então começaram a se contorcer loucamente, todos começaram a fazer expressões horríveis e sobre-humanas, caras de dor e sofrimento que Dan achou que eles estavam todos sofrendo um ataque de alguma doença. Mas em vez de caírem, eles começaram a aumentar, e foram ficando cada vez maiores, e maiores. Até terem uns dois metros de altura. A pele ficou completamente pálida. As mãos começaram a se alongar e a as unhas se transformaram em grandes garras, o pescoço de encurtou, sua cabeça ficou em forma de ovo, seus olhos se esbugalharam e seus dentes se distorceram. Dan então percebeu em estado de choque que aqueles caras tinham se transformado numa versão albina do homúnculo que atacara ele e sua irmã pela primeira vez.

- Mas o q...

- DEVOLVAM!!! – Gritou o mostro, levantando seu braço se preparando para atacar...

- Irmão! Fuja!

- Seu monstro idiota! PROT...

De repente um golpe atingiu o rosto do mostro, que acabou voando por alguns metros no asfalto por causa do impacto antes de cair no chão. Dan demorou um pouco a perceber que o que Alex e Lillyan tinham chegado ao local. Alex possuía algo como uma grande marreta que parecia ser feita de metal, com um cabo preto. Era impressionante como ele conseguia segurá-la com apenas uma mão. Lillyan por sua vez tinha uma longa corrente de aço, que por enquanto não parecia ter nada de mais. Mas ele sabia que provavelmente aquela era a Shield dela.

- Não fiquem aí parados! Fujam agora! – Disse Lillyan claramente preocupada.

- Cer..Certo. Vamos Day – Dan agarrou sua irmã pelo braço e começou a correr.

Nem cinco segundos tinham se passado e eles estavam passando pela próxima esquina quando viram algo terrível.

Um homúnculo diferente dos outros, maior, marrom-escuro e com chifres de boi estava no cruzamento mais próximo. Na frente dele havia uma mulher com um bebê no colo. A criança chorava descontroladamente e a mulher não se movia, paralisada pelo medo. O homúnculo era pelo menos um metro mais alto do que os outros, e era ainda mais assustador com os chifres. Ele se aproximava deles lentamente, como se estivesse aproveitando o medo. Seu sorriso deformado o transformava ainda pior do que era, e ainda lhe dava uma cara sádica. Ele então abriu a boca e uma voz rouca, que parecia estava arranhando um quadro negro surgiu dela.

- Hora... Do lanche! – E abriu a sua boca com os dentes podres e afiados indo em direção aos dois...

- PROTEJA!!!!!!!!!!!!!

Uma descarga elétrica azul atingiu o monstro em cheio, o pegando de surpresa e o fazendo cair para trás. A mulher continuou parada, em completo estado de choque. Day se aproximou dela enquanto Dan ficava a frente para enfrentar o monstro.

- Day! Leve-a com você e vá embora agora!

- Mas...

- Sem “mas”! Ele vai se levantar furioso! Eu sou o único aqui que pode impedi-lo! Não vou conseguir lutar e proteger vocês ao mesmo tempo! Corram rápido a um local seguro que eu prometo que voltarei vivo!

-...

- Vai agora!

- Certo... Vamos moça – ela ajudou a mulher a se mexer a levou para fora dali, antes de ir, olhou para trás e viu o homúnculo se levantando, e seu irmão ali, parado na frente dele – NÃO MORRA MANO!

- MAS É CLARO QUE NÃO!

Ele olhou para o homúnculo e percebeu que ele não parecia furioso, na verdade ele pareceu meio desconcertado e surpreso de ter sido atacado tão de repente por um desconhecido.

- Quem é você moleque? Um membro da Armor Shield?

- E de que adianta você saber? Será derrotado agora mesmo...

- Hehe, seu moleque arrogante! Você nunca irá me derrotar! Eu sou o líder das tropas A! Golden Horn!

*- Líder das tropas A? Do que diabos ele está falando?

- Me desculpe, mas não acho que alguém que precise ficar vangloriando seu título para meter medo seja tão forte assim.

- Ora seu...

- MORRA!

Dan lançou uma descarga elétrica no homúnculo a queima-roupa, ele caiu para trás outra vez, agora em cima de um carro que acabou ficando todo amassado.

- É só isso que pode fazer?

Horn levantou sem demonstrar nenhum ferimento, o ataque de Dan não tinha causado nenhum efeito aparente em seu inimigo.

- Eu sou imune a descargas elétricas. Na minha criação não usaram apenas elementos normais para a criação de um humano, e sim outros elementos, como BORRACHA! Sou imune a qualquer desses seus ataquezinhos elétricos e qualquer impacto que possa me causar! Você não pode m...

Horn sentiu uma forte fisgada em seu estômago, e quando olhou, viu Dan com a espada em sua barriga. O sangue começava a sair do ferimento, o que despertava mais dor ao homúnculo.

- Como ous...

- Foi mal, mas você ainda pode ser cortado, e tenho uma lâmina aqui comigo. Parece que seu poder é só da boca pra fora...

Ele tentou retirar a espada para dar um novo golpe... Mas não conseguiu. Horn contraiu seus músculos de maneira a não permitir que a espada fosse retirada. Dan tentou de novo forçá-la a sair, mas a força de Horn era muito grande, era como se tivesse fincado sua espada em uma pedra.

- Verme!

Horn deu um soco em Dan com uma força monstruosa, ele voou alguns metros antes de se espatifar sofre o asfalto. Aquele golpe teve impacto em todos os ossos de seu corpo. Era igualzinho a aquele dia, igualzinho a aquela primeira vez. Mas dessa vez ia ser diferente... Ele não poderia perder de novo.

- É... Só isso... Que você tem... Feioso?- Ele ainda estava ofegante pelo golpe, mas tinha que conseguir se levantar.

- Verme atrevido!

Dan então sentiu como se várias pedras fossem atiradas contra ele, todo o seu corpo foi arranhado e machucado com esse golpe ele caiu de costas no chão. A única coisa que conseguiu ver enquanto isso foi que o golpe estava sendo desferido pelo homúnculo. O desgraçado também tinha um golpe para longas distâncias.

- Ainda quer lutar moleque?

- Dan! – Alex apareceu no outro cruzamento, mas dava para perceber que os homúnculos brancos ainda não tinham sido completamente derrotados e Lillyan estava agüentando por enquanto – Não se mexa! Eu irei ajudá-lo!

- NÃO! – Gritou Dan, se levantando com dificuldade – Essa batalha é minha! Pode deixar ele comigo!

- Não seja idiota, ele é muito forte para você, que ainda nem recebeu trein...

- Não interessa! Eu já sei como acabar com esse monstro. Apenas me deixe e vá cuidar dos inimigos do seu lado!

- Kukukukuu – Horn deu uma risada sarcástica com a conversa – Ainda acha essa besteira?

- Cale a boca e veja! – Diz Dan, limpando o sangue de sua boca.

- He, então mostre! – Horn o ataca com o mesmo golpe, mas dessa vez Dan consegue pular para o lado antes que o golpe o atinja.

- Você é muito lento!

- Tsc...

Horn lança mais do mesmo ataque, mas Dan sempre consegue desviar, isso acontecem repetidas vezes, o que deixa o homúnculo muito frustrado.

*-Entendo – Pensa Alex enquanto vê o que está acontecendo – A Shield não se limita a apenas se transformar em uma arma. O usuário também adquire algumas habilidades em relação ao seu instrumento. A habilidade elétrica da Shield de Dan proporcionou a ele um aumento das descargas elétricas em seu corpo. Deve ser isso que deve estar melhorando os reflexos dele. As descargas elétricas aumentam a velocidade dos impulsos nervosos e os músculos se movem mais rapidamente, o que o torna mais rápido do que o normal... Que habilidade interessante...

- Fique parado pirralho! – Horn já tinha sido obrigado a ir até a metade do quarteirão para atacar Dan, que se afastava e desviava dos ataques continuamente, no entanto a diminuição de sua velocidade começava a ficar visível – Daqui a pouco você irá morrer mesmo.

* - Não estou agüentando mais - Pensou Dan, que estava usando tudo o que podia para continuar desviando – Mas agora eu já consegui o que eu queria...

Um golpe do homúnculo acabou acertando Dan e o jogou para trás. Quase se chocando com alguns barris pretos que estavam juntos a parede. Horn então riu dele e começou a se aproximar para dar golpe fina.

- Dan! Eu vou aí agora!

– Não Alex! Eu... Ainda posso lutar! – Dan diz isso, mas consegue se apoiar nos cotovelos com muita dificuldade.

- Você lutou como pode garoto, mas chegou sua hora – Horn levantou o braço para dar um soco como novamente, se Dan recebesse um golpe daquele no estado em que estava, seria o fim – Todos os vermes tem que morrer um dia.

- Eu não faria isso se fosse você feioso...

- Já chega de piadas moleque... MORRA!

===========================================================

- Ei Kout! Vem cá ver a classificação!

Ron e Kout ainda estavam na escola, e havia acabado de sair à classificação doa etapa anterior. A lista dos lugares estava pregada no corredor e um amontoado de alunos estava se espremendo para poder vê-la.

- Droga, isso vai ser difícil... Mas vamos ter que encarar! – disse Kout com um brilho nos olhos.

- Sabia que isso ia dar problema...

Kout entrou no amontoado e começou a chegar perto da lista. Não era uma tarefa fácil, mas por ser um pouco baixinho conseguia passar pelos espaços, mas o fato de ser um pouco gordo equilibrava as coisas. Mas mesmo assim depois de cinco minutos de puro suor, ele conseguiu chegar até a lista.

- E então como é que estamos?

- Você está em 13° lugar... E eu estou em 12°.

- Que droga, como voe conseguiu passar de mim?

- Sempre passo de você.

- Ah tá bom. Bem, e o Dan? Em que lugar ele tá?

- Me deixe ver... tsc, tá como sempre.

- Ele continua lá? Droga!

- É mesmo incrível... Como ele consegue ser o 1° lugar sempre?...

=======================================================

BUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUMMMMMMMMMM

Alex não conseguiu ver o que aconteceu. Quando Horn deu o golpe final em Dan, uma grande explosão ocorreu no mesmo local. Como algo desse tipo ocorreu justamente naquela hora? Se Dan houvesse morrido, como ele iria explicar para os outros que ele o tinha deixado se arriscar daquela maneira? Felizmente alguns segundos depois do choque, percebeu que Dan do outro lado da rua, muito perto da explosão, mas a salvo. Ele teria conseguido chegar até ali tão rápido?

- Arg...Seu...Verme...

Horn então saiu de dentro das chamas com o seu corpo todo queimado e praticamente irreconhecível. Ainda havia fogo em seu corpo que continuava a queimar, embora ele conseguisse se manter de pé.

- O que... Você... Fez?...

- Eu... Nada... – Dan também conseguia se manter de pé, mas todo o seu corpo tinha sido ferido na batalha, o sangue estava em todo lugar, mas ele ainda continuava a resistir – Só percebi que você usava um golpe para longas distâncias e o seu soco para curtas distâncias... Então depois que você me tirou minha espada, percebi que só o que podia fazer era usar isso contra você...

- Como... Assim?...

- Simples... Você por acaso viu os barris que estavam atrás de mim quando você deu seu último soco? Eram altamente inflamáveis. Eu os percebi quando estava vindo para cá, antes mesmo de ver você. O seu soco é muito forte, e por isso causa muito atrito e calor. Quando percebi que poderia usar esses dois elementos, só tive que te atrair até onde eles estavam e fazê-lo dar aquele soco.

- Impossível... Como você sabia que eu ia dar um soco ali?...

-Fácil. Quando vi que o seu golpe a longas distâncias não era tão forte quanto esse soco, percebi que ele apenas servia para desnortear o oponente, o verdadeiro golpe final teria que vir de perto, do seu soco. Só precisei manter distância para você continuar atacando de longe, e quando estivesse na mesma linha dos barris, deixar você me acertar. Sabia que viria até mim para desferir o golpe final e então atingiria os barris por estarem muito perto de mim.

- Então como você conseguiu fugir do meu golpe?...

Você é muito grande, sabia? Suas pernas abertas forma espaço suficiente para eu fugir de seu golpe antes que ele me acertasse. Desse jeito você recebeu toda a explosão a queima-roupa sozinho...

- Desgraçado... Você é um verme bem inteligente afinal... – disse Horn desabando no chão, sem conseguir se mover, quando isso aconteceu, seu rosto ficou bem perto de Dan. E ele então o olhou. Quando percebeu o símbolo em seu colete, arregalou o que restava de seus olhos - Entendo... Então você é um dos “seis”...

-...?

- e pensar que eu nem vi um símbolo tão conhecido... Eu não devia ter subestimado você assim...

- Do que voc...

- Parece que não foi tão ruim assim afinal... Eu não tenho do que me envergonhar se fui enganado por um dos “seis”... Não tenho... Não tenho... – E acabou se desintegrando em pó, como os outros.

- Dan Você está bem? – Alex foi rapidamente até onde ele estava com uma expressão muito preocupada.

- Na medida do possível... Sim...

- Vocês!! – Lillyan apareceu correndo até eles – O que aconteceu com você Dan? Você precisa ir a um hospital agora!

- Calma Lillyan, não é tão mal quanto parece... E você? O que aconteceu com os outros homúnculos?

- Todos já foram derrotados, Alex já tinha destruído metade deles quando veio até você, eu pude cuidar do resto.

- Que bom Lillyan, você é mais forte do que parec...

- O que foi?

- O que é... Aquilo?

Os três olharam para o topo de um pequeno prédio que estava a sua frente, e viram a silhueta de uma pessoa em cima dele, como já estava escuro não dava para distinguir perfeitamente, mas não parecia com nenhum homúnculo, no entanto, o que um humano estaria fazendo por ali?

- Ei! Quem é você? Você já daí! – Gritou Alex, mas não houve nenhuma resposta.

De repente o barulho de vários helicópteros apareceu, eles tinham um emblema na policia neles e estavam voando muito baixo sobre os prédios, em um deles um policial de alto falante começou a dizer:

- Você aí que está em cima do prédio! Fique parado e com as mãos para cima! Não se mova!

A luz de um dos helicópteros foi jogada para cima dele e então todos puderem ver uma pessoa de roupa preta e gorro preto no local. Era a mesma pessoa que havia assaltado o banco no dia anterior.

Essa visão só durou um segundo, pois o ladrão desapareceu logo em seguida, o que ocasionou a perseguição dos helicópteros. Enquanto eles se afastavam Dan tinha um olhar fixo para o local onde o sujeito tinha aparecido segundos atrás.

- Dan! Que você está olhando?

- Nada... Não foi nada... – Dan não resistiu e acabou desmaiando naquele instante.







[b]Próximo capítulo: Black- parte 2[b]
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Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama) Empty Re: Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama)

Mensagem por Ero [z] Killua em Ter Nov 30, 2010 8:39 pm

LoLz Diego, capítulo ta show!

Percebi que está tentando seguir as dicas do Von, parando com o uso dos emoticons.

PQP "seis"? Ta ficando cada vez mais interessante!

To ansioso pelo próximo cap.

Hasta.




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Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama) Empty Re: Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama)

Mensagem por Ero Diego em Qua Fev 23, 2011 11:50 am

Depois de esta porra ficar 2 meses e 3/4 parado, eu voltei!!!

Está aqui o capítulo 6:

Spoiler:
Capítulo 6: Black - parte 2


Dan estava se sentia aliviado. Uma sensação de alívio percorria o seu corpo da cabeça aos pés... era tão relaxante... tanta tensão... tanto dor... tanto medo... aliviados... todos eles... estava sonhando em um dia claro... ensolarado... aconchegante... nada de homúnculos... nada de lutas... apenas paz... a mais pura paz...

- ACORDA DAN!

- Hâ? O que? Que foi? O que aconteceu?...Pera aí! Onde eu estou?...

Dan olhou em volta e viu que estava em uma cama de hospital, em um quarto completamente branco. Sua irmã estava sentada em uma poltrona no seu lado direito, enquanto Alex e Lillyan estavam em pé perto de seus pés no lado esquerdo. Parecia que ele tinha dormido por muito tempo, e de repente aquela sensação de paz que sentia diminuiu, e então sentiu um leve cansaço...

- Eu sabia que isso iria funcionar! É assim que acordo o Alex quando ele dorme até tarde lá na base – Falou Lillyan com um ar satisfeito no rosto.

- Nem me fale... Bem, você nos deu um susto Dan – Disse Alex com uma expressão calma e serena, do mesmo modo de quando ele acordou do último desmaio – Diferente da outra vez, você ficou seriamente ferido e tivemos que levá-lo às pressas para o hospital.

- M... Mas... ainda... bem... que você...está...bem – Ao seu lado, Day chorava e soluçava, o que a impedia de falar normalmente –Depois...de...deixar...aquela...mulher...em um.. local...seguro... Eu...pensei....que você...e que...eu...ficaria... completamente... sozinha...

- Não chore Day!...Me desculpe por is...

- NUNCA MAIS FAÇA UMA COISA DESSAS IDIOTA!! – Gritou Day batendo loucamente no irmão!

- Não Day! Ele vai desmaiar de novo!!!

=================================================================

- Muito bem, vamos tentar recapitular o que aconteceu.

Alex e Lillyan se sentaram em duas cadeiras que estavam na sala, enquanto Day voltara a sentar na poltrona. O assunto do ataque dos homúnculos tinha vindo à tona. Dava para perceber que a dupla mais experiente estava tensa com o assunto.

- Aquilo foi muito, muito estranho – Começou Alex – Pelo o que você falou sobre como te abordaram e como você os reconheceu. Aqueles policiais que te atacaram com certeza eram aqueles homúnculos disfarçados. Já houve relatos disso em outras missões, mas eu nunca tinha visto isso pessoalmente.

- Então os homúnculos tem a habilidade de ter a aparência de pessoas normais?- Perguntou Dan.

- Mais ou menos – Respondeu Lillyan – Na verdade apenas um tipo especial de homúnculos é capaz de fazer isso. O processo de criação deles é diferente dos demais, e por isso possuem essa habilidade.

- Mas eles estavam querendo alguma coisa. Eles me disseram para devolver algo a eles, mas eu não faço a mínima idéia do que seja – Lembrou Day.

- Eles estavam unidos de uma forma muito organizada – Alex comentou com uma expressão preocupada – Homúnculos não agem dessa maneira, mesmo sendo do mesmo tipo. Aqueles outros que atacaram vocês pela primeira vez também estavam em bando. Isso não faz sentido, não faz parte da natureza deles...

- O único jeito de eles estarem unidos desse jeito, seria se uma força maior os estivesse mantendo juntos e controlando a todos – Disse Lillyan.

- Vocês estão querendo disser que alguém está controlando os homúnculos? – Falou Dan.

- Talvez... - Admitiu Alex – Essa seria a pior das hipóteses... Mas considerando a situação atual, não é uma teoria absurda.

- Se eles estavam procurando algo e buscaram a Day só pode significar uma coisa – Disse Lillyan – O que eles querem não é algo comum, e sim algo relacionado à alquimia.

- Mas porque eles acharam que eu estava com algo desse tipo? – Perguntou Day.

- Provavelmente eles sentiram o seu Anima – Esclareceu Alex – A pessoa que deve ter roubado isso deles também deve ter uma Anima acima do normal. Como você possuí esse requisito Day, e eles não são muito espertos, devem tê-la confundido com essa pessoa.

- Isso também é um sinal de que existe alguém no comando deles – Enfatizou Dan – Algo que esse “líder” possuía foi roubado e ele mandou os seus soldados procurarem pela cidade. E os mandou disfarçados como policiais, o que foi muito inteligente. Assim eles poderiam andar pela cidade sem ser incomodados mesmo fazendo coisas que cidadãos comuns não fariam.

- Não acho que alguém consiga reunir tantos homúnculos tão facilmente – Respondeu Lillyan – A única coisa que poderia justificar tantos estarem reunidos, é que todos foram criados pela mesa pessoa...

- Mas vocês não disseram que os homúnculos foram criados há séculos atrás? Na era dos alquimistas? – Perguntou Day

- Sim, sim é verdade – Falou Alex – Mas isso que Lillyan falou faz sentido. Além disso, os alquimistas conseguiram criar esses seres com técnicas bem rudimentares, não é nenhuma surpresa que se possa fazer o mesmo hoje em dia, e ainda melhor. O problema seria uma pessoa conseguir tais conhecimentos sobre o assunto.

- Bem, se ele possuía algo relacionado à alquimia que foi roubado e possuí homúnculos que seguem as suas ordens, acho que isso seria a parte menos surpreendente... – Disse Dan – Sabe, aquele homúnculo com quem eu lutei disse que era o líder das tropas A.

- Tropas A... – Repetiu Alex – Deve se referir a “Albino” é esse o nome do tipo de homúnculo que pode se transformar em pessoa.

- Isso também significa que existem outras tropas além dessa – lembrou Lillyan – Então devemos ter muito cuidado a partir de agora, pois provavelmente ainda irão aparecer outros homúnculos procurando o tal objeto.

- Entendo... Ah! Lembrei de algo que ocorreu durante nossa luta...

- O que foi?

- Depois dos barris terem explodido, ele viu o “VI” na jaqueta que você me deu Lillyan, e pelo o que entendi, ele achou que eu era um “seis” e que ficava aliviado por ter sido derrotado por um deles em vez de um simples moleque como pensava que eu era...

- Interessante... - Falou Lillyan – Então o homúnculo conhecia esse símbolo...

- Mas o que ele significa? Eu sei que “VI” é “seis” em algarismos romanos, mas o que representa na jaqueta? É algo relacionado a Armor Shield não é?

- Bem... – Respondeu Alex – Isso você só vai descobrir... Quando se juntar a nossa organização!

- Chantagistas...

- Desculpa, é que não podemos sair contando sobre tudo para alguém que não faz parte de lá – justificou Lillyan – Por isso se você quiser saber, terá que vir conosco...

- Hunf...

- O que me deixou preocupado foi aquele ser de preto que vimos depois da batalha – confessou Alex.

- Que ser de preto? – Perguntou Day.

- Uma pessoa toda vestida de preto que estava em cima de um prédio, observando a batalha – Explicou Lillyan – E na parecia homúnculo, mas não tem sentido um humano normal estar daquele jeito nos observando... Não sei se Alex percebeu, mas...

- Sim, eu percebi – Respondeu Alex – Aquela pessoa tinha uma quantidade de Anima acima do normal, assim como vocês dois.

- Então – Disse Day – esse cara pode ser quem está comandando os homúnculos e...

- Não! – disse Dan de repente – não deve ser ela que os está comandando eles... Quero dizer... Se fosse essa pessoa, ela não apareceria lá não? Ela teria mais cuidado!

- É você deve ter razão... Mas não adianta pensarmos nisso agora. Por enquanto Day precisa andar com mais cuidado pela cidade e Dan estará seguro aqui no hospital. – Falou Lillyan – Vamos embora e deixá-lo descansando agora.

- Se cuida mano – Disse Day dando um beijo na bochecha de seu irmão – E não se meta em coisas tão perigosas novamente!

- Você fala como se isso dependesse de minha vontade...

- Bem, se você participar da nossa organização... – começou Alex.

- Tá bom, tá bom! Já entendi, vou pensar ok? Ontem foi um dia muito difícil para eu pensar agora...

- Ontem? – Disse Alex – Ah é mesmo, você não sabe.

- Não sei do quê?

- Você ficou dormindo durante três dias Dan – Respondeu Lillyan – Hoje já faz quatro dias desde quando você foi atacado.

Dan ficou encarando espantado. Tinha dormido durante tanto tempo? Realmente os ferimentos mais leves que tivera já tinham sido cicatrizados, o que não ocorreria em apenas uma noite. E Seu corpo já estava bem melhor. Mais ainda assim...três dias...

- Você tem sorte, quando chegou aqui, os médicos disseram que sua recuperação deveria acontecer em duas semanas. – Disse Day.

- Duas semanas!?

- Sim – Falou Lillyan – Mas nós colocamos o seu SHIELD perto de você, e então a energia dele está fazendo você se recuperar mais rápido do que o normal.

- Os médicos disseram que estão espantados com uma recuperação tão rápida. Provavelmente amanhã ou depois você já poder receber Alta. – Terminou Day.

- Nossa... – Disse Dan, que tinha encontrado o SHIELD em suas cobertas – Essa coisa tem umas habilidades incríveis.

- Tem sim, e se você se juntar a nossa organização... – Começou Lillyan

- Já falei sobre isso com vocês...

- Ok então. Estamos indo, até amanhã.

- Ah... Até.

Alex que tinha se calado durante um tempo, viu a porta do quarto se fechar, com Dan acenando sua mão para eles, com Day e Lillyan o retribuindo. A cena parecia se passar lentamente...

*- Dan... – Pensou Alex – Quando você viu aquela pessoa de preto em cima do prédio, mesmo que por um segundo antes de desmaiar, você agiu diferente. Agora a pouco, quando o assunto foi citado, você ficou nervoso e tentou rapidamente negar o fato de que ela fosse líder dos homúnculos. E o mais estranho, Day se referiu ao ser de preto como “esse cara”, mas você rebateu como se fosse “ela”. E eu não acho que você estava dizendo isso em relação à palavra “pessoa”.
A porta do quarto se fechou completamente.

*- Dan... O que você está escondendo?...

===================================================================

- Ah... Que bom ter ar puro novamente...

Day acabara de sair do Colégio, a sensação de acabarem as aulas realmente dava um alívio imenso. Ainda bem no final do ano. Na próxima semana iriam ser as provas finais e então ela entraria de férias. Agradecia aos céus por mesmo com tudo o que estava acontecendo nos últimos dias, o que consumira a sua cabeça completamente, não atrapalhasse os estudos, pois já estava praticamente passada em todas as matérias antes mesmo de tudo ocorrer. Isso significava que então poderia se concentrar nesse assunto tão estranho já tendo o ensino fundamental totalmente concluído. Agora o que faltava para ela era a recuperação de sua irmã e voltar para a casa e deitar em sua cam...

- Dayane! É você?

- Day se virou para onde estava a voz, e então tomou uma grande surpresa. Era Percival, o garoto que a salvara dias atrás quando estava sendo perseguidas pelos policias, que descobrira depois que eram homúnculos.

- Percival!...Oi... Nossa, eu não esperava te encontrar neste lugar... O que você faz aqui?

- Eu estava passando por perto, e então eu vi você saindo da entrada, e resolvi vim aqui falar com você... Você quer vir tomar um sorvete comigo?

- C... claro! Adoraria!

Os dois foram até a sorveteria ao lado e começaram a conversar. Falaram sobre vários assuntos, escola, cinema, música, mas nenhum dele tocou no assunto dos policiais que perseguiam Day quando se conheceram. Percy era um muito simpático e ótimo ouvinte, além de muito engraçado. Sempre tinha um assunto para comentar quando outro terminava. A conversa fluía naturalmente, Day percebeu que isso devia ser uma habilidade nata de Percy.

Depois os dois saíram para caminhar, Day nem mesmo percebeu que já estava de noite, ela sempre quis ter alguém que a ouvisse, claro que Dan nunca deixou de escutá-la, e suas amigas sempre estavam prontas para escutá-la também. Mais ainda assim sentia falta de alguém... Os meninos de sua classe eram na grande maioria uns idiotas nesse assunto, mesmo sendo no fundo caras legais, não tinham essa qualidade que Percy demonstrava. Isso, junto com o cabelo em seu rosto e seus olhos verdes, fazia dele um...

- Opa... – Disse Percy de repente, olhando o celular – Vou ter que sair, minha mãe está me chamando de volta.

- Ah... Está bem então, vai lá. Muito obrigada pelo passeio.

- Foi muito divertido, eu vou te convidar mais vezes, pode ter certeza! – Falou com um largo sorriso no rosto.

- Ah... Claro! Seria ótimo! – ela respondeu o mais rápido possível.

- Até mais então! – E Percy correu em direção ao outro lado da rua, enquanto Day o olhava ir embora.

Nenhum dos dois percebeu que um vulto envolto na sombra estava observando esta cena...

=======================================================================
- Hunm... Isso é muito entediante...

Dan estava deitado na cama de hospital sozinho no quarto. Estava se sentindo muito solitário em passar o dia todo sem ninguém sem fazer nada, somente com um pequeno horário de visitas. Sentia que iria a loucura se tivesse que passar duas semana naquele lugar, tinha sorte de Alex ter dito que a SHIELD iria acelerar a cura e ele ficaria apenas mais um ou dois dias no hospital, embora isso ainda lhe parecesse um tempo extremamente longo...

Neste momento um chiado despertou a tenção de Dan, ele pensou que a cama havia rangido, mas o barulho aconteceu novamente, mesmo ele tendo ficado imóvel. Olhou para os lados e não viu nada de estranho, será que era sua imaginação? Mas o barulho aconteceu de novo, e agora ele pode perceber de onde vinha: da porta do quarto.

Alguma enfermeira há essa hora? Ele pensou, mas logo percebeu que nesse horário ele já deveria estar dormindo, embora ninguém que ele conhecesse dormisse as 08h30min da noite. Mas então quem seria na porta? E porque estaria tentando entrar no seu quarto tão furtivamente?

- Ei! Quem está aí? –Perguntou em voz alta.

A porta parou de se mover instantaneamente, e o barulho cessou. Dan ficou irritado com aquilo, se uma pessoa quisesse entrar, que entrasse, não precisava de todo esse cuidado.

A não ser que fosse um...

- Quem está aí? – Falou novamente, mas agora ligeiramente nervoso. Se os homúnculos soubessem que ele estava ali, naquele quarto? Eles podiam tomar forma de pessoa não? Ninguém ia perceber se um médico entrasse no quarto de um paciente, isso acontecia a toda hora, e ele iria ser pego em um momento de fragilidade. Amaldiçoou Alex e Lillyan por não pensar nessa possibilidade e deixá-lo lá como uma carne fresca a espera de seu predador. O que faria se alguém o atacasse quando ainda estava debilitado?

E então a porta se abriu completamente...








Próximo Capítulo: Black – Parte 3

PS: Estou providenciando agora uma pequena FAN-FIC, não uma fic como esta, com 10 capítulos. depois darei os detalhes...

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Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama) Empty Re: Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama)

Mensagem por Ero Diego em Ter Abr 12, 2011 10:18 am


Essa droga tá parada a muito tempo xD

E eu ainda quero tentar fazer um cap por semana...
Mas bem, terminei mais um capítulo(aleluia), aqui está:

Spoiler:

Capítulo 7: Black – parte 3


- SURPRESAAAAAAAAAAAAAA!!!!

Ron, Kout, Val e Lind entraram no quarto de hospital bruscamente, com Lind segurando um bolo de chocolate com glacê nas mãos. Todos estavam rindo, e Dan ficou paralisado pela surpresa. Nunca teria pensado que eram seus amigos que estavam atrás da porta, com toda a confusão que ocorreu na última semana ele estivera atordoado e mal conseguira pensar nas coisas de sempre, embora quatro pessoas com um bolo a noite não fosse uma algo que acontecesse sempre...

- Espera um pouco – Interrompeu Dan – Como vocês conseguiram entrar aqui? O horário de visitas já acabou há muito tempo...

- Bem... - Começou Kout – A minha mãe é médica se lembra? Então, ela trabalha neste hospital, eu pedi para podermos fazer uma visita especial assim que você acordasse. Então quando soubemos hoje de manhã, combinamos de vir para cá. Temos sorte porque minha mãe vai ficar até mais tarde hoje, e como todos vamos voltar com ela, podemos ficar até acabar o expediente.

- Como no momento o meu avatar em Dota está em um bom nível, tive tempo para vir aqui – Disse Ron

Seu nerd viciado... Pensou Dan

- E como não queríamos chegar de mãos vazias, eu e a Lind trouxemos esse bolo, pois sabemos que é o seu preferido - explicou Val, mostrando o lindo bolo.

- Tivemos que fazer vaquinha para compra na padaria, está devendo 5 reais a cada um de nós – disse Kout.

Explorador... Pensou Dan

- Bem, muito obrigado mesmo... – agradeceu Dan – Puxa... Eu nem sei o que dizer... Nossa...

- Nos conte o que aconteceu com você. – Disse Lind - A mãe do Kout disse que não sabia a causa de seus machucados, então o que aconteceu?

- Bem... Eu... - inventar uma história era mais difícil do que ele pensava – eu... Caí da escada rolante!

- Hâ!? – falaram todos ao mesmo tempo.

- Bem, não foi nada, só bati a cabeça e então fiquei desacordado, o resto foram só cortes leves, já cicatrizaram já, hehe... - Ele não sabia se essa desculpa iria colar, foi a primeira coisa que lhe veio a cabeça, falou praticamente sem pensar – Muito bem, chega de falar disso, vamos comer esse lindo bolo!

- Certo – disseram todos eles, mas não pareceram acreditar muito na história. Parece que inventar histórias era realmente mais difícil do que ele pensava.

==========================================================================

Percy estava realmente feliz.

Ele tinha conseguido se encontrar com a mesma garota que havia fugido de policiais dias atrás, os mesmo policiais que haviam desaparecido misteriosamente no dia seguinte. Não havia rastro deles, nenhuma pista de que eles tivessem se movido um centímetro. Ele havia ficado preocupado com a garota, pensara que talvez eles a haviam pegado antes de terem sumido, mas pelo visto tudo tinha ocorrido bem. Aqueles guardas agiam muito estranho, não falavam com ninguém, e nem pareciam se importar com os outros. Definitivamente não eram o exemplo de bom servidores da lei.

Abriu a porta de casa e encontrou a mesma sala de sempre, a luz de um dos cômodos estava acesa, a que significava que sua mãe deveria estar assistindo televisão. Olhando para dentro, viu-a assistindo um documentário, muito concentrada, decidiu não atrapalhá-la e seguiu em frente, subiu as escadas e chegou ao segunda andar. No final do corredor havia uma porta fechada, com uma fraca luz saindo por baixo. Deduziu que seu pai deveria estar trabalhando no escritório, em um daqueles assuntos, pensou ele, entrando em seu quarto.

Olhou em volta e percebeu que seu quarto deveria ser considerado bastante satisfatório para a maioria dos jovens. Deitou-se na cama macia e começou a imaginar como seria a vida da maioria dos jovens. Com certeza não era como a dele. Eles deveriam sair com os amigos, ir ao cinema, conversar ao telefone. Talvez se falar apenas no colégio, jogarem videogames juntos, ou então irem ao shopping, entrar na internet e não querer mais sair, assistir televisão até tarde da noite no fim de semana. Algumas dessas coisas que ele até poderia fazer, mas não fazia...

Sabia o porquê... Sempre foi assim, e ele nem mesmo se sentia mal. Alguma sensação de tristeza talvez, mas nada significante. Já que nunca experimentou nada disso, não havia com o que comparar era a única realidade em que vivia, não tinha do que reclamar.

O quarto de pintura que havia conseguido naquela rua fora o único lugar que conseguia ter um pouco de paz nos pensamentos. Podia se expressar sem medo nas suas pinturas. Tinha uma habilidade nata para desenho desde criança, então aprender a pintar foi uma coisa fácil, até mais do que desenhar. Lá os pensamentos fluíam levemente, assim ele poderia pintar tudo o que viesse a cabeça, sem a preocupação eminente se sempre. Parecia até bom demais para ser verdade.

Mas no final, tinha que voltar a realidade.

Ouviu uma batida na porta, será que era sua mãe? Perguntou o que era, e ouviu como resposta:

- Quero que vá ao escritório daqui a 5 minutos, não se atrase.

Era o seu pai. Ele então começou sentiu então um peso no peito, sabia o que aconteceria. Era o que sempre acontecia quando o seu pai o chamava desse jeito. Era algo que ele considerava baixo, algo realmente sujo. Mas como filho, ele deveria obedecer... Se bem que, ele sabia que na verdade só obedecia por medo. Medo de seu pai, medo de sair de casa, medo de ser abandonado, medo de ficar preso naquele quarto de pintura pelo resto da vida sem ter dinheiro, nem nada o que comer ou beber. Ele não duvidava nada que seria isso que iria acontecer se ele não obedecesse às ordens dele. Fazer parte daquele esquema ordinário, que prejudicava tantas pessoas, até mais do que se poderia imaginar. Mas tinha medo, um medo que, por mais triste que isso fosse, era maior do que sua moral. Era um covarde. Ele sabia, e não fazia nada para mudar isso.

Levantou-se de sua cama, e começou a andar para fora do quarto.

================================================================================

BIP!BIP!BIP!

Alex acordou com o barulho de seu celular de contato com a base tocando, ele estava dormindo no chão da sala da casa de Dan e Day, enquanto Lillyan estava deitada no sofá. Enquanto conseguia atender o aparelho, ele ouviu ela se virar no sofá, também tendo acordado por conta do barulho.

- Alô Chefe, Alex falando.

- O que o chefe pode querer a essa hora?...- perguntou Lillyan lentamente, com um rosto de sono inconfundível – Nós não já o avisamos sobre as nossas suspeitas quando saímos do hospital?

- Sim... Sim... Mas... Sim... Entendo... Está bem, seguiremos suas ordens chefe... Até mais. – Alex desligou o celular com uma cara preocupada, parecia estar completamente acordado depois daquela conversa.

- O que o chefe disse?

- Ele disse que não pode fazer nada no momento. – Disse Alex – E que... se houver mesmo alguém controlando os homúnculos...temos que cuidar disso sozinhos.

- O que!? Como assim? Nós só somos dois, e precisamos de reforços urgentes!

- Eu pensei nisso, mas... Ele disse exatamente isso... E nosso chefe não volta atrás...

Os dois ficaram em silêncio, sabiam que a situação não era boa. Se o chefe disse que não poderia ajudá-los, é porque realmente não poderia. Ele não era alguém que abandonava seus subordinados. Mas isso também só fazia a situação ficar ainda pior, eles não sabiam por mais quanto tempo poderiam proteger os dois irmãos sem que houvesse um problema ainda maior.

- As coisas vão ser bem difíceis por aqui – suspirou Lillyan.

- É – Concordou Alex – Isso vai ser muito difícil.

=============================================================================

- Bem nós já indo.

- No hospital, a mãe de Kout já tinha terminado o seu plantão, e agora os quatro tinham que voltar ara as suas casas. Todos haviam se divertido muito e conversado bastante, mas já estavam com sono. Nenhum deles conseguia esconder os olhos quase fechados e os longos bocejos. Todos estavam querendo voltar para suas casas e dormir uma boa noite de sono.

Ei, Dan – Disse Kout, quando todos já tinham se despedido e estavam indo para o estacionamento – Não importa se você se foda todo, nem que vá para o inferno, desde que você volte, certo?

- Poxa cara...

- Você ainda me deve cinco reais, não vá antes de me pagar.

- ah Viado...

- hehe, até mais cara.

==============================================================================


Percy abriu a porta do escritório. Embora o lugar fosse extremamente familiar, só era permitido entrar lá quando seu pai o chamava. Ele se sentou na cadeira que lhe era reservada e esperou pelo o que viria.

O escritório do pai era um quarto clássico, com móveis clássicos, bem ao seu estilo. Ele estava sentando atrás de uma mesa feita de madeira, em uma confortável cadeira estofada, atrás havia uma grande janela de vidro, com cortinas brancas feitas de linho. No entanto, mesmo as cortinas estando abertas, a janela estava fechada. O pai lia alguns papéis com símbolos e cálculo parecia nem mesmo ter percebido a presença do filho. No cômodo, mas Percy conhecia esse jeito indiferente...

Ele não percebeu de imediato a figura sombria que estava no quanto do quarto, escondida pelas sombras, embora isso não fosse preciso. A roupa preta cobria todo o seu corpo, deixando pouquíssimos lugares à mostra. Até mesmo a sua cabeça estava coberta por um gorro preto e com o rosto abaixado, parecia uma sombra. Percy nunca tinha visto essa pessoa antes, mas ela deveria ser algum subordinado de seu pai. Ficou com medo por um minuto, mas depois se lembrou que ele não se metia com negócios obscuros, sempre odiava essa gente, ele não ia se envolver com nenhum marginal, não precisava disso.

- Muito bem – começou o pai, com uma voz rouca de cansaço, mas ao mesmo tempo bastante firme e autoritária – Existem alguns concorrentes que estão me incomodando nos negócios. Eles estão vendendo produtos mais baratos e estão conseguindo parcerias com grupos importantes. Estou ficando muito atrás e não posso permitir isso – Pegou um cigarro da caixa que estava da mesa, acendeu e deu uma baforada - Eu quero que você vigie o filho do dono da principal companhia, os dados gerais dele estão aqui nesses papéis - arrastou alguns dos papéis da mesa para frente de Percy – mas o resto eu quero que você consiga. Eu quero tudo: sua rotina, seus gostos, hábitos, amigos, afinidades, hobbys, paixões, sonhos, tudo. Cole nele com tudo o que tiver se for necessário até se aproxime dele para que lhe conte o que for preciso. – Um olhar duro percorreu até os olhos do filho – E quero isso o mais rápido que puder, para ontem – se reencostou na cadeira e a girou, a deixando de frente para a janela –
Se você fizer um bom serviço, quem sabe eu compre aquelas tintas e pincéis especiais caros que você queria daquele catálogo...

De novo essa coisa podre, pensou Percy, mas reclamar não adiantava nada. Ele só poderia fazer o que lhe fora ordenado, quieto calado, feito um cachorrinho, feito um covarde...

- Está certo – lhe respondeu – irei cuidar disso amanhã, pode deixar.

Deu um último olhar para o estranho de roupa preta, que continuava imóvel no seu lugar. Virou-se e saiu do escritório.

- Você não precisa se preocupar – Disse o pai de Percy para o estranho - ele parece ser um lixo, mas no fundo sabe fazer o trabalho direito.

- Tudo bem, eu confio que irá cumprir a sua parte do acordo – respondeu o ser encapuzado – Mas tenho que admitir que usar o próprio filho para o serviço não era algo que eu esperava...

- Ele sempre faz isso, é só um merdinha. Eu nem sei como tem o meu sangue correndo nas veias dele – Repondeu bufando – isso é a única coisa que ele faz de útil, pelo menos não fica pintando quadrinhos que nem um boiola.

- A pintura é uma arte muito respeitada – rebateu o outro, sério – Mas não é isso que vamos discutir. Espero apenas que ele tenha acreditado na história sobre a concorrência.

- Acreditou sim, ele não tem motivos para não acreditar, além disso, se não, o que ele vai fazer? Jogar tinta em mim? – disse dando mais uma tragada em seu cigarro.

- É... – pensou alto o outro – o que ele poderia fazer...

=============================================================================

Percy olhou para os dados que tinha recebido apenas informações básicas: nome completo, idade, escola, endereço, aspecto físico, e outros sem importância. Sabia que o pai podia contratar um detetive para isso, mas achava que isso despertaria muita atenção. Um jovem da sua idade de aspecto inofensivo serviria para o caso, pensou ele. Pegou a foto que fora tirada do rapaz e a olhou durante um tempo, parecia ser uma cara legal, pensou, só espero que não seja tão prejudicado. Ele sabia que isso era impossível, mas não custava tentar toda vez que pegava um serviço para espionar um inocente e ajudar a arruinar a sua vida.

- Vamos lá – gravou o nome do sujeito e guardou os papéis, agora só queria voltar para o quarto e se sentir bem novamente, mas isso não deveria acontecer, pelo menos não tão cedo

– Parece que você é a próxima vítima... Daniel... Heardnett...








Próximo capítulo: Black – parte 4


Próximo capítulo terá mais ação.
E lembrando que eu farei também uma Fan Fic sobre "A Sala da Verdade", um mangá que apareceu em Bakuman.
Mais informações do tópico que será criado sobre isso.

HASTA!

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Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama) Empty Re: Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama)

Mensagem por Ero Diego em Qui Abr 21, 2011 7:24 pm

Eu sei que infelizmente ninguém está lendo, mas eu ainda vou postar sim, nem que eu não tenha mais nenhum leitor até acabar as 5 partes de 30 capítulos planejadas XD

Spoiler:
Capítulo 8: Black – parte 4



- Cuidado, você ainda está em recuperação.

- hehe, não se preocupe, eu já estou completamente recuperado.

Dan havia saído do hospital naquela manhã e já estava entrando em casa. Graças ao poder curativo da SHIELD ele se recuperou muito mais rapidamente e recebeu alta com nenhuma seqüela no corpo.

- ahhhh! É tão bom voltar a minha casa, eu não agüentava mais ficar naquele hospital, foram só três dias, mas foi completamente entediante.

- Ainda bem – Falou Alex – Porque se você quiser, a partir de hoje eu posso lhe treinar a usar a sua SHIELD.

- Sério? – respondeu animado – vamos começar agora então! Mas... Onde iremos treinar?

- Existe um galpão abandonado a um quilômetro daqui, é bem isolado de todos, é um lugar perfeito para treinar escondido.

- Perfeito!

- Ei, ei, ei! – Interrompeu Day – Mas nós não aceitamos ainda participar da sua organização, e vocês mesmo assim vão nos ajudar a usarmos essas armas?

- Day, não corta a onda.

- Vamos sim Day – Respondeu Alex – Mesmo que vocês não entrem, nós não podemos protegê-los para sempre, e como vocês correm muito perigo, precisamos ensiná-los a se defenderem sozinhos.

- Vamos começar agora, eu estou doido para lançar outros raios!

- Mas você acabou de chegar!

- Não se preocupe, eu volto antes do almoço.

- Você vai lavar a louça!

- Ahhh... tá bom...- resmungou – vamos Alex! – E os dois partiram para o galpão.

- Sinceramente eu não sei o que eu faço com ele... – Disse Day.

- Ele é um cara legal – falou Lillyan – Pode não parecer, mas ele se mostrou muito responsável, além disso, ele está fazendo tudo isso para proteger você também Day.

- É... Eu sei... - Day olhou para o irmão com um sorriso maternal no rosto – Eu acho que devo começar a me esforçar também... Assim ele não precisa me proteger o tempo todo...

- Sim, eu irei fazer você ficar forte. – Incentivou Lillyan.

- hehe, muito obrigado!

***

- Muito bem, Dan, vamos começar o treinamento.

Os dois estavam dentro do galpão abandonado. As paredes eram velhas e caídas, no entanto era uma grande área vazia, que só tinha uma abertura grande no teto. Nos outros lados só havia as portas de entrada e saída, sem janelas. A luz que entrava pela abertura já era suficiente, Dan e Alex estavam posicionados em lados opostos, ambos de frente um para o outro.

- Está certo – disse Dan, e segurou sua pulseira com a insígnia com as mãos – Proteja!!!

A insígnia de Dan se transformou novamente na espada com cerne azul claro de antes. A energia que emanava dela era óbvia, e Dan se sentiu feliz por ter aquele instrumento denovo consigo.

- Vamos ter um treinamento de batalha? Um contra o outro agora?

- Não, não, primeiro eu preciso lhe explicar algumas coisas...

Alex segurou a insígnia em forma de hexágono pregada em na sua roupa na parte de seu peito e disse:

- Esmague, Giant Hammer!

Então a sua insígnia também se transformou, mas em uma grande marreta de metal, com um bastão azul bem desbotado segurando a grande ponta de metal.

- Primeiro eu irei lhe ensinar o básico sobre a luta com as SHIELDS – Disse, colocando a arma em seu ombro – todas as SH...O que foi Dan?

- Eu também posso ter um nome legal como esse? – Perguntou esperançoso.

- Ah... Claro, depois nós iremos ver um nome que se adéqüe perfeitamente a sua arma, mas você primeiro terá que saber como plenamente como funciona a sua SHIELD.

- Certo, desculpe por interromper aí.

- Nada. Olhe, existem quatro tipos diferentes de armas em que as SHIELDS se transformam – começou Alex – Animado, Ferramenta, Armadura e Elementar. Por exemplo, a minha SHIELD é to tipo ferramenta – falou apontando para a marreta – ela é basicamente uma arma avulsa, que você utiliza as habilidades para poder lutar. A sua espada também é uma do tipo ferramenta, no entanto, ela também possuiu um caráter elementar. A habilidade de soltar descargas elétricas fazer você interagir com elas é vinda do elemento trovão, que é parte da característica de sua espada.

- Hunm... Entendo... - concordou Dan, olhando para sua espada.

- Além disso, existe as Shields do tipo armadura, que são acessórios que funcionam no seu corpo: Colares, braceletes, roupas, garras, luvas, botas, qualquer coisa que possa ser usada em seu corpo para aumentar as suas próprias habilidades. As Animados são aquelas que se transformam não em armas sem vida, e sim em seres vivos, ou que tenham locomoção própria, algo em forma de robô ou animal se encaixa nesse tipo.

Dan ficou calado enquanto ele falava, mas ficou curioso sobre as SHIELDs de tipo animado, queria ver uma de perto, mas sabia que só saberia se ingressa se na ARMOR SHIELD, e ele ainda não tinha decidido sobre isso.

- Bem, agora que você sabe sobre os tipos de SHIELD, vamos falar mais sobre como usá-la – Continuou – veja se consegue lançar um relâmpago até mim.

- Tem certeza? Você pode acabar se machucando – riu Dan.

- Não me subestime, você já vai ver do que sou capaz- Respondeu Alex com um leve sorriso.

- Muito bem... – Dan então se concentrou totalmente em sua espada, imaginou correntes elétricas percorrendo o seu corpo e indo de encontro a sua arma. Sentiu a eletricidade em volta e sua espada se aquecendo. Quando estava pronto, girou a sua espada em um movimento de corte horizontal, e se viu um relâmpago sair de sua ponta e ir direto para onde Alex estava.

“Perfeito, pensou Dan.”

TSHIC!

De repente, a eletricidade se dissipou no meio do caminho, como se nunca houvesse existido.

- HÂ? – Aquilo não devia ter acontecido, ele concentrou bastante força naquilo – Alex! Você fez alguma coisa na foi? Não tem como aquele relâmpago ter se apagado tão facilmente sozinho.

- Não – Respondeu Alex – eu não fiz nada.

- Mas... Como...

- A força de uma arma SHIELD é decidida pela mente – Falou Alex – Nós treinamos o corpo para ficar forte sim, mas a força de uma SHIELD é tirada totalmente da força de vontade do usuário – Explicou – Entretanto, se o nosso corpo for muito fraco, não vai agüentar a quantidade e energia gerada, e acabará falhando. Por isso nós que usamos as SHIELD temos que treinar ambos, o corpo e a mente.

- Mas o que isso tem a ver com o meu relâmpago? – Perguntou Dan – Eu tenho força suficiente para isso, eu já lutei duas vezes com minha espada, e ela conseguiu lançar relâmpagos perfeitamente. Tem alguma coisa a ver com meu corpo?

- Não, não. Você está entendendo errado – disse Alex – A sua mente e seu corpo estão no mesmo nível. Mas o nível de sua mente e de seu corpo pode variar dependendo da situação na qual você está. Essa mudança fica mais óbvia principalmente em períodos onde há uma situação de grande risco, em que ocorre grande descarga de adrenalina. Isso força que o seu corpo e mente fiquem mais ágeis e fortes do que nas situações normais. Diga Dan, por acaso você já usou a sua SHIELD em uma situação que não fosse de perigo?

- Não... – Respondeu -... Agora que você falou...

- Exatamente. Quando se está nesse tipo de situação a sua capacidade aumenta, mas agora, estamos em um treinamento, não há grandes riscos ocorrendo e nem ninguém para se proteger. Você acaba ficando mais relaxado, e o potencial normal de sua arma é mostrado.

- Droga... Mas isso pode ser contornado não é? Você sabe como fazer isso?

- Claro, isso é completamente norma com os iniciantes, eu e Lillyan também tivemos esse problema no começo, e é exatamente por isso que nós estamos neste galpão. Eu irei te ajudar a conseguir o máximo do poder de sua SHIELD, essa é sua primeira lição.

- Perfeito, com isso eu irei conseguir aumentar o potencial máximo da minha arma também não é?

- Sim. Mas antes de utilizar a sua SHIELD você primeiro precisa aprimorar o seu corpo e sua mente. Vamos começar pelo primeiro que é mais fácil: quero que você faça 100 abdominais agora.

- QUÊ?

- Depois 100 flexões de perna e mais 100 flexões de braço. Esse será o seu treinamento de segunda, quarta e sexta. Terça, quinta e sábado você fará exercícios aeróbicos como 1000 metros de caminhada, depois boxe, natação, e uma aula de técnica com espadas, mas sem a sua SHIELD. Domingo você poderá descansar a vontade.

- E... Como serão os exercícios mentais?...- disse Dan já com medo de perguntar.

- Antes de cada treinamento físico você terá meia hora de yoga, e mais meia hora com exercícios de lógica. Esse é apenas o treinamento inicial, com o tempo você o fará cada vez mais rápido e nem vai sentir. Mas o começo... Bem, deixe isso para lá, comece agora, quatro séries de vinte e cinco cada, não podemos perder tempo!

- Mas... Já?...

- AGORA!
Assustado, Dan começou a fazer os abdominais. Alex riu mentalmente com isso, não tinha ficado nem um pouco bravo, mas esse era o método de ensino usado pelo seu mestre quando começou na ARMOR SHIELD. Ele era extremamente rígido com o treino, mas muito gentil com todo o resto, e, modéstia a parte, aquele método tinha dado certo.
Só espero que as meninas estejam bem, pensou.

***

- Mais rápido Day!!

Lillyan e Day estavam correndo entre os quarteirões o mais rápido que podiam. Day já estava quase sem fôlego, mas Lillyan ainda estava perfeitamente descansada. Ela tinha recebido um alerta sobre homúnculos na área que estavam se aproximando das duas, e precisava chegar até eles o mais depressa possível.

***

- Então você vai atrás de um deles? - Perguntou Day, quando soube.

- Não, sei, temos um problema enorme aqui. – Falara Lillyan, olhando para o celular – Existem dois homúnculos em lados opostos se aproximando deste local. Se fosse apenas um eu poderia ir atrás dele e derrotá-lo, mas se eu fizer isso, você ficará sozinha e acabará sendo pega pelo outro.

- Mas... Mas... – Day percebeu a situação e começou a ficar assustada – Você não pode chamar o Alex e o Dan, com eles, poderiam destruir os dois...

- Eu já liguei para o Alex, mas parece que ele está com o celular desligado – respondeu com raiva em sua voz – Droga! Ele tinha que fazer isso justo agora?...Day me desculpe, mas você terá que vir comigo!

- O quê?

- Se você ficar aqui eu não vou ter como te proteger, e você vai acabar sendo pega – explicou – no entanto, se você vier comigo eu poderei te proteger de qualquer perigo. Você vai acabar encontrando um homúnculo de qualquer jeito, só existe a opção de ser comigo ou não.

- Hunm...

***


- É logo ali.

Lillyan apontou para beco escuro do outro lado da rua. O lugar tinha pouca iluminação, mesmo sendo quase meio-dia. Estava entre prédios altos e mal-cuidados, e tinha muita sujeira no chão, o que lhe dava uma aparência nada convidativa.

- Q... Que tipo de homúnculo está por aqui, Lillyan? – Perguntou Day.

- Não faço a menor idéia, mas não se preocupe, você está comigo, então nada vai lhe acontecer.
As duas entraram no beco até o final, onde havia uma curva para a esquerda. Assim que elas passaram por ela, viram o homúnculo que haviam detectado.

Não era grande, tinha no máximo um metro e vinte de altura, possuía quatro patas e tinha uma postura curvada para frente. Havia pelos cinza escuros cobrindo todo o seu corpo, uma cabeça arredondada e uma cauda curta. Nas patas havia quatro dedos, todos com grandes garras negras curvadas e assustadoramente afiadas. Os olhos eram muito pequenos e escuros, como o seu nariz, de forma desproporcional a sua boca grande e cheia de pequenos dentes a mostra enquanto ele rosnava ligeiramente.

- O... O que é isso? – perguntou Day assustada.

- Um homúnculo do tipo Besta – disse Lillyan – Eles são o tipo menos inteligente de homúnculo, porém, são os que possuem os sentidos mais apurados e um instinto selvagem extremamente perigoso.

A criatura percebera a presença das duas e começara a se mexer lentamente. Lillyan se colocou na frente de Day, que deu um passo para trás, amedrontada.

- Eu já disse que não precisa se preocupar, eu posso cuidar dele facilmente – falou calmamente – apenas fique atrás e observe.

Ela pôe a mão em seu bolso e retira a pequena insígnia, uma corrente enrolada em forma de tornado.

- Estrangule, Soulful Chain!







Próximo capítulo: Black – parte final

Se alguém ainda vê isso, a minha outra Fic, está com o link na minha assinatura aqui embaixo, veja!

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Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama) Empty Re: Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama)

Mensagem por Ero Diego em Sab Maio 14, 2011 1:35 pm

Bem 3 semanas depois....

Spoiler:
Capítulo 9: Black - parte 5


- Estrangule, Soulful Chain!

A insígnia se transformou em uma grande corrente prateada nas mãos de Lillyan. O homúnculo parou de se mexer ao ver o que tinha acontecido, no entanto, continuou a mostrar os dentes as duas enquanto rosnava.

- Hope Line!!

A corrente se atirou para cima da Besta sem Lillyan precisar mover um músculo. A fera conseguiu desviar da primeira investida, mas a corrente voltou e o acertou na cabeça. Lillyan então começou a se movimentar e golpear com sua SHIELD, mas o homúnculo começou a recuar e a se esquivar de seus ataques. Ele subia pelas paredes, fincando suas garras como apoio, enquanto Lillyan manipulava a sua corrente com restrição, já que o local era muito apertado para seus ataques.

De repente, o homúnculo desviou de outro ataque e saltou para trás de Lillyan, então começou a pular alternando entre as duas paredes, correndo na direção de Day.

- Droga! Day cuidado!!! – avisou Lillyan lançando um ataque para que o monstro não chegasse até Day a tempo.

- Ahhhhhhh- Gritou Day enquanto se abaixava.

O homúnculo, no entanto saltou na parede atrás de Day e fez a curva para a entrada do beco, o ataque de Lillyan acabou acertando a mesma parede também. A fera parecia nem mesmo se incomodado com a presença de outra pessoa ali.

- Ele está saindo do beco! Temos que impedi-lo, ninguém pode ver o homúnculo! – Gritou Lillyan enquanto passava correndo levando Day junto com ela.


========================================================================


- Hunm... Será que foi mesmo por aqui?

Percy se encontrava na entrada de um beco escuro e sujo de uma rua desconhecida, o lugar era mal-iluminado e os prédios estavam mau-cuidados. Ele chegara ao local porque tinha visto Day e uma menina mais nova correndo naquela direção enquanto estava passando no outro lado da rua. Aquele não parecia um lugar muito agradável, para duas garotas jovens ficarem, começou a se perguntar se quem tinha visto era mesmo a Day ou apenas uma pessoa parecida...

De repente escutou vários barulhos de metal se chocando, além de alguns sons esquisitos vindo do beco. Parecia que estava havendo uma briga lá dentro, e coisa estava feia. Podia ser até dois bandidos lutando com pedaços de metal, pensou. Era melhor ir embora dali antes que alguma coisa acontecesse...

Mas quando Percy percebeu isso, já era tarde demais, a poucos metros de onde ele estava, na entrada no beco, havia surgido um animal que ele nunca tinha visto antes: Era cinza, peludo, e com uma boca imensa que tinha um número de dentes proporcional ao número de casamentos do Fábio Jr. A fera virou o rosto com minúsculos olhos negros para ele e abriu a boca, causando um fedor de mau-hálito que ele conseguiu senti mesmo estando a alguns metros de distância. Parecia um cão deformado, embora não tivesse a mínima certeza de que aquilo fosse pelo menos, parecido com um cão.

- Calma totó, calma... – tentou dizer, com a camisa sobre o nariz por causa do mau cheiro – Cãozinho bonito, eu não quero machucar você... – O mostro se aproximava dele de um jeito que mostrava que provavelmente ele é que sairia machucado – ninguém que brigar aqui não é?...Não é?....AHHHHHHHHHHHHH!!!!

O homúnculo tinha avançado em cima de Percy e ele tinha começado a correr desesperadamente. Se ficasse seria mordido e na pior das hipóteses iria morrer, não era isso que ele tinha planejado da vida.

- Ah meu Deus!! – Lillyan tinha saído junto com Day no exato momento em que a Besta começara a perseguir Percy. As duas correram juntas para alcançar o monstro, mas ele e seu perseguido estavam em uma grande velocidade, e só se afastavam mais e mais.

- Aquele ali ... é oPercy!! _ Day reconheceu Percival depois de alguns metros de corrida – Eu não acredito que aquele homúnculo vai pegar ele, eu não posso deixar isso acontecer!!

Ela começou a correr o mais rápido que podia, no entanto o máximo que conseguiu foi estabilizar a distância entre ela e o homúnculo, Lillyan ficara um pouco mais atrás, pois o seu corpo pequeno não ajudava muito nas corridas e seu fôlego usado para chegar ao local estava acabando, os dois na frente estavam se aproximando do final da rua, onde seriam vistos por outras pessoas, o que acabaria causando um caos.

- Mais rápido... – pensava Day – Mais rápido mais rápido...

Ela se lembrou de sua pulseira com a insígnia de sua SHIELD, e então pensou com o máximo de forca e fé que conseguia se parar de correr.

- Por favor, minha SHIELD, me ajude a salvar o Percy, por favor o salve...salve...salve...

A insígnia então começou a brilhar.

- SALVE!!!

A fera saltou em cima de Percy.


=================================================================================


O homúnculo caiu de cara no asfalto duro, a sua tentativa de caça não tinha dado certo. Ele estava para cair na presa e capturá-la quando de repente algo passou por ele e no segundo seguinte ela tinha sumido.

- Day!!!

- Não se preocupe Lillyan... Eu estou bem.

Day estava apoiada com um dos joelhos no chão, enquanto Percy se encontrava acomodado em seus braços e na sua outra perna. Nos pés de Day havia uma bota branca com riscos azuis nas laterais. Embaixo da sola havia uma roda incrustada dentro da sola, e atrás havia uma pequena extensão de meta branca, no final da extensão havia outra roda. Entre a parte em que os dois estavam para de onde Day havia partido, havia um grande rastro de asfalto, como se algo em grande velocidade houve passado por ali.

- Lillyan, o homúnculo ainda está vivo – Avisou Day, pois a fera estava se recuperando do choque e se levantando para mais um ataque.

- Hope Line Prision!

A corrente apareceu por atrás do homúnculo e enrolou-se sobre ele, o prendendo completamente. O monstro ganiu durante alguns segundo pela grande pressão exercida pelo metal, mas acabou sendo sufocado e desabando, tranformando-se em pó.

- Percy, você está bem? – Perguntou Day ao garoto em seus braços.

- Ah... Ah... - Foi o que Percy conseguiu balbuciar antes de desmaiar.

- Acho que o choque foi demais para ele – falou Lillyan – acho que devemos levá-lo ao hospital não é?

- Sim, sim, claro... Você acha que ele vai ficar bem?

- Bem eu n... – Lillyan se virou rapidamente para trás, olhando para cima. No alto de um prédio, havia um vulto negro na mesma posição em que estava dias atrás, na última luta de Dan lutou contra o homúnculo. A figura era bastante nítida de dia, pois se destacava bastante da luminosidade do local.

- Esse cara... É o mesmo que apareceu naquela última batalha contra os homúnculos!

- O quê? Então é esse cara em cima do pr...

O vulto preto começou a se mover rapidamente para o lado oposto das duas, correndo na cobertura do prédio e saltando de edifício em edifício.

- Rápido Day! Nós precisamos ir atrás dele rápido!

- O quê? Mas e o Percy? – Day estava preocupada com o amigo e também estava cansada pelos últimos acontecimentos e não sentia ânimo de fazer mais nada.

- Parece que algumas pessoas estão chegando – Percebeu Lillyan, ouvindo o barulho de passos e de pessoas falando - Elas irão poder levar-lo para o Hospital, mas nós temos que sair agora! A Sua SHIELD é a única forma de perseguir aquele cara!

- Hunm... Mas...

- Vamos!!

- Está bem está bem... - Day deixou a Percy deitada em no chão com relutância, Lillyan subiu nas costas dela e então ativou a as SHIELD. As rodas começaram a girar e então ela disparou na direção que o vulto negro tinha ido.

“Parece que SHIELD da Day funciona como uns patins de corrida motorizados, pensou Lillyan, a roda dentro da sola é usada como apoio e estabilidade, a parte de trás com essa extensão de metal possui roda que serve como acelerador, quando a usuária comanda, a roda traseira começa a acelerar e começa a se locomover. Desse modo a SHIELD é praticamente um mini-veículo extremamente versátil, pode usar sua velocidade e praticidade de várias maneiras diferentes.”

As duas corriam por entre as ruas quase vazias, havia muitos poucos carros, pois aquela parte da cidade era muito pouco habitada. Poucas pessoas as viram, mas todas ficavam assustadas em ver duas garotas suando um patim que possui a velocidade de uma moto, mas elas não tinham tempo para se preocupar com isso. Aos poucos iam se aproximando do vulto, mesmo sua velocidade sendo grande, não era páreo para a nova SHIELD de Day. Ele pareceu perceber isso e desceu dos prédios entrou em quarteirão onde havia uma grande reserva florestal.

- Parece que ele entrou naquela reserva ali. – falou Day – Você quer que eu entre lá?

- Sim, não podemos perdê-lo de vista!

Elas entraram na floresta, as árvores atrapalhavam a sua visão, mas ainda dava para ver o vulto negro se movendo por entre a mata. Os galhos batiam nos seus rostos e atrapalhavam a visão fazendo Day mal conseguir desviar dos troncos. Por sorte pouco tempo depois de entrarem, chegaram a um clarão na mata, onde havia apenas grama, sem nenhuma árvore. O perseguido andou até a metade do espaço do clarão e se virou para as duas. Elas então pararam e o observaram sem baixar a guarda.

A roupa completamente negra, escondendo praticamente todo o corpo, com um gorro negro enfiado sobre a cabeça, deixando-o com um aspecto bastante sinistro. Day se perguntou como ele conseguia ficar com essa roupa em pleno dia, ou mesmo se ele conseguia enxergar com o gorro enfiado na cabeça.

- Não adianta mais correr, gótico de esquina – Avisou Lillyan – Nós vamos acabar te pegando, é melhor apenas se render.

O vulto ficou imóvel, durante alguns segundos, estão a sua mão começou a se levantar para a a sua esquerda...

- Eu não faria isso se fosse você. – Disse uma voz em suas costas.
Atrás do vulto negro estavam Alex e Dan com suas respectivas SHIELDs liberadas. Eles pareciam que tinham acabado de correr muito, pois estavam bastante suados. Os seus olhares estavam fixos no inimigo, com usas armas apontadas para ele.

- Desculpe o atraso. – falou Alex – Recebi o aviso só meia hora depois.

- Da próxima vez não desligue o celular, grandão. – respondeu Lillyan – Mas discutimos isso depois, nós agora temos algo mais importante a resolver.

- Sim... - falou Dan, tão baixo que quase não puderam ouvir – temos algo a resolver aqui e agora...

Ele abaixou a sua espada e começou a caminhar em direção ao vulto negro. Ele se virou e se posicionou defensivamente, mas Dan não parecia quere lutar. Ele andou até estar a uns 5 metros do outro, e então perguntou:

- O que acha de resolvermos isso agora, hein?

O vulto negro saiu da posição defensiva e voltou a posição imóvel que estava anteriormente. Os outros três não entendiam o que Dan estava fazendo, mas sentiam que era melhor ficarem quietos e ele o que ele ia fazer.

- Eu lhe fiz uma pergunta... Então é melhor você responder... – aconselhou Dan – você não consegue me enganar, e sabe disso.

O vulto negro começou então a levantar as mãos em direção ao gorro e a tirá-lo lentamente.

- Realmente você foi mais esperto do que eu imaginava Dan.

Os outros três ficaram assustados com a voz que tinham ouvido. Não era assustadora, mas era... Feminina. Aquele que tinha perseguido todo esse tempo era...

- Eu acho que deveria ter tentado esconder melhor, eu errei nessa parte.

O vulto negro acabou tirando o gorro, e por debaixo dele estava uma jovem que aparentava a mesma idade de Dan. Tinha uma pele negra e usava dois prendedores no cabelo, um de cada lado. O seu rosto era bastante bonito, no entanto, também era também arrogante.

Dan não demonstrou surpresa em nenhum momento. Ele apenas observou o que acontecia, sua reação fora fechar mais a cara quando viu o rosto por trás de sua máscara, como se houvesse raiva por suas suspeitas terem sido confirmadas.

- Natalie...






Próximo Capítulo: Dan e Natalie


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Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama) Empty Re: Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama)

Mensagem por Ero [z] Killua em Sab Maio 14, 2011 3:11 pm

Aee Chamz!

Ta ficando cada vez melhor! Continue!

A namorada do Dan apareceu UHEAHUEAUHEAU

O Percy é um esipãozinho, LOL

Vai que tá loko!

GOGO




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Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama) Empty Re: Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama)

Mensagem por Convidad em Qua Jun 01, 2011 4:03 pm

AE Q MASSA Q É CURTI
CONTINUIE ASSIM Armor VI (Shounen - Acão, Aventura, Comédia, Drama) 509184
ta doidão

Convidad
Convidado


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Mensagem por Ero Diego em Seg Jul 04, 2011 4:56 pm


Recussitando dos mortos! haushaushasuahsuahs
como estou nas ´ferias, realmente tentarei fazer algo para apressar os capítulos da história, só espero que eu consiga!

Armor VI


Spoiler:
Capítulo 10 : Dan e Natalie



- Natalie...

A garota de pele escura demonstrava um leve sorriso, quase imperceptível. Dan a olhava com uma raiva oprimida enquanto Day arregalava os olhos ao ver o rosto que estava por trás do traje negro.

- Como pode ser... Mas ela...

- Day, você conhece essa garota – perguntou Lillyan.

- Sim... Mas já faz... Muito tempo...

- O que isso significa..? – Perguntou Dan – Você por acaso está envolvida com os homúnculos.

- Homúnculos... É... não sei... Talvez... – Respondeu Natalie de forma irônica – Mas se eu tivesse, porque contaria a vocês? – perguntou com um sorriso de sarcasmo.

- Não é hora para brincadeiras! Isso aqui é algo muito importante! – respondeu Dan irritado - O que aconteceu nos últimos anos? Por onde você andou?

- Olha, eu adoraria ficar aqui e conversar com vocês dois – falou Natalie, se dirigindo a Dan e Day – mas infelizmente a minha vida anda meio agitada ultimamente, e não tenho tempo suficiente para içar relembrando o passado, mas se quiserem discutir sobre tudo em um clima de nostalgia, me liguem ta, vou ver se tenho um horário marcado. – e levou a mão ao lado esquerdo do peito.

- O que você est...

- Elimine, Bazooka!

Um forte vento emanou naquela hora, tendo como centro a própria Natalie. Quando a ventania acabou, ela segurava uma arma muito grande, com o formato de uma Bazuca, com um cano bastante grande, de onde não se gostaria de levar um tiro.

- Essa garota, possui uma SHIELD... – compreendeu Alex – onde foi que ela arranjou algo como esse?

- É melhor vocês ficarem quietinhos - ameaçou Natalie – eu não gostaria de matar vocês com isso.

- Natalie, nós não viemos com a intenção de lutar – explicou Dan – mas você precisa conversar com a gente!

- Foi mal Dan, mas eu não tenho nada para conversar com você – ela respondeu.

- Natalie... – falou Day timidamente – porque você está fazendo isso...?

-...... – Natalie pareceu ficar um pouco perturbada com aquela pergunta vinda de Day – Me desculpe Day, mas eu não posso dizer nada agora... Talvez outra hora está bem...

- Não podemos deixar você ir embora – falou Dan, erguendo sua espada – não nos force a fazer o pior, Nat.

- Nat...- Ela repetiu – Eu já te avisei... PARA NÃO ME CHAMAR POR ESSE NOME!!

Natalie levantou a sua SHIELD e atirou na direção de Dan em uma velocidade espantosa. A explosão levantou uma nuvem de poeira e causou um grande vento, que juntos, impediam a visão dos outros três.

- Irmão! – Gritou Day – Você está aí!
Uma luz azul saiu de dentro da e acabou dissipando o que atrapalhava a visão do grupo, Dan havia usado o poder de sua espada para acabar com a poeira. Todos puderam ver Natalie segurando a Bazooka para lançar outro ataque.

- Cuidado!

- Hope Line!

- Giant Smash!

Outros três tiros foram disparados, e uma nuvem de poeira muito maior foi lançada. Dan acabou desviou do tiro, mas o impacto produzido o fez cair no chão. Alex e Lillyan não conseguiram usar seus ataques a tempo e acabaram sofrendo o impacto também. Todos acabaram tendo que esperar um minuto para que toda a poeira levantada abaixasse, e então viram que Natalie não estava mais entre eles.

- Merda! – xingou Dan, se levantando com certa di ficuldade – Nós temos que ir atrás dela agora!

- Não Dan, já basta! – disse Alex – Nós já descobrimos algo muito importante aqui, e embora mais dúvidas tenham aparecido agora nós já temos certeza de que os homúnculos estão sendo comandados por alguém.

- Será que a Natalie... – falou Day.

- Não, não – Rebateu Alex rapidamente – não acho que ela seja a líder. No entanto não restam dúvidas de que ela está envolvida com tudo isso, mas o que me deixa impressionado é saber que vocês se conhecem. De onde vocês...

- De muito tempo... – interrompeu Dan, limpando a poeira que tinha caído em seu rosto – Nunca pensamos que a veríamos de novo. É algo da nossa infância, bem antes de nossos pais morrerem.

- Qualquer informação sobre ela irá ajudar e muito. – Disse Lillyan – Mas agora não é hora nem local para isso. Vamos voltar para casa e lá resolveremos o que fazer.

-... Sim... - Concordou Dan -... Vamos.

=========================================================================

Os quatro chegaram à casa cansados e frustrados pelo o que havia acontecido. Embora Alex e Natalie dizendo que o resultado fora positivo, nenhum dos irmãos parecia contente com isso. Day ficara quieta na volta, mas ocasionalmente falava algo, no entanto Dan tinha ficado calado durante todo o tempo, a única que vez ele foi quando chegaram em casa para dizer:

- Eu vou pro quarto, não me pertubem.

- Dan, não fiq..- começou Day, mas ele já tinha entrado e trancado a porta.
No quarto Dan sentou na sua cama e começou a pensar em como tudo aquilo havia acontecido...

=====================================================================

- Rápido Day!

- Eu não...consigo...mais...

Seis anos atrás. Dan, 9 anos, Day, 8 anos. Os dois corriam por uma rua iluminada fracamente pela luz de fim de tarde. Havia um bando de cinco moleques de rua com rostos raivosos vinham atrás dos dois. O líder era o maior deles e devia ser da idade de Dan, mas tinha um tamanho bem maior que o dele.

- Day, você está bem?

- eu...não consigo.... mais....correr... – conseguiu responder Day ofegante.

- Muito bem, pegamos vocês! – Falou o líder do grupo, todos eles estavam ofegantes, no entanto ele parecia o menos afetado – Agora você vai ter que nos dar o se dinheiro agora pivete!

- Eu não vou dar nada monstrengo! –Dan gritou. Os outros quatro garotos eram magros e não pareciam muito fortes, mas o líder era bem diferente, o que junto com o seu número, formavam um bando que Dan sabia que não podia enfrentar.

- Se você não nos der o seu dinheiro nós vamos te bater todinho! E na sua irmã também!

- Dan...eu estou com medo... – disse Day com voz de choro, se apoiando no irmão.

- Não toque na minha irmã, rolha de poço! – Gritou Dan, se colocando na frente de Day, mas com os olhos já vermelhos.

- Seu idi...

POWWWWWWWWWWWW

Saindo do nada, um pé atingiu a cara do líder o fazendo cair no chão. Dan, Day e os outros ficaram pasmos quando viram que o pé havia vindo de uma menina de pele escura, com os cabelos cacheados na altura dos ombros. Ela estava apenas vestindo uma roupa branca meio rasgada, que estava muito suja, e parecia muito zangada.

- O que vocês estão fazendo aqui, idiotas! – Ela gritou – Não sabem mais que esta é a minha área!?

- é... Ela JP! Falou um dos garotos ao líder do bando com uma voz assustada - Aquela que te derrotou na semana passada na nossa rua porque disse que nós tínhamos invadido a área dela.

- Sua vad...

POOWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWW

- Cala a boca e vaza daqui! – Gritou a garota novamente, depois de ter dado outro chute em JP.

- mmm.....mm....HAHHHHHHHHHHHH!! – JP começou a chorar e correu para longe junto com os outros moleques . – Eu vou contar para minha mãaaaaaee!!!!

- Isso mesmo, pode ir embora! – Ainda respondeu, mostrando a língua. Depois que os garotos á estavam bastante longe, foi que ela se virou para os irmãos – O que dois pivetes estão fazendo aqui? Esse lugar está ficando perigoso, vocês não sabem disso?

- E...Eu não sou pivete! – respondeu Dan, com os olhos ainda vermelhos – E nós sempre passamos por essas ruas desde quando éramos pequenos e ninguém nunca machucou a gente. Foi só hoje que aqueles moleques tentaram assaltar a gente...

- As coisas estão mudando, pivete. – alertou a garota – Um pessoal malvado que vivia longe daqui está se aproximando porque os policiais invadiram a área deles, e eles estão acabando vindo para cá. Esses moleques que tentarão assaltar vocês são aprendizes desses caras. Vocês têm sorte saírem vivos, as coisas vão acabar ficando mais perigosas, então é melhor não andarem mais sozinhos pivetes!

- Eu não sou pivete! Eu tenho nove anos, você tem quantos?

- Hã? Como um pivete como você pode ter a mesma idade que eu? Você é só um bebê chorão, nem consegue cuidar direito de sua irmã!

- Iss..Isso não é verdade...eu...

- Obrigada moça!

Os dois se viraram e perceberam que Day tinha se levantado do chão e estava enxugando as lágrimas. Ela parecia ainda abatida, mas já estava sem medo.

- Muito Obrigado por ter nos salvado moça! – Day disse novamente – Você é muito forte!

- Qu...que nada! Eu não salvei vocês porque quis! Eu bati naqueles moleques porque eles invadiram a minha área. – falou ela, mas seu rosto estava vermelho, como se estivesse gostado do elogio – E eu não sou moça, meu nome é Natalie Rose.

- E o que você está querendo dizer com sua área? – Perguntou Dan

- Isso não te interessa pivete!

- Eu já disse que não sou...

- Dan, nós temos que voltar logo para casa. – Interrompeu Day – O papai e a mamãe já devem estar preocupados.

- É melhor vocês irem mesmo – falou Natalie se virando e andando na direção oposta – Eu não vou aparecer de novo se aqueles moleques aparecerem novamente, então vão logo para casa.

-.....Obrigado.... Natalie! - disse Dan , embora não estivesse muito á vontade – Você nos salvou, muito obrigado!

- Apenas vão logo – respondeu Natalie.

- Sim... Vamos Day.

=================================================================================

- Dan! Day! – A mãe dos dois correu para recebê-los quando eles chegaram em casa. As suas roupas sujas e seus olhos vermelhos não passaram despercebidos – O que aconteceu com vocês? Eu e seu pai estávamos tão preocupados...

- Não foi nada mãe. É que nós caímos quando estávamos vindos para cá, e acabou que nós nos machucamos um pouco. Mas já está tudo bem! - Respondeu Dan, tentando tranqüilizar a mãe.

- Você tem certeza de que foi isso mesmo que aconteceu? – Ela perguntou, com um olhar firme de quem já conhece o que o filho pode aprontar.

- C...claro mãe! Como eu não teria?

- Está bem. – Concordou, embora não muito convencida – Mas corram quando voltarem para casa, isso é muito perigoso! – voltando-se para a filha – Venha cá filha, você está toda suja, não chore mais, pode deixar que agora eu vou cuidar de você. – Disse levando Day para o quarto.

- Filho, você finalmente voltou!
O pai de Dan veio ver o filho na entrada, seu rosto parecia preocupado. Abraçou o filho com força.

- Onde você estava?
Dan disse a mesma resposta que tinha dado a sua mãe.

- Entendo... Bom, já que está tudo bem, vá tomar um banho e trocar de roupa que nós já vamos jantar.

Depois de jantar, Dan e Day assistiram um pouco de televisão e foram dormir. No meio da noite Dan se levantou para ir a cozinha, e escutou os pais conversando baixo na sala e se aproximou para escutar o que eles estavam conversando. Sua mãe estava em pé andando de um lado para o outro, enquanto seu pai estava sentado na poltrona.

- Isso é horrível... – falou a mãe - Antes os nossos filhos podiam brincar livremente nas ruas sem nenhum perigo, mas nos últimos tempos a violência vem aumentando nesse lado da cidade. Eu não sei o que aconteceu, mas não podemos mais deixá-los do mesmo jeito sem que corram perigo.

- Tem razão – concordou o pai – a partir de amanhã temos que limitar as saídas deles. Isso me deixa chateado... Este bairro era tão tranqüilo... Mas o que mais podemos fazer?
Depois disso Dan saiu de perto da sala e voltou para o seu quarto.

=-=-=-=-=-=-=-=-==-==-=

- É só um simples pagamento pelo serviço que eu vou prestar ao senhor.

- Do que você está falando? Isso não acontece aqui, e mesmo se acontecesse, eu iria pedir a algum adulto e não para você.

- Mas eu sou cobro menos do que qualquer adulto!

Natalie estava em frente a uma loja comercial, falando com o dono. Ele já estava irritado com aquela garota falando sobre bandidos que tinham perdido o seu território e estavam vindo para aquele lado. É claro que ele tinha ouvido falar sobre a repressão policial em algumas áreas próximas, mas se isso fosse verdade não tinha nada que ele pudesse fazer, além disso, não ia aceitar a proteção de uma garota de rua.

- Saia logo daqui! Essa roupa está rasgada e parecendo um trapo! Está afastando os meus clientes!

- Então me dê dinheiro para comprar outra que eu ainda protejo a sua loja dos caras maus.

- SAIA DAQUI!!!

Natalie resolveu atender o pedido. Ela realmente estava em péssimas condições, e era por isso que tinha que arranjar dinheiro. O pouco de comida que ela tinha estava se acabando e ela precisava sobreviver. Tinha vivido uma vida dura nas ruas desde que nasceu, estava acostumada a muitas vezes não ter o que comer. No entanto essa nunca tinha sido a primeira opção, se não conseguisse ganhar comida honestamente, teria que pegar de alguém...

=-=-=-=-=-=-=-=-==-

Dan e Day estavam passeando com sua família pelo parque do bairro. O local era bem simples, como tudo na região, mas era limpo e bem cuidado. Todos gozavam de uma tranqüilidade, mas, no entanto, alguns pareciam preocupados com as notícias dos últimos dias.

- Eu ainda tenho esperança de que tudo seja só boato – comentava um vizinho a seus pais – aqui sempre foi um lugar tão tranqüilo, seria horrível vê-lo se transformar em uma beco para bandidos....

-VOLTEM PARA SUAS CASAS! VOLTEM!

Um dos moradores da região vinha correndo da direção norte do parque, gritando para todos . Foi só nesse momento que todos perceberam que havia uma fina nuvem de fumaça saindo a poucas centenas de metros dali.

- O que foi que aconteceu?

- Os boatos eram verdade! Os bandidos vieram se refugiar nessa região! – ele respondeu – Eles chegaram já causando confusão, e não sei o porquê, tem uma criança lá, que eles espaçaram cruelmente!

- Meu Deus, que horrível!

- Quem é essa criança? Ela é daqui? – perguntou o pai de Dan.

- Não, eu nunca tinha visto ela antes. É uma menina negra de cabelos cacheados, vestindo uma roupa rasgada. Eles acabaram com ela, não sei se vai conseguir sobreviver!



Próximo capítulo: Muito prazer, Dan.


Comentem!
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Mensagem por marcelowns em Dom Fev 19, 2012 10:24 pm

continue to lendo =D
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